Fronteira: Suspeito na execução de policial na fronteira é levado para Campo Grande

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Por medida de segurança a Força Tarefa da Polícia Civil que atua na fronteira com o Paraguai investigando a execução do policial civil Wescley Dias Vasconcelos, de 37 anos, removeu para a Campo Grande o suspeito de participação no crime, o brasileiro Edson de Lima, de 53 anos, apontado pelas autoridades como pistoleiro na região de fronteira.

Ele foi apanhado pela Força Tarefa na última segunda-feira (26), quando chegava em uma creche de Ponta Porã para pegar a filha. Em seguida numa ação conjunta com policiais da Secretaria Nacional Antidrogas a SENAD, era presa no Bairro Obrero, em Pedro Juan Caballero, Paraguai, a mulher dele Antônia Aguiar Moreira Neto de 29 anos, que teria mandado de prisão no Brasil.

Na residência do casal, as polícias do Paraguai e brasileira apreenderam uma pistola Glock calibre 9 milímetros com quatro carregadores abastecidos e um veículo Mercedes Benz com placas do Paraguai. Antônia ainda está recolhida no Paraguai, mas deve ser expulsa e entregue para a polícia brasileira. A suspeita de que Edson tenha envolvimento na execução do policial, surgiu no decorrer de investigações realizadas tanto em território brasileiro como no Paraguai.

A possibilidade é de que ele tenha agido a mando de Sérgio de Arruda Quintiliano Neto, de 32 anos, o “Minotauro”, foragido da justiça brasileira e apontado como um dos líderes do tráfico na fronteira onde utilizava nome falso.

Ele teria mandado executar o investigador Wescley, ao saber que o policial havia descoberto sua verdadeira identidade. “Minotauro” está foragido desde a execução do policial com mais de 30 tiros de fuzil AK-47 no final da tarde do dia 6 de março quando a vítima chegava em casa, no Bairro Reno, em Ponta Porã. A Polícia Civil não revela onde Edson está recolhido.

Fonte: MSEMFOCO

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