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Apostas de Brasília e Salvador acertam as seis dezenas da Mega-Sena

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Duas apostas acertaram as seis dezenas do concurso 2354 da Mega-Sena. Os números sorteados no sábado (20) em São Paulo foram os seguintes: 06, 18, 25, 30, 42 e 54. Cada apostador, um de Brasília e um de Salvador, vai receber R$ 22.779.788.

Também foram premiadas 169 apostas que acertaram cinco dezenas e 6.593 apostas que acertaram quatro números. O prêmio para cada apostador que acertou a quina é de R$ 21.989. Já para a quadra, pagou prêmio de R$ 805 para cada aposta.

Para receber o prêmio, os sortudos podem ir a qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 1.903, o pagamento é realizado apenas nas agências da Caixa, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e recibo de aposta original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10 mil são pagos no prazo mínimo de dois dias, a partir da apresentação da aposta premiada na agência.

O próximo concurso da Mega-Sena ocorre na quarta-feira (24) e tem prêmio estimado de R$ 22 milhões.

Agencia Brasil*

‘Teremos semanas com crescimento de óbitos’, diz novo secretário de Saúde

O médico Fábio Baccheretti assumiu a condução da Secretaria de Estado da Saúde (SES) na segunda-feira (15/03), no momento mais crítico da pandemia em Minas Gerais, com mais de 1 milhão de casos da doença e 21,7 mil mortos pela COVID-19. As taxas de ocupação da terapia de intensiva estão acima de 90% em todas as regiões mineiras, superando os 100% em alguns municípios, onde há filas de espera por leitos tanto na rede privada como na rede pública hospitalar. Não bastasse os indicadores estarem todos no vermelho, a secretaria entrou numa crise política gerada pela denúncia de irregularidades na vacinação de servidores da área administrativa, alguns em trabalho home office, que levou à criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais para investigar os fura-filas

Nesta entrevista exclusiva que concedeu ao Estado de Minas, neste sábado (20/03), Baccheretti, que foi presidente da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), traçou o cenário do pior momento da pandemia no Estado. O gestor afirmou que Minas tem garantidos medicamentos para intubação de pacients na terapia intensiva para os próximos 20 dias, afastou que possa faltar oxigênio dos hospitais, mas destaca que a situação é crítica.

Afirmou que o colapso só deverá se dissipar se houver adesão da sociedade às medidas restritivas da Onda Roxa, ao uso de máscaras e aos cuidados de higiene. Também falou sobre a vacinação, afirmando que o envio de doses da vacina pelo Ministério da Saúde, tem ocorrido de forma mais regular nos últimos dias. A projeção é que em dois meses os resultados da vacinação sejam percebidos na melhora dos indicadores, principalmente nos que se refere às internações e à ocupação das unidades de terapia intensiva (UTI). 

O senhor assumiu a SES no pior momento da pandemia. Estava preparado para a gestão da Saúde neste momento da pandemia no Estado? Como recebeu o convite do governador?É um grande desafio, uma grande responsabilidade, certamente uma honra ter recebido esse convite do governador. Esse é o reconhecimento do trabalho à frente da Fhemig. São dez anos dedicados à saúde pública do estado. Trabalho há dez anos na Fhemig. Também em outros grandes hospitais como a Santa Casa na linha de frente contra a COVID-19 e toda essa experiência vai contar para enfrentar agora os desafios no pior momento da pandemia. [BLOCKQUOTE1] Qual a projeção da SES em relação à duração do colapso da rede hospitalar? O cenário que estamos projetando para a pandemia é um cenário muito crítico. Estamos vivendo neste momento, pela primeira vez  desde todo o acometimento da doença, um cenário em que todas as regiões do Estado estão com níveis muito altos de ocupação de leitos e incidência da doença. Por isso, a gente teve que tomar a decisão da Onda Roxa e a gente espera que tenha sucesso na nova medida. Mas é um cenário muito crítico. Ainda teremos semanas com crescimentos de óbitos e, caso não haja uma redução no número de novos casos, esse momento pode se prolongar ainda mais.

Por quanto tempo teremos essa ocupação dos leitos acima de 100% na rede privada e em muitos hospitais da rede pública?Em relação ao tempo previsto mais crítico da rede de saúde depende de como vão aparecer os indicadores. A Onda Roxa começou, na quarta-feira, obviamente, se a gente não tiver uma redução no número de infectados, e por consequência no número de ocupação, vamos prolongar esse momento mais difícil. Depende muito do que vai aparecer nos próximos dias em relação à pandemia. O que a gente pode dizer é que demora um pouco para a gente melhorar. Não é atoa que no Minas Consciente dura 15 dias que é o mínimo do tempo que a gente espera que haja redução na transmissão do vírus. A gente não pode saber ao certo, quanto tempo vamos ainda melhorar esse cenário. A expectativa de melhora consistente, que depende muito da evolução da vacina, é de cerca de dois meses. Daqui a dois meses a gente acredita que não vamos ter tantos pacientes graves ocupando CTIs, tempo do grupo vacinado agora, acima de 70 anos, e logo acima de 65 anos esteja imune a ponto que não ocupe os leitos de terapia intensiva.

Quando veremos os primeiros resultados da adoção da Onda Roxa? Algumas regiões do Estado, como Triângulo Norte e Noroeste, estão na Onda Roxa há mais tempo. Lá a gente percebe uma melhoria dos indicadores, mas ainda está crítica a ocupação de leitos desses locais, especialmente Patos de Minas e Uberlândia. A gente vê melhoria na incidência de novos casos, mas isso depende muito do comportamento da população. Então, é muito importante que todos percebam que é um momento de grande esforço. Se não, a melhoria desses indicadores prolonga muito, demora a chegar e não conseguimos progredir no Minas Consciente. [BLOCKQUOTE2] 

Profissionais da saúde e gestores hospitalares reclamam da falta de medicamentos básicos para intubação, como Midazolan, Fentanil, Rocurônio e Propofol. O  superintendente da Associação e Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde de Minas Gerais  afirma que já há medicamentos na lista de espera. Em Minas pode faltar insumos para intubação?A situação de insumos é muito crítica no país. Tivemos uma reunião sexta-feira (19) com o Ministério da Saúde. Todos os secretários de saúde e suas áreas técnicas levaram  para eles a preocupação. Temos estados que têm estoques muito pequenos, duram apenas alguns dias. Minas Gerais vem se organizando e virou modelo de organização. Todos os estados copiaram a forma de controle desses medicamentos. A gente tem alguns dias a mais do que o restante dos outros estados. O grande problema neste momento é que os fabricantes nacionais não conseguem suprir todas as demandas dos estados, de cada um dos hospitais.

Fábio Baccheretti presidiu a Fhemig© Gil Leonardi/Agência Minas/Divulgação Fábio Baccheretti presidiu a FhemigO Ministério da Saúde vem tentando buscar outros fornecedores fora do país, em especial na China e EUA, para complementar essa alta demanda.  Vamos lembrar que nunca se teve tantos pacientes intubados, precisando  desses medicamentos nos hospitais do Brasil. Com essa alta demanda,  a gente precisa buscar alternativas. A secretaria  não é responsável pelo fornecimento de medicamentos, mas criou uma rede solidária. A gente faz essa compra e vai dispensando de acordo com o estoque de cada hospital de forma recorrente, todos os dias, liberamos medicamentos para todos os hospitais do estado para que não haja não risco assistencial. Mas a situação é muito crítica.  [BLOCKQUOTE3]  E oxigênio?Em relação ao oxigênio, o problema é muito mais logístico. A expansão de leitos realizada em vários municípios foi feita de forma muito rápida. Essa nova  onda pegou todos de forma muito rápida. A expansão foi feita muito à base de cilindros de oxigênio, que dura apenas quatro horas em um paciente intubado com COVID. A gente precisa repor seis vezes o cilindro de oxigênio por leito. Então problema mais logístico do que do próprio insumo que é o oxigênio, mas a secretaria vem apoiando os municípios, os hospitais, para que a gente ache alternativas em que a questão logística seja menos problemática, por exemplo, trocando o fornecimento de cilindros por tanques de oxigênio líquido. Estamos buscando soluções junto a empresas que fornecem oxigênio. São poucas que têm capacidade de fornecer para todo estado para que a gente consiga garantir esse insumo tão essencial.O que a SES está providenciando para garantir que não haverá falta de insumo?

O governo está comprando esse insumo. Já conseguimos receber parte dele, mas vale a pena destacar que o mesmo fornecedor que nos vende medicamentos é o mesmo que vende para os hospitais. Então, a secretaria não pode pegar tudo que tem no mercado se não vai faltar para os hospitais . A gente faz essa compra direta para poder distribuir para aqueles hospitais que não conseguem manter um suprimento constante. A gente tem controle muito rigoroso. Cada hospital do estado é obrigado a nos comunicar o estoque, a gente faz cálculo de acordo com a média de consumo por paciente, já estabelecido pela literatura. Fornecemos de forma paulatina e constante para cada um dos hospitais. [BLOCKQUOTE4] 

O grande medo  da população é em  relação à falta de insumos, medicamentos para se fazer a intubação nas UTIs. O Estado tem uma provisão, há medicamentos suficientes para passar por essa crise?O cenário em relação a insumos é muito crítico. As grandes empresas fornecedoras desse medicamento aumentaram em três vezes a capacidade de fornecer. A gente teve crise inicial lá atrás, no início da pandemia, e depois a gente seguiu sem muita dificuldade. Como agora estamos vivendo um momento  em que o Brasil está com muitos casos as empresas brasileiras estão com grande dificuldade de fornecer esses medicamentos. A SES formou uma rede solidária associada ao Ministério Público onde a gente compra medicamentos, centraliza alguns medicamentos, para fornecer para aqueles hospitais que não conseguem receber dos fornecedores – essa compra é feita direta pelos hospitais. Nós temos uma limitação, não consegue fornecer para todo mundo de maneira imediata, mas a gente vai analisando  como anda o estoque de cada um e a quantidade de insumos que tem. A expectativa é termos para 20 dias esses insumos e, com a reposição pelas as empresas, a gente vai se mantendo sem faltar. Tem muito consumo, aumentando muito pelo número de pacientes, e o Ministério da Saúde está tentando compra fora do país, China e EUA, porque entende que as empresas brasileiras não conseguem fornecer o quantitativo necessário. Mas Minas está conseguindo sim, a SES fornecendo de forma constante e paulatina para cada um dos hospitais que estão passando por dificuldades de ressuprimentos direto com as empresas. [BLOCKQUOTE5] Como o senhor avalia a decisão do ex-secretário  Carlos Eduardo Amaral de incluir servidores da área administrativa na vacinação?Os critérios de vacinação sempre são muito complexos. Todos os trabalhadores de saúde são grupos prioritários, isso está estabelecido já até pelo Ministério da Saúde. Mas é muito complexo diante de uma vacina escassa, em que todos estão aguardando o seu momento para fazer qualquer tipo de julgamento. Vamos esperar a decisão dos órgãos de controle tanto internos, CGE (Controladoria Geral do Estado), quanto externos (Ministério Público e a CPI) para que se tenha alguma conclusão e a gente tenha alguma decisão a ser tomada. Secretário acredita que a vacinação em Minas reduzirá o número de internações em dois meses© Leandro Couri/EM/DA PRESS Secretário acredita que a vacinação em Minas reduzirá o número de internações em dois meses

A listagem com nomes de servidores aumentou para 1.852 servidores que tomaram a vacina. Qual a postura adotada pela SES  em relação a esse servidores?Mais servidores serão exonerados?

Esse novo número de servidores vacinados pela secretaria é um pouco diferente da primeira lista. São servidores que trabalham nos municípios, nas regionais, e o município entendeu que eram grupos prioritários também obedecendo ao Programa Nacional de Vacinação. Então, eles foram vacinados pelo município e não pela secretaria. Temos que esperar a conclusão de todos os processos para a gente tomar alguma medida.  Neste momento, não podemos julgar nenhum servidor que está na secretaria.

Qual a posição do senhor em relação a prescrição de medicamentos como cloroquina e ivermectina, que comprovadamente não são eficazes na prevenção à COVID-19, mas que são apresentados como solução por algumas pessoas, inclusive pelo governador?O uso de qualquer medicamento, vale destacar, é um ato médico. Qualquer médico pode prescrever qualquer medicamento, de acordo com o que é definido por lei. O que eu posso dizer é que a secretaria  está sempre atenta aos novos estudos relacionados a diversos medicamentos.  O medicamento que se coloca, neste momento,  mais promissor, dentre esses todos utilizados, é a colchicina, mas ainda não tem estudo claro que nos permita recomendar o uso. Mas obviamente o meu papel como médico e de secretário é não vedar a nenhum médico o uso de medicamento, mas vamos esperar a conclusão de estudos mais robustos para que a gente possa conseguir recomendar a prescrição de algum medicamento.

Em relação à vacinação. O que pode ser feito pelo Estado para acelerar a vacinação?A velocidade da vacinação está diretamente relacionada ao fornecimento pelo Ministério da Saúde e este fornecimento depende, obviamente, da produção dos fabricantes. Destaco que o Brasil agora vem conseguindo lotes de forma mais periódica. Recebemos lotes há dois dias  e receberemos outro hoje. Isto mostra certa regularidade no fornecimento da vacina. Toda a logística de distribuição da secretaria é rápida, dura de um a dois dias para fazer a distribuição completa dos lotes. Com esse aumento na velocidade de fornecimento a gente terá também crescimento constante e mais rápido no número de mineiros vacinados.

O cientista Miguel Nicolelis tem alertado para a necessidade de ações  mais duras e coordenadas em todo o país para barrar o avanço da COVID-19. Como o senhor avalia a gestão do governo Bolsonaro da pandemia? É necessário uma coordenação nacional para o país sair do colapso?Certamente, estamos no momento com as medidas mais duras aplicadas no estado, a Onda Roxa em todo estado mostra que a gente tem que fazer algo mais restritivo. Obviamente, se todos os estados, de maneira coordenada, agem de forma semelhante isso facilita o entendimento da população. O discurso único é fundamental no sucesso na sensibilização da população. Todo secretário  de saúde tem esse trabalho de forma muito semelhante, todos têm reuniões periódicas, fazendo com que as atitudes, em âmbito estadual, sejam muito semelhantes e, certamente, esperamos que o novo ministro da saúde faça essa coordenação para que a população perceba como é importante, neste momento, ter medidas mais restritivas para segurar um pouco a disseminação do vírus. [BLOCKQUOTE6] Qual é o cenário dos hospitais da rede Fhemig hoje? Onde está o gargalo? A Fhemig tem papel fundamental no enfrentamento da pandemia. Há mais de um ano, participei das primeiras reuniões quando nem havia casos confirmados no estado de como seria esse enfrentamento e a Fhemig sempre se colocou de forma protagonista neste processo, lembrando que o primeiro  caso suspeito internou no Eduardo de Menezes e este hospital se tornou  o primeiro hospital exclusivo de COVID-19. Depois o Júlia Kubitschek também. Depois expandiu o João Paulo II com os leitos pediátricos e o próprio João XXIII. O João Penido, em Juiz de Fora, o Antônio Dias, em Patos de Minas, em Barbacena, também expandimos leitos para COVID-19  e fomos crescendo nesta assistência. Fhemig sempre foi fundamental neste processo e, na última semana, mais 33 leitos foram abertos em Belo Horizonte neste momento mais crítico – um grande esforço no estado na abertura desses leitos. Conseguimos agora mais 100 respiradores da Fiemg e, nos próximos dias, mandaremos para hospitais que consigam de forma abrir os leitos, com insumos e oxigênio. Deve no início da semana, na próxima segunda-feira decidir qual hospital receberá esses respiradores.  Leito de UTI no Hospital Eduardo de Menezes, referência de atendimento à COVID-19 em Minas© Leandro Couri/EM/DA PRESS Leito de UTI no Hospital Eduardo de Menezes, referência de atendimento à COVID-19 em MinasSerá necessário reabrir o Hospital de Campanha?

Em relação ao hospital de campanha, no momento que foi aberto no ano passado, a gente tinha número de leitos expandidos não tão grande como temos hoje. Então, teve sua importância para garantir um provável aumento de casos. No decorrer desse processo, o estado abriu mais de 13 mil leitos. De 7 mil fomos para 20 mil leitos de enfermaria. Esses 700 leitos neste momento não faria diferença diante de toda essa expansão que o estado fez neste ano de pandemia. Nosso gargalo não é a enfermaria, é o CTI.  E o grande problema dos CTIs é conseguirmos profissionais de saúde tão escassos, porque nunca se teve tantos leitos de CTI abertos ao mesmo tempo e com tantos pacientes. Não há nenhuma indicação de reabrir o hospital de campanha neste momento e sim dedicar aos grandes hospitais que têm estruturas bem complexas a abertura de novos leitos e obviamente reduzir o número de casos e que estamos no limite operacional.

O que o senhor diz para as pessoas que têm protestado contra as medidas mais restritivas? Respeito a opinião de todos, mas como médico e secretário de saúde não tenho outra recomendação que seja o distanciamento social, o uso de máscaras, higiene pessoal e faça apenas o que for essencial para que a gente consiga reduzir os indicadores, que os novos pacientes nos hospitais, caiam que a ocupação dos leitos caiam e o número de óbitos também caiam. Vamos lembrar que a vacinação está num crescente neste momento. Então a gente terá entre dois e três meses, um cenário de redução clara de números pacientes internados em CTI por estarem imunizados. A gente já percebe isso naqueles acima de 85 e 90 anos. Então, a minha recomendação sempre será essa é o momento de cuidar de toda a população.

Entrevista exclusiva concedida ao EM em 20 de março de 2021. 

O que é o coronavírus

Coronavírus são uma grande família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus (COVID-19) foi descoberto em dezembro de 2019, na China. A doença pode causar infecções com sintomas inicialmente semelhantes aos resfriados ou gripes leves, mas com risco de se agravarem, podendo resultar em morte.

Vídeo: Por que você não deve espalhar tudo que recebe no Whatsapp

Como a COVID-19 é transmitida? 

A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Vídeo: Pessoas sem sintomas transmitem o coronavírus?

Como se prevenir?

A recomendação é evitar aglomerações, ficar longe de quem apresenta sintomas de infecção respiratória, lavar as mãos com frequência, tossir com o antebraço em frente à boca e frequentemente fazer o uso de água e sabão para lavar as mãos ou álcool em gel após ter contato com superfícies e pessoas. Em casa, tome cuidados extras contra a COVID-19.

Vídeo: Flexibilização do isolamento não é ‘liberou geral’; saiba por quê

Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

Em casos graves, as vítimas apresentam:

  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus. 

Vídeo explica por que você deve ‘aprender a tossir’https://www.youtube.com/embed/9FCtAzwydaA?autoplay=0&showinfo=1&wmode=opaque&modestbranding=1&enablejsapi=1&fs=1&rel=0&origin=https%3A%2F%2Fwww.msn.com&widgetid=1Reprodutor de vídeo de: YouTube (Política de PrivacidadeTermos)

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.

Agencia Brasil*

Chega ao Brasil 1º lote de vacinas fornecidas pelo consórcio Covax Facility

As primeiras doses de vacina contra a covid-19, fornecidas pelo consórcio Covax Facility, desembarcaram no final da tarde desse domingo (21.mar.2021) no Brasil. O avião, que saiu de Amsterdã, na Holanda, com os imunizantes, pousou no Aeroporto Internacional de Guarulhos as 17h32.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, acompanhou a chegada da vacina a Guarulhos, junto com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

As doses que chegaram são do imunizante da AstraZeneca/Oxford, fabricada pelo SK Bioscience, da Coreia do Sul. Essa é a mesma vacina que está sendo fabricada em solo brasileiro pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e que teve aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

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Araújo disse que, além de acelerar o combate à pandemia no Brasil, a iniciativa beneficia 190 países que fazem parte do consórcio.

O Brasil é um dos poucos países que financiou o desenvolvimento de vacinas pelo consórcio, além de receber as doses. A importância da Covax, além de reforçar a nossa campanha de vacinação, é que o Brasil também está contribuindo para a imunização de países com menos recursos. É um elemento de solidariedade e de contribuição para a comunidade internacional”, declarou o chanceler.

O Ministério da Saúde informou que o 1º lote de vacinas da Covax Facility será distribuído aos Estados e ao Distrito Federal de forma proporcional e igualitária nos próximos dias de acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação.

O governo federal já viabilizou, até o momento, 30 milhões de doses aos Estados e municípios. Até o final de março, mais 15 milhões de doses serão disponibilizadas aos brasileiros. Isso já nos permite imunizarmos cerca de 38% de todos os grupos prioritários com a 1ª dose de vacina. Já somos a 5ª nação que mais vacina no mundo”, falou o assessor especial do Ministério da Saúde, Airton Soligo.

Mais doses

A Covax Facility é uma aliança internacional da OMS (Organização Mundial da Saúde) que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19. Além disso, procura garantir acesso igualitário à imunização.  A entrega dessas doses ao Brasil ficou a cargo do Fundo Rotatório da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde), mecanismo que há 35 anos auxilia os países da região a promover o acesso a vacinas.

A entrega é parte de uma 1ª fase de distribuição de doses da OMS para o Brasil. O país recebeu nesse domingo (21.mar) 1.022.400 de doses desse imunizante. Segundo o Ministério da Saúde, até o final deste mês de março serão entregues mais 1,9 milhão de doses do mesmo fabricante por meio da aliança global.

Até maio, segundo o ministério, serão entregues um total de 9,1 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford. De acordo com o contrato de adesão do Brasil à iniciativa, firmado em 25 de setembro de 2020, o país terá acesso a um total de 42,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19.

Covax

O mecanismo Covax é um esforço global de Cepi (Coalização para Promoção de Inovações em prol da Preparação para Epidemiais), Gavi (Aliança Mundial para Vacinas e Imunização), Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), OMS e Opas.

Este é um grande passo para conseguirmos salvar vidas, deter a propagação da covid-19 e voltarmos ao novo normal. Continuaremos a trabalhar dia e noite, em conjunto com as autoridades de saúde do Brasil e entes parceiros, para viabilizar a chegada de mais vacinas e ajudar em tudo o que diz respeito à vacinação e ao fortalecimento das medidas de saúde pública, de modo a enfrentarmos todos juntos a covid-19. Se cada um fizer a sua parte, sairemos mais rápido e mais fortes desta pandemia”, disse Socorro Gross, representante da Opas e da OMS no Brasil, por meio de um comunicado à imprensa.

Com informações da Agência Brasil

Nascidos em maio podem atualizar dados no Caixa Tem

Às vésperas de retomar o pagamento do auxílio emergencial, a Caixa Econômica Federal convida os usuários do aplicativo Caixa Tem a atualizar os dados cadastrais no aplicativo. Clientes nascidos em maio podem fazer o procedimento a partir de hoje (22).

A atualização é feita inteiramente pelo celular, bastando o usuário seguir as instruções do aplicativo, usado para movimentar as contas poupança digitais. Segundo a Caixa, o procedimento pretende trazer mais segurança para o recebimento de benefícios e prevenir fraudes.ebcebc

Ao entrar no aplicativo, o usuário deve acessar a conversa “Atualize seu cadastro”. Em seguida, é necessário enviar uma foto (selfie) e os documentos pessoais (identidade, CPF e comprovante de endereço).

O calendário de atualização seguirá um cronograma escalonado, conforme o mês de nascimento dos clientes. O cronograma começou no último dia 14 para os nascidos em janeiro e encerrará em 31 de março, para os nascidos em dezembro.

Confira o cronograma completo abaixo:

Mês de nascimentoData de atualização
Janeiro14/3 (domingo)
Fevereiro16/3 (terça)
Março18/3 (quinta)
Abril20/3 (sábado)
Maio22/3 (segunda)
Junho23/3 (terça)
Julho24/3 (quarta)
Agosto25/3 (quinta)
Setembro26/3 (sexta)
Outubro29/3 (segunda)
Novembro30/3 (terça)
Dezembro31/3 (quarta)

No ano passado, a Caixa abriu mais de 105 milhões de contas poupança digitais, das quais 35 milhões para brasileiros que nunca tiveram contas em banco. Além do auxílio emergencial, o Caixa Tem foi usado para o pagamento do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm).

Uma lei sancionada no fim de outubro autorizou a ampliação do uso das contas poupança digitais para o pagamento de outros benefícios sociais e previdenciários. Desde dezembro, os beneficiários do Bolsa Família e do abono salarial passaram a receber por essa modalidade.

Agencia Brasil*

Nota de falecimento de Geraldo Ajala

Comunicamos com muito pesar o falecimento neste domingo (21) de Geraldo Ajala, conhecido corretor de imoveis da fronteira e fanático por futebol, onde jogou por muitos anos no Clube dos Médicos de Ponta Porã (PPTC) e na juventude passou por vários time da fronteira onde jogava futebol de salão vindo a conquistar muitos títulos na juventude.

Aos amigos e familiares, os sinceros pêsames. O Corpo de Geraldo deve ser velado em Ponta Porã.

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Pedro Juan Caballero “Bomba” com toque de recolher em Ponta Porã

Um vídeo gravado por internautas e compartilhado nas redes sociais na noite deste sábado (20) mostra a triste realidade da fronteira entre Brasil e Paraguai, enquanto a cidade Ponta Porã permanece vazia com o novo decreto do governador Reinaldo Azambuja que aumentou as medidas de restrição sanitárias no MS para combater a covid-19, ficando decidido que nos finais de semana os comércios não essenciais fecham suas portas as 16h00 ficando funcionando somente alguns serviços após este horário.

Na imagem mostra a cidade de Pedro Juan Caballero lotada de pessoas nos restaurantes e Pubs da cidade , no Paraguai as regras de combate ao coronavírus seguem como antes, fronteira aberta e comércio funcionando com pequenas restrição somente adotando medidas de higiene e distanciamento social, mas na prática não é oque acontece como mostra a filmagem.

Novo toque de recolher no MS inicia com fechamento de bares e dispersão de pessoas

Operações da Polícia Militar para conter desobediência ao novo toque de recolher – instituído pelo Governo do Estado  – começou com abordagem e fechamento de bares, assim como dispersão de pessoas que estavam as ruas fora do horário permitido, que a partir do domingo (14), segue das 20h até às 5 da manhã, durante o período de 14 dias.

Uma frente de fiscalização saiu do Comando da Polícia Militar em Campo Grande, com 14 viaturas da segurança pública, sendo 13 da Polícia Militar, incluindo duas do Batalhão de Choque e mais um do Corpo de Bombeiros.  Com efetivo de 50 homens, o grupo percorreu três regiões da cidade, seguindo primeiro pelo Imbirussu, depois a região da Lagoa e por fim a área central.

No comando, o Capitão Fernando da Costa Neves explicou que o objetivo desta ação era fazer a dispersão de pessoas que estavam fora do horário permitido e fechamento de estabelecimentos que não são essenciais. “A nossa intenção neste primeiro momento é orientação, caso nas próximas abordagens também haja descumprimento das regras, então haverá as punições cabíveis”, explicou ele.

O grupo saiu para as ruas em comboio a partir da 20h, seguindo pela Avenida Mato Grosso, depois Vila Planalto, chegando a Orla Morena, onde houve a primeira abordagem de sete jovens estavam no local. Após revista, eles foram informados sobre as regras e novo horário do toque de recolher e liberados.

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No mesmo local, a Guarda Municipal e agentes de trânsito do Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito) faziam uma blitz, abordando os veículos e também realizando o teste do bafômetro. O grupo de policiais depois seguiu pela Avenida Júlio de Castilho até chegar ao bairro do Zé Pereira. No local foi feita uma ocorrência em um bar que estava aberto, com 12 pessoas no recinto.

Além da revista e fechamento do estabelecimento, também foi verificado se o local tinha o certificado de funcionamento do Corpo de Bombeiros. “Toda empresa precisa dispor deste documento, caso o dono não disponha ele pode ser notificado, receber infração ou até chegar a cassação e interdição do local”, explicou a cabo Graziella Tabosa. Ela ressaltou que no caso deste bar, o dono terá que ir até a corporação emitir o documento necessário.

Orientação

Seguindo para o Jardim Aeroporto, os policiais abordaram 10 jovens, entre eles vários adolescentes que estavam nas ruas, em um grupo fazendo aglomeração. Todos foram revistados e orientados sobre as regras e horários do toque de recolher. O grupo se dispersou e cada jovem seguiu para sua residência.

A operação seguiu ainda na região do Imbirussu pelos bairros Taveirópolis, Tijuca, Coophavilla II, sendo que ao longo do caminho, a maioria dos locais estava fechado, e pequenos grupos que permaneciam nas ruas eram orientados a seguir para suas residências. O comboio ainda percorreu a região do Lagoa e área central da cidade, com foco na dispersão de pessoas e orientação neste primeiro dia de toque de recolher.

As ações de fiscalização vão seguir ao longo da semana em várias frentes, como blitz no trânsito, averiguação da mobilidade das pessoas, funcionamento de estabelecimento em horários irregulares e eventuais festas clandestinas e aglomerações.

As novas regras estabelecidas em decreto estadual pelo governador Reinaldo Azambuja visam reduzir os casos e mortes em decorrência da Covid-19, assim como diminuir a ocupação de leitos nos hospitais do Estado, que já estão no limite em função da pandemia do coronavírus.

Efetivo à disposição

O secretário estadual de Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, anunciou que todo efetivo estará à disposição para cumprimento do decreto e do toque de recolher. Nestas ações estarão a Policia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros, para dar o devido apoio aos guardas municipais e vigilância sanitária.

“Todo efetivo da segurança pública estará atuando, em apoio irrestrito a Secretaria Estadual de Saúde, as secretarias municipais, junto com a guardas municipais naquelas localidades, também apoiando as vigilâncias sanitárias. Não só para garantir a fiscalização e cumprimento do decreto, assim como orientando a população”, afirmou o secretário.

Ele avisou que aqueles que mesmo após orientações, continuarem não cumprindo as novas regras, serão punidos com sanções penais e administrativas. “O objetivo é preservar vidas. Por isto nós vamos fiscalizar o trânsito, atividades e ações que podem gerar ocupação de leitos de UTI e se for necessário teremos que aplicar sanções naqueles que não obedecerem ao decreto e as leis vigentes”.

O secretário revelou que se for necessário vai utilizar a tropa de choque. “Já empregamos em algumas localidades, que realizaram eventos com milhares de pessoas. Nós usaremos a tropa de choque ou qualquer tropa especializada na dispersão de aglomerações”.

Toque de recolher

O novo toque de recolher começou neste domingo (14) e segue até o dia 27 de março, em um período de 14 dias previsto no decreto estadual. Durante este período ele inicia às 20h e segue até às 5 da manhã. Neste horário só podem funcionar os serviços de saúde, transporte, alimentação por meio de delivery, farmácias e drogarias, funerárias, postos de gasolina e indústrias, assim como aqueles considerados essenciais.

Aos sábados e domingos, os serviços que não são classificados como de natureza essencial terão regime especial de funcionamento. Só poderão abrir e atender o público entre 5 e 16 horas. Os estabelecimentos devem funcionar no máximo com 50% de sua capacidade, seguindo ainda outras medidas de biossegurança, como distanciamento social, de um metro e meio entre as pessoas.

(brasiguaionews)

Nota de Falecimento de Emerson José Hartinguer

E com pesar que informamos o falecimento de Emerson Hartinguer vítima da COVID-19.

Descanse em paz. Sentimentos a familiares e amigos.

Idoso perde o controle da direção, capota carro e morre na MS-164

Acidente ocorrido na tarde de sexta-feira (19/03) próximo a Nova Itamarati, distrito de Ponta Porã, na região de fronteira com o Paraguai, matou Agostinho Canto, 82. Ele conduzia uma caminhonete pela MS-164 quando ocorreu o fato.

De acordo com o Ponta Porã News, a vítima seguia pela via com as duas netas no veículo quando perdeu o controle de direção, saiu da pista e capotou.

Com a velocidade, a caminhonete foi parar no mato. As jovens envolvidas no acidente acabaram feridas e foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros até um hospital da região.

As causas do acidente são apuradas pela polícia. 

Douradosnews/pontaporanews

Ministério Público pede ao TCU para trocar Bolsonaro por Mourão na gestão da Covid-19

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) apresentou representação nesta sexta, 19, pedindo o afastamento temporário do presidente Jair Bolsonaro das funções e competências administrativas relacionadas à pandemia de covid. A medida também é estendida aos ministros da Saúde, Casa Civil, Fazenda e outras autoridades que a Corte de Contas venha a identificar como responsáveis pela ‘atual situação caótica no atendimento público de saúde da população’.

A peça é assinada pelo subprocurador-geral Lucas Furtado e se baseia na Lei Orgânica do TCU que permite ao tribunal afastar temporariamente o gestor público em caso de indícios suficientes de que sua manutenção no cargo pode dificultar auditorias ou causar prejuízos aos cofres públicos.

No lugar de Bolsonaro, Furtado pede o reconhecimento da ‘legitimidade, competência administrativa e autoridade’ do vice-presidente Hamilton Mourão para nomear substitutos para os cargos das autoridades afastadas e comandar a execução de políticas públicas de saúde do governo federal durante a crise da covid.

“Em face da inegável urgência do caso em exame, de cuja existência não poderia haver evidência maior do que a instituição de esquema emergencial para atender a alta da demanda por enterros, bem como a implantação de hospitais para catástrofes, fazem-se presentes as condições necessárias e suficientes para que seja adotada medida cautelar determinando o afastamentos das autoridades acima mencionadas, bem como outras que o TCU vier a identificar, incumbindo-se ao vice-Presidente da República, Hamilton Mourão, a responsabilidade por conduzir as políticas públicas relacionadas à prestação de serviços de atendimento à saúde da população”, cobrou Furtado.

Segundo o subprocurador, após tantas vidas perdidas para a covid, ‘o mínimo que se espera seria uma atuação concentrada visando economia de escala e a proteção de todos os brasileiros’ No entanto, Furtado afirma o que se tem visto é uma ‘atuação central em desencontro das orientações dos organismos internacionais de saúde’.

“Não se discute que toda estrutura federal de atendimento à saúde, com recursos financeiros, patrimoniais e humanos, terá representado inquestionável prejuízo ao erário se não cumprirem sua função de atender à população no momento de maior e mais flagrante necessidade. É inaceitável que toda essa estrutura se mantenha, em razão de disputas e caprichos políticos, inerte diante do padecimento da população em consequência de fatores previsíveis e evitáveis”, frisou.

Não há prazo para o TCU avaliar a representação, que deverá ser distribuída a um dos ministros da Corte de Contas. O relator pode decidir em caráter liminar e de forma monocrática ou levar a representação para o plenário do tribunal.

O Tempo

Novo decreto estadual já causa danos irreversíveis ao comércio de Ponta Porã

umento do desemprego e redução do time de colaboradores é a principal preocupação dos comerciantes.

O município de  Ponta Porã na fronteira com o Paraguai, já sente os impactos econômicos causados pelo novo decreto estadual n° 15.632/21, instaurado pelo Governador do estado de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB). A medida que entrou em vigor na semana passada, estabelece o toque de recolher das 20h às 5 da manhã, causando danos irreversíveis ao comércio noturno.

Estabelecimentos  tradicionais da cidade tiveram que reduzir o quadro de colaboradores, causando desemprego em massa na região. Viralizou nas redes sociais um vídeo do desabafo de um comerciante do ramo do entretenimento, onde o mesmo afirma que demitiu todos os funcionários, colocando a família para tomar conta do local.
Segundo ele “este decreto fere o princípio de isonomia, os comerciantes noturnos possuem o mesmo direito dos diurnos, essa flexibilização de horário não funciona e gera mais aglomeração, o problema do vírus não é o comércio e sim as aglomerações”, disse.
Já o proprietário de um restaurante de comida oriental, com lágrimas nos olhos  relata que  “Não vou ter outra alternativa há não ser reduzir o meu quadro de colaboradores”.

ISENÇÃO DE IMPOSTOS:
A câmara dos vereadores de Ponta Porã de forma unânime se manifestou contra o decreto estadual, por iniciativa da Vereadora Lourdes Monteiro (DEM), na última sessão ordinária um ofício foi encaminhado ao Prefeito de Ponta Porã, Hélio Peluffo Filho (PSDB), pedindo a isenção do IPTU, ISS e taxa de alvará aos comerciantes prejudicados pelo decreto, cabendo à decisão a Prefeitura Municipal.
ESTRATÉGIA:
Para cobrir os gastos da folha de pagamento, alguns estabelecimentos do ramo alimentício apostam no almoço e no delivery. Com o horário reduzido, abrem a partir das 11h da manhã com pratos de comida caseira.Não sendo o suficiente para cobrir a demanda de antes. Zeraram a taxa de delivery e realizam promoções, pedindo o apoio da população local.

Por: Wagner Júnior