Agora: Jovem denuncia ameaças e cárcere Privado na Coophafronteira

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Uma jovem fez uma denuncia agora há pouco aproximadamente às 23:30 desta sexta-feira (30) no grupo de WhatsApp de balcão de empregos PP, que ela e sua mãe e irmã estão trancadas na residência em que elas moram e estão mantidas em cárcere privado, segundo as informações repassada por ela mesmo no grupo, a mesma pede ajuda aos membros do grupo e diz que seu próprio pai trancou elas na residência, a Polícia Militar foi acionada e deve chegar no local a qualquer momento.

O endereço informado pela jovem identificada como P.V fica na Rua Urumbela no Bairro Coophafronteira em Ponta Porã (MS) fronteira com o Paraguai, ela postou uma foto com provas da agressão. E também enviou áudio pedindo ajuda rapidamente, no momento estão trancadas no quarto. Alguns membros do grupo entraram em contato com a Polícia Militar pelo telefone 190 para atender o caso que aparentemente se trata de violência familiar.

Dentro de instantes mais informações (caso em andamento)

* Editado para acréscimos de informações

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1 COMENTÁRIO

  1. Sou policial militar, pai, avô. Ocorre que com relação aos fatos em que a P.V., citou; foram totalmente distorcidas. Eu sou o pai dela. Fatos reais: Eu cheguei da igreja por voltas das 21:15 hs e ela chegou por volta das 21:40 hs; embriagada, catingando a cerveja, com minha netinha de 11 meses. A seguir chegou o marido dela com o qual teve uma desavença, ela não queria abrir o portão. Determinei que abrisse para que ele cuidasse da minha netinha, sendo que ele havia bebido mas não estava embriagado. Ela abriu e começou a agredi-lo. Com custo arranquei minha neta deles e me tranquei em meu quarto para preservar a integridade física da minha neta. Ato contínuo o casal brigaram, havendo lesões corporais de ambas as partes. Ao contrário diz, que estava refém pelo pai, cada um de nós temos a chave do portão. Minha mulher está viajando com meu filho, os quais estão indignados com a atitude dela. Estou aberto a entrevista da brasiguaionews; e, podem exclarecer melhor com o tenente Sato que veio até a minha residência e verificou os fatos in loco. Em tempo: Sou evangélico e não faço uso de bebida álcoolica.

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