Marcelino Nunes repudia enredo da escola Imperatriz e diz que agronegócio que sustenta o Brasil

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Marcelino Nunes repudia enredo da escola Imperatriz e diz que agronegócio que sustenta o Brasil O vereador de Ponta Porã, (350 km da capital- Campo Grande/MS)Marcelino Nunes de Oliveira (PROS), demonstrou imenso desagrado ao samba enredo da escola Imperatriz Leopoldinense do Rio de Janeiro, que neste Carnaval homenageia a região do Parque Nacional do Xingu com o tema “Xingu – O clamor que vem da Floresta”.

A composição do enredo é de Moisés Santiago, Adriano Ganso, Jorge do Finge e Aldir Senna e homenageia o povo indigena, mas ao mesmo tempo critica o agronegócio brasileiro. Marcelino diz estar indignado com cultura dos compositores que fazem músicas por interesses. “É notório que não houve uma pesquisa prévia antes de escreverem este enredo. É indignante a produção deste tema com interesses de outros.

A Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense tem uma grande história e grandes sambas, mas este enrendo é uma afronta aos produtores rurais com ataques diretos”, alegou o vereador. O vereador diz que manifestações artisticas e culturais do país devem ser valorizadas, mas não é possível concordar que a escola de samba leve mensagens tão negativas e distorcidas da realidade sobre o agronegócio brasileiro para o restante do mundo.

O parlamentar também aponta que os produtores rurais sim são os heróis da nação e não os monstros como fala no enredo. “O agronegócio é o setor que segura e alavanca a economia no Brasil, principalmente neste momento em que o país esta em crise, sendo responsável por 22% do PIB nacional, gerando empregos e abastecendo o mundo com exportações. São os produtores com sua garra e muito trabalho que levam o alimento diariamente para a mesa de todos, inclusive dos compositores e indigenas”, finalizou Marcelino.

 

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