
Investigados são apontados como integrantes de grupo especializado em abordar viajantes na região de fronteira; pelo menos três assaltos violentos foram relacionados à quadrilha somente em agosto
Dois homens suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em roubos contra sacoleiros e motoristas na região de fronteira entre Brasil e Paraguai foram presos após uma ação conjunta das forças de segurança. Os crimes investigados ocorreram principalmente na MS-164, em Ponta Porã.
De acordo com informações divulgadas nesta segunda-feira (31), os suspeitos fariam parte de um grupo que agia de maneira coordenada, utilizando armas para abordar pessoas que trafegavam pela rodovia e roubar veículos e cargas.
Três roubos somente em agosto
Pelo menos três assaltos violentos registrados nos dias 2, 13 e 27 de agosto são atribuídos ao grupo investigado.
As vítimas estariam entre motoristas e sacoleiros que utilizam a MS-164, importante rota de acesso à região de fronteira de Ponta Porã com Pedro Juan Caballero.
Durante as investigações, os policiais perceberam características semelhantes na maneira como os criminosos executavam os assaltos. Essa espécie de “assinatura” utilizada pelo grupo ajudou os investigadores a relacionar as ocorrências e avançar na identificação dos suspeitos.
Veículos e celulares foram apreendidos
Após o levantamento das informações, as forças de segurança localizaram e abordaram os dois investigados.
Durante a ação, foram apreendidos aparelhos celulares e dois veículos que, segundo a investigação, teriam sido utilizados na prática dos roubos. O material deverá auxiliar na continuidade das apurações.
A prisão da dupla, entretanto, não encerra o caso. A polícia trabalha para identificar e localizar outros possíveis integrantes da quadrilha que atuaria na região.
Operação reuniu forças de segurança
A ação contou com participação da Polícia Civil, Força Tática e Polícia Rodoviária Federal (PRF).
As investigações continuam para esclarecer a participação de cada suspeito, verificar se existem outros crimes relacionados ao mesmo grupo e localizar os demais envolvidos.
Redação Brasiguaio News
Fonte: Capital News — reportagem original











