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Verstappen diz que ultrapassagem da vitória no GP da França foi fácil

Foto: Nicolas Tucat – Pool/Getty Images

Largando da pole position no GP da França, Max Verstappen viu Lewis Hamilton se aproveitar de um erro seu para tomar a liderança da prova no início da disputa, mas, no fim, conseguiu recuperar a vantagem com a estratégia e sacramentar sua terceira vitória no campeonato. Após a corrida, o holandês da RBR avaliou seu desempenho e admitiu que a experiência não foi tão tranquila, mas confessou que a manobra valendo o triunfo na penúltima volta esteve longe de ser complicada.

– Optamos pela estratégia de duas paradas e eu fiquei tipo, “vamos ver se vai dar certo”. Quando me aproximei, vi que os pneus de Lewis estavam muito gastos, então abri a asa traseira e fui. Foi uma ultrapassagem razoavelmente, digamos, fácil. Mas claro, eu tinha pneus mais novos. Funcionou, mas foi muito apertado – disse Verstappen.

O que garantiu a vantagem do holandês foi a ultrapassagem sobre Hamilton quando o britânico deixava os pits após sua primeira troca. Na 32ª volta, o piloto da RBR fez um segundo pit stop para trocar os pneus duros pelos médios. O heptacampeão voltou para a liderança, mas estava com pneus mais gastos e perderia tempo se parasse de novo.

Verstappen deixou Valtteri Bottas para trás e, em segundo lugar, reduziu a distância para o piloto da Mercedes de 5s para 0s5. Na penúltima das 53 voltas da prova, ele conseguiu ultrapassar e vencer, apesar do erro que cometeu no começo.

– Minha primeira volta saindo dos pits foi muito boa, mas eu não esperava que o undercut funcionasse tão bem. De repente eu tinha muito mais aderência nos pneus. Não sei o quão rápida foi a parada de Lewis, mas acho que ninguém esperava segurá-lo. O início da corrida foi muito complicado para mim. Tive meu momento na Curva 1; virei achando que estava tudo bem, perdi a traseira e sai da pista. Fiquei muito chateado na hora, mas é preciso pensar no futuro – explicou o líder do campeonato.

Max Verstappen comemora vitória no GP da França — Foto:  Clive Rose/Getty Images

Max Verstappen comemora vitória no GP da França — Foto: Clive Rose/Getty Images

Faltou ímpeto?

Campeão da F1 em 2016 e ex-rival de Hamilton na Mercedes, Nico Rosberg se surpreendeu com a manobra de Verstappen sobre seu antigo companheiro; mas não pelo desempenho do piloto da RBR, e sim porque o heptacampeão não “dificultou” a vida do atual líder do campeonato:

– Isso é incomum para Lewis. Feche a droga do caminho! Não? Ele geralmente é o melhor piloto nos duelos e estou surpreso que ele não tenha, pelo menos, tentado frear mais tarde. Foi um pouco mole da parte de Lewis. Eles (a RBR) estão realmente se tornando a força dominante. Isso está colocando muita pressão sobre a Mercedes, que está cometendo erro após erro. Eles precisam ter cuidado.

Hamilton e Verstappen agora estão empatados com três vitórias cada, em sete disputas. A oitava etapa da temporada 2021 da F1 será o GP da Estíria no Circuito de Spielberg, no próximo domingo, 27.

Globoesporte

Saúde distribui mais 7,6 milhões de doses da vacina da AstraZeneca

vacina Covid-19 Fiocruz.

O Ministério da Saúde começou a distribuir hoje (20) 7,6 milhões de doses da vacina da AstraZeneca para estados e o Distrito Federal. Produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), as doses serão destinadas para completar a imunização de grupos prioritários com a segunda dose do imunizante contra a covid-19. O intervalo entre as duas doses é de 3 meses.ebcebc

Segundo o ministério, a doses vão imunizar idosos entre 60 e 64 anos e profissionais que atuam na linha de frente de combate à pandemia, como trabalhadores da área da saúde eagentes de forças de segurança e das Forças Armadas. O envio deve ser concluído amanhã (21). 

Com a remessa do novo carregamento, o ministério chega à marca de 120 milhões de doses enviadas aos estados. Mais de 86 milhões já foram aplicadas.

Agencia Brasil

Refugiados no Brasil vêem futuro através de educação, saúde e

Boa Vista (RR) - Acampamento de refugiados venezuelanos montado pelo Exército Brasileiro e a Agência das Nações Unidas para Refugiados (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Juntos, nós curamos, aprendemos e brilhamos. O lema desta edição do Dia Mundial do Refugiado, celebrado hoje (20), realça a educação, a saúde e o lazer como importantes instrumentos de integração. Neste ano, a data busca chamar atenção para uma série de problemas enfrentados por aquelas pessoas que, por algum motivo, foram forçadas a mudar de país: dificuldades para encontrar um médico, para colocar seus filhos na escola, para desfrutarem momentos de distração.ebcebc

O Dia Mundial do Refugiado foi designado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para homenagear os refugiados em todo o mundo e estimular a mobilização social e política para a garantia de seus direitos. É também uma ocasião para promover a empatia e a compreensão com essa população. No Brasil, foi organizada uma programação que inclui oficinas, exposições, saraus, seminários, entre outros. São atividades virtuais e presenciais que irão dar visibilidade para diversas histórias como as de Fiorella Ramos, Marifer Vargas e Lexandra Arrieta, venezuelanas de diferentes faixas etárias. A reposta humanitária brasileira à população de refugiados é uma referência internacional positiva para o Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), agência vinculada à ONU.

Nascida no município de Antonio Díaz, no norte da Venezuela, a indígena warao Fiorella Ramos fez da promoção à saúde seu projeto de vida. Ela obteve apoio para se formar médica na Universidade de Havana, em Cuba, e mais tarde, após voltar ao seu país, ampliou sua formação em um internato no Hospital Universitário Ruiz y Páez, na cidade de Bolívar.

Sua vida começou a mudar tempos após ela ter assumido um cargo de diretora em um hospital público na cidade de Guasipati, a cerca de 450 quilômetros da fronteira entre Venezuela e Brasil. Ali, teve desavenças com autoridades governamentais envolvendo políticas públicas para acesso a medicamentos. Retirada da função, chegou a trabalhar na iniciativa privada, mas a deteriorização das condições econômicas a fez decidir deixar seu país em 2019: atravessou a fronteira e chegou a Pacaraima (RR), indo em seguida para Boa Vista.

Foram 17 dias dormindo na rua e se alimentando graças à ajuda de um irmão que também abandonou a Venezuela e já se encontrava em um abrigo na capital de Roraima. Fiorella foi uma das principais lideranças da ocupação Ka’Ubanoko, ajudando na conquista de vários benefícios para migrantes em situação de rua. O movimento se iniciou com cerca de 150 venezuelanos, indígenas em maioria. Com o apoio de organizações católicas e humanitárias, o grupo obteve acesso a alimentação e a serviços básicos. No ano passado, Fiorella se mudou para um abrigo em Boa Vista e foi contratada como monitora de saúde.

“Atuo no auxílio à parte primária do atendimento. Sou médica, mas ainda não posso exercer no Brasil porque preciso primeiro revalidar meu diploma”, explica. Para Fiorella, a saúde é fundamental no acolhimento aos refugiados indígenas e fator de integração, porém exige que os profissionais atuem respeitando diferenças culturais.

Fiorella Ramos
Fiorella Ramos é médica na Venezuela, mas no Brasil não tem autorização para atuar na profissão – Fiorella Ramos / Acervo Pessoal

“Há muitas doenças que se podem erradicar, que se podem controlar. Mas muitos indígenas não entendem porque precisam ir a um hospital. E daí a importância da atenção primária, que se baseia na prevenção e na promoção de saúde. É importante esse trabalho nas comunidades. E na atenção secundária, é importante o intercâmbio cultural para que médicos formados e aquelas pessoas com conhecimento em medicina tradicional possam interagir diretamente com o paciente nos centros de saúde”, avalia.

Se o acolhimento de refugiados indígenas nos serviços de saúde demanda cuidados específicos, ao mesmo tempo envolve todos os desafios decorrentes do contexto mundial. A pandemia de covid-19 trouxe novas preocupações para o Acnur. A primeira delas é óbvia: guerras e perseguições não deixam de ocorrer porque há uma crise sanitária global e, com o fechamento de muitas fronteiras, sair do país deixou de ser uma solução possível para muitas pessoas. Mas além disso, havia o receio com aqueles que já se encontravam em outras nações.

“Felizmente, temos observado mais avanços que retrocessos no Brasil. Mesmo no contexto da pandemia, o país manteve o funcionamento do seu sistema de reconhecimento de refugiados. E efetivamente reconheceu um grande número de pedidos principalmente da Venezuela. Também manteve o funcionamento da Operação Acolhida”, diz Luiz Fernando Godinho, oficial de informação pública do Acnur.

O tratamento que o Brasil dá aos migrantes é considerado pelo Acnur como um exemplo positivo. Diferente de outros países, que organizam campos de refugiados, aqui há um esforço para integrá-los na sociedade. E a legislação contribui com essa opção, uma vez que garante a eles acesso a serviços considerados universais, como saúde, educação e mesmo programas sociais.

Em sintonia com essa tradição, a Operação Acolhida é uma iniciativa liderada pelo Ministério da Cidadania que envolve também uma rede de organizações mobilizada pelo Acnur. Através dela, mais de 50 mil venezuelanos que chegaram em Roraima já conseguiram se instalar em diferentes cidades do país. A iniciativa foi criada em 2018 em resposta ao fluxo migratório que teve início no ano anterior decorrente da crise econômica e política que se instaurou no país vizinho. No auge desse movimento, cerca de 500 pessoas ingressavam diariamente no Brasil.

Desde 2017, o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), órgão colegiado vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, já concedeu refúgio a 46 mil venezuelanos. O último balanço oficial mostrou que 65% das 82.552 pessoas que solicitaram refúgio ao Brasil no ano de 2019 vieram da Venezuelana. O fluxo reduziu com a pandemia, uma vez que o Brasil fechou a fronteira em Pacaraima. Aqueles que aqui já estavam são considerados nas respostas sanitárias à crise sanitária, inclusive para acesso a vacinas. Diversas organizações e entidades articuladas na rede mobilizada pelo Acnur atuam em conjunto para assegurar esses direitos.

A agência da ONU, que é financiada por meio de doações, também desenvolve ações diretas. “O Acnur vem atuando provendo informações seguras, uma vez que essas pessoas estão em um país estrangeiro, muitas vezes não conhecem o idioma e precisam receber uma informação mais customizada”, acrescenta Godinho. Outros esforços da agência incluem a distribuição de kits de higiene, a concessão de apoio financeiro emergencial para grupos específicos de refugiados que tiveram renda comprometida na crise sanitária. O pós-pandemia já está sendo pensado. O Acnur planeja fomentar mecanismos de geração de emprego e renda para essa população.

Fiorella celebra o rendimento fixo mensal e assegura que entre os refugiados indígenas, há muitas pessoas capacitadas em busca de uma oportunidade como ela: engenheiros, professores, informáticos. “Mesmo aqueles que não tem uma formação formal, possuem experiência em alguma área, como artesanato e agricultura. O Brasil nos dá muita esperança positiva. Podemos pensar em um futuro. Podemos estar tranquilos, ter uma família, ter um lugar para viver. Um lugar onde se pode trabalhar com a comunidade”, acrescenta. Ela pretende revalidar seu diploma e atuar como médica em Roraima ou mesmo em outro estado do Brasil. “Se não for possível, se não me estabilizar aqui em alguns anos, posso voltar ao meu país se as coisas estiverem diferentes por lá”.

Oportunidade de somar

Se a saúde é a forma que Fiorella encontrou para ajudar na integração dos refugiados e ao mesmo tempo retribuir o acolhimento que recebeu no Brasil, Marifer vê a educação como uma ferramenta para combater o preconceito. Segundo ela, os refugiados têm necessidades econômicas e sociais como diversos grupos vulneráveis da população brasileira, mas também possuem força e coragem a ponto de deixar uma vida para trás em busca do futuro.

Marifer Vargas (Acnur / Divulgação)
Marifer Vargas é professora e deixou a Venezuela para viver no Brasil- Acnur / Divulgação

“Garantir educação é importante tanto para o acolhido como também para o país que acolhe. Não basta dar o pão, dar o alimento, vendo o refugiado como um coitadinho, ferido. Educar o refugiado é também dar a ele oportunidade de somar. O refugiado vem para crescer com o país e não para ser um prejuízo. Integração não é somente experimentar comidas, ela envolve uma inclusão”, avalia.

Marifer é professora e vivia em Maracay, a 119 quilômetros da capital Caracas. Ela conta que deixou a Venezuela devido à violência e às ameaças sofridas, após seu companheiro, que é jornalista, ter publicado denúncias de corrupção. Ele veio primeiro, em maio de 2016. Ela chegou depois, com a filha, em agosto de 2017. Entraram no país por Roraima e hoje estão estabelecidos em São Paulo.

“Sou professora de história e geografia da Venezuela. Então não consigo fazer aqui o que eu fazia lá. Mas estou atuando como educadora social nos programas de interiorização dos refugiados”, conta. Ela já atuou na Operação Acolhida e hoje se envolve em projetos educacionais da Cáritas, organização humanitária da Igreja Católica.

Marifer fala português fluentemente e diz gostar de uma roda de pagode. Com a filha matriculada na escola, ela se diz confortável no país. “Um lugar de segurança e tranquilo para recomeçarmos a vida. Conseguimos receber apoio para a documentação, para assistência, para a escola da minha filha, para emprego, para tudo. Eu não tenho como ser mais agradecida. Brasil e Venezuela são vizinhos e não se conhecem bem. Então é legal essa troca. Todos temos algo que ensinar. Em casa, seguimos comendo arepa, falamos espanhol e ouvimos nossa música. Mas já estabelecemos a vida aqui. Estamos em casa”.

Aos 15 anos, esse não é o mesmo sentimento de Lexandra Arrieta. Há um ano no Brasil, junto com sua mãe Bélgica Martinez, seu irmão Leobel Arrieta e outros familiares, ela imagina regressar em um momento mais propício e sonha com o momento em que abraçará seu pai outra vez. “Queremos voltar em algum momento. Não agora. Mas deixamos lá nosso pai, que estará nos esperando”, diz.

Lexandra e Leobel (Acnur / Divulgação)

Lexandra e Leobel (Acnur / Divulgação) – Acnur / Divulgação

Apesar da saudade, ela se sente acolhida no abrigo em que vive, em Boa Vista. Diz que a cidade tem muitos lugares bonitos e que estão conhecendo coisas diferentes da Venezuela. Seu principal elemento de integração é o esporte. Ela pratica futebol e kickball todos os dias e interage com outros adolescentes de sua idade. “Em um instante, já sabem nosso nome. Fizemos muitos amigos. O esporte nos ajuda tanto para fortalecer o corpo como para abstrair a mente”.

Embora esteja no país do futebol, ao citar sua referência, Lexandra não aponta um ídolo brasileiro. Sua inspiração é Deyna Castellanos, atacante da seleção feminina venezuelana e do clube espanhol Atlético de Madrid. “Ela demonstrou aos homens que não são somente eles que podem jogar. Ela é uma excelente jogadora. Gostaria de ser como ela”, afirma.

Agencia Brasil*

Mulher de detetive é arrastada para matagal e executada em Dourados

Mulher de um detetive particular de Dourados, Zuleide Lourdes, de 57 anos, foi executada com um tiro na cabeça em um matagal no Bairro Esplanada, em Dourados. Ela estava com uma criança e foi até o local para atender chamado de alguém que se disse interessado no serviço do marido. 

Informações repassadas à polícia são de que, por volta das 15 horas, a mulher chegou na frente da casa da suposta cliente, quando foi surpreendida por dois homens, um deles armados com uma pistola. Enquanto um dos criminosos segurou a criança, o outro arrastou Zuleide para o matagal. 

A mulher foi morta com um tiro na cabeça, na altura do ouvido. Após o crime, os suspeitos deixaram a criança em um container próximo ao local e fugiram levando o carro da vítima, um Montana que ainda não foi localizado. 

A família havia comunicado o desaparecimento à polícia. O corpo da vítima foi encontrado horas depois, já na parte da noite

Douradosnews

Diego Aguirre volta ao comando técnico do Internacional após seis anos

Diego Aguirre está de volta ao Internacional. O técnico uruguaio foi anunciado neste sábado (19) pelo Colorado como o substituto do espanhol Miguel Angel Ramirez, demitido no último dia 11. Segundo o clube, o treinador assinou contrato até dezembro de 2022.

Será a segunda passagem de Aguirre pelo Inter. Na primeira, em 2015, ele dirigiu a equipe por 50 partidas, com 25 vitórias, 15 empates e dez derrotas. Na ocasião, foi campeão gaúcho e chegou à semifinal da Libertadores, superado pelo Tigres (México). Na campanha sul-americana, teve 100% de aproveitamento nas partidas realizadas no Beira-Rio, em Porto Alegre. Entre 1988 e 1989, o uruguaio defendeu o Colorado como jogador.

“Felicidade e orgulho de representar essa camisa mais uma vez. Como jogador e treinador ganhamos grandes jogos e ficou o sentimento que essa história deve continuar”, destacou o treinador, em vídeo divulgado pelo Inter no Twitter.

O auxiliar Juan Verzeri e o preparador físico Fernando Piñatares integram a comissão técnica de Aguirre, que trabalhou pela última vez no Brasil em 2018, no São Paulo. A coordenação de preparação física fica a cargo de Paulo Paixão, que inicia a terceira passagem pelo time gaúcho. Profissional que integrou a comissão das seleções brasileiras campeãs mundiais em 1994 e 2002, Paixão esteve no Colorado entre 2005 e 2006 (com os técnicos Muricy Ramalho e Abel Braga) e em 2013 (com Dunga).

Agencia Brasil

ebc
ebc

Notícias falsas prejudicam buscas por Lázaro Barbosa, diz secretário

Mais de 200 policiais participam das buscas por Lázaro Barbosa Sousa na região de Cocalzinho de Goiás. As ações são comandadas pela Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO), com a ajuda de equipes do DF e das Polícias Federal e Rodoviária Federal.ebcebc

De acordo com a SSP-GO, Lázaro é suspeito de cometer um triplo latrocínio em Ceilândia, no DF, além dos crimes em Goiás. “Nos últimos dias, o indivíduo invadiu propriedades rurais da região do entorno, fez três pessoas reféns e baleou outras quatro, entre elas, um policial militar. O PM, que foi atingido de raspão, chegou a ser levado ao Hospital de Urgências de Anápolis (Huana), mas já está em casa”, informou a secretaria.

Lázaro já possui uma condenação por homicídio, na Bahia, e é também procurado no DF e em Goiás por crimes de roubo, estupro e porte ilegal de arma de fogo. A SSP-GO tem feito alertas sobre os prejuízos que notícias falsas têm causado para a investigação, segundo o chefe da pasta, Rodney Miranda.

Em coletiva de imprensa feita recentemente, Miranda disse que essas informações falsas acabam fazendo com que os investigadores “deixem de atender mais rapidamente uma informação procedente, para atender uma que não tem relevância”.

Segundo ele, tais situações têm provocado interferências na operação. “É um problema sim. Não só essa Fake News [de que Lázaro estaria em um cemitério], como outra de que ele já havia sido baleado, que já estava morto. Tudo isso atrapalha, porque não só a nossa Inteligência, como as unidades de operação, tem que checar. Às vezes a gente deixa de atender mais rapidamente uma informação procedente, para atender uma que não tem relevância”, ressaltou.

Miranda disse que a situação é “complexa, grave e de difícil resolução”, mas que avanços têm sido obtidos, contando com o reforço de 20 policiais da Força Nacional de Segurança Pública.

*matéria atualizada às 15h15 para correção de informação. Lázaro Barbosa Souza é suspeito de cometer um triplo latrocínio em Ceilândia, não um quádruplo.

Agencia Brasil*

Adolescente aliciada pelo tráfico é apreendida pela GCMFRON com maconha em Ponta Porã

Sexta-feira 18/06/2021, por volta das 11h35min uma guarnição plantonista da GCMFron no terminal rodoviário, realizava rondas nas imediações quando se deparou com uma mulher em atitude suspeita, identificada pelas iniciais A.V.S.O.P (17), que embarcaria em um ônibus da Viação Motta com destino a São Paulo capital. A mesma apresentou um certo nervosismo ao avistar a guarnição, o que levou os agentes a optarem pela checagem dos dados e a realização de uma busca minuciosa nas bagagens da mesma. Diante da situação foi solicitado que a autora abrisse uma mala, onde foi constatado que em seu interior havia uma substância análoga a cannabis sativa “maconha”, embalada em trinta (30) tabletes, totalizando trinta kilos e oitocentos gramas (30,800 kg).

A autora relatou que não era a primeiras vez que ela realizava esse itinerário e que a ação ocorreu mais de uma vez, onde a mesma atuou no serviço de mula levando maconha para São Paulo, e que ela receberia R$ 3.000,00 reais em espécie pelo tráfico e que entregaria o entorpecente em um posto de combustível próximo a rodoviária de São Paulo. Diante dos fatos, a autora foi apreendida e conduzida juntamente com o entorpecente para o 1º D.P. Civil para as providências cabíveis. A ocorrência aconteceu em Ponta Porã-MS, cidade situada a 320 km da capital Campo Grande.

Assessoria*

Pastor Mauro Ortiz pede asfalto em rua do Altos da Glória

O pastor Mauro Ortiz encaminhou uma indicação durante a sessão ordinária desta terça-feira, 15 de junho, endereçada ao prefeito Hélio Peluffo Filho, com cópia ao secretário municipal de Obras e Urbanismo, André Manosso, solicitando o serviço de pavimentação asfáltica em um trecho da Rua Jabaquara, no bairro Altos da Glória.

O parlamentar justificou seu pedido dizendo que o asfalto promoverá mais qualidade de vida e bem-estar aos moradores da referida via. “Esta é uma reivindicação dos moradores, tendo em vista que o asfalto é essencial para a qualidade de vida deles. Quando chove, eles enfrentam muitos transtornos, devido ao lamaçal. Já nos períodos de seca, a situação também é difícil por conta da poeira que invade as residências e provoca doenças respiratórias”, declarou pastor Mauro Ortiz.

Assessoria*

Farid Afif quer estudo técnico para alargamento das duas vias da Rua Antônio João

O vereador Farid Afif, apresentou na sessão ordinária de 15 de junho, na Câmara Municipal de Ponta Porã, uma indicação em que solicita à Prefeitura de Ponta Porã, a realização de um estudo técnico para o alargamento da Rua Antônio João nos dois sentidos, com a retirada ou estreitamento do canteiro central em toda sua extensão.

“Esta solicitação visa desafogar o trânsito na rua citada, e dar mais segurança aos motoristas que utilizam a via diariamente, visto que hoje nosso trânsito sofre por causa do grande número de caminhões pesados que trafegam pela via, por causa das obras que ainda estão por terminar no minianel viário, e pela posição geográfica onde está situado o Quartel do 11° Regimento de Cavalaria Mecanizado, na área central da cidade. Desta forma, o alargamento das pistas e a transformação do espaço do canteiro central da Rua Antônio João, contribuirão em muito para desafogar o tráfego de veículos na região central”, argumentou Farid na indicação encaminhada ao prefeito Hélio Peluffo Filho e ao secretário municipal de Obras e Urbanismo, André Manosso.

Área militar

Farid Afif também apresentou indicação solicitando que a Prefeitura Municipal, negocie junto ao comando do 11° RC MEC, sobre a construção de uma rua na área militar, ligando a Rua Guia Lopes no bairro Santa Isabel à Rua Batista de Azevedo no Jardim Aeroporto.

Segundo ele, “esta solicitação visa desafogar o trânsito de nossa cidade, amenizando os congestionamentos que estão cada vez mais frequentes, dando mais comodidade aos moradores que residem na região Norte que precisam se locomover à região Sul, com maior rapidez e segurança. Com a abertura de uma nova rua vai melhorar a mobilidade urbana, principalmente nos horários de pico”.

Cemitério

O parlamentar ainda apresentou uma indicação, lida em Plenário na sessão ordinária de 25 de junho, em solicita em regime de urgência que seja feito um estudo técnico para a ampliação do cemitério municipal Cristo Rei.

“A ampliação do cemitério municipal Cristo Rei será de suma importância, ainda mais nesse momento de pandemia que estamos passando, estamos perdendo por conta do Covid-19 muitos amigos e familiares, nosso cemitério municipal já não está mais comportando tantos sepultamentos, familiares estão reclamando sobre o caso de não ter

mais sepulturas disponíveis, temos que aumentar e reordenar o local com urgência de modo que os túmulos abandonados sejam retirados e com isso aumentar principalmente o espaço físico, para que as pessoas possam sepultar seus entes queridos com todo o respeito e honra que eles merecem. Desta forma, esperamos ser atendidos na solicitação ora apresentada”, argumentou o parlamentar na justificativa do pedido encaminhado à Prefeitura de Ponta Porã.

Assessoria*

Com pesar informamos o falecimento da comerciante Rute Koprowski do Mercado Karina

Faleceu neste sábado (19) a comerciante Ruth Koprowski proprietária do Mercado Karina localizado no bairro Santa Isabel, ela estava internada há vários dias na luta contra a Covid-19. Em seu perfil no Instagram o filho da comerciante informou aos amigos e familiares o falecimento. A família Koprownski é bastante conhecida na fronteira com investimentos na área alimentícia e dona Rute sempre trabalhou e investiu na cidade. Ponta Porã amanheceu triste neste final de semana.

“Hoje o sol não brilhou, os pássaros não cantaram, os risos se calaram e as lágrimas rolaram em meu rosto. Meu coração sofre em silêncio.”.