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Mulher internada com coronavírus morre no HV

Foto: Hedio Fazan

Mulher de 40 anos, moradora em Glória de Dourados, com coronavírus morreu na noite de domingo (21/6) . Ela estava internada no Hospital da Vida, em Dourados, desde o dia 8 de junho. O resultado do teste, apontando positivo para a doença, saiu três dias depois. 

A informação é da SES (Secretaria de Estado de Saúde) e faz com que Mato Grosso do Sul contabiliza 48 mortes de Covid-19. 

Ainda segundo a SES, ela possuía doença renal crônica. 

Agora, o Estado soma 11 mortes em Dourados, oito em Campo Grande, cinco em Três Lagoas, três em Itaporã e Corumbá, duas em Batayporã, Paranaíba, Brasilândia e Rio Brilhante, além de um óbito nas cidades de Vicentina, Iguatemi, Ponta Porã, Sidrolândia, Douradina, Deodápolis, Anastácio, Itaquiraí, Guia Lopes da Laguna e Glória de Dourados. 

douradosnews*

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Prefeitura conclui 1ª etapa de asfalto no bairro São Rafael

Asfalto no São Rafael leva qualidade de vida aos moradores

Bairro recebe benfeitoria que será estendida a outras ruas, levando qualidade de vida à região

A prefeitura de Ponta Porã concluiu a primeira etapa do asfaltamento no bairro Jardim Flamboyant e bairro São Rafael, rua Vicente Azambuja, uma das principais vias da região sul da cidade e com intenso fluxo. Os trabalhos estão concluídos e a próxima etapa contemplará todo o bairro. No São Rafael, o asfalto passa pela Unidade de Saúde Básica “Eliza Medina Barreto”, melhorando as condições para os moradores chegaram até o local.

O prefeito Hélio Peluffo anunciou pavimentação asfáltica para mais seis bairros e receberam asfalto, calçada e meio fio são 100% do Residencial Ponta Porã 1, Bosque de Ponta Porã, São João, Jardim Estoril, Flamboyant e São Rafael. O Residencial Ponta Porã 1 recebe pavimentação de todas as vias, melhorando significativamente a qualidade de vida dos moradores. O calçamento é a última etapa.

No bairro Residencial Ponta Porã 1, os trabalhos do calçamento também estão concluídos e os moradores comemoraram a benfeitoria. O prefeito Hélio Peluffo acompanha de perto toda a execução das obras nas diversas regiões da cidade.

Os trabalhos de infraestrutura seguem para várias regiões da cidade. No Jardim Estoril, são 3.796m de asfalto, já no Bosque de Ponta Porã foram 2.640m e no bairro São João 1.165m. A Prefeitura de Ponta Porã concluiu obra de infraestrutura urbana e qualidade de vida, aplicando R$ 2,5 milhões nas obras de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais no Bairro Residencial Flamboyant, alcançando as ruas Missionária Maria, Sergio Antônio Duarte, Rosa Setzu C. Uemura, Cinco, Rosa Vermelha, Pedro Paschoal Colman, Doze e Treze, numa extensão de 2.808,79m.

“Estamos trabalhando firme para levar o máximo de conforto e infraestrutura para o centro e os bairros de Ponta Porã. Em parcerias com o Governo do Estado recapeamos 20 km de avenidas centrais e fundamentais para o trânsito local, trabalho que vamos ampliar em 2019. Nos bairros aplicamos recape com microrevestimento superficial, uma técnica desenvolvida na Europa, que preserva os pavimentos”, falou o prefeito Hélio sobre a área de obras e infraestrutura.

ASFALTO SÃO RAFAEL 2

Assessoria

Câmara dos deputados não tem maioria para aprovar PEC do adiamento das eleições e pleito pode ser mantido em outubro

Se no Senado a ideia de adiamento das eleições municipais já está conciliada a ponto de a votação da PEC (proposta de emenda à Constituição) sobre o tema estar marcada para esta terça-feira (23), na Câmara os deputados estão longe de um consenso.

Na semana passada, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), designou o senador Weverton (MA), líder do PDT na Casa, como relator da PEC.

O texto, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e assinado também por outros congressistas, acrescenta um artigo ao ADCT (Ato das Disposições Constitucionais Transitórias).

A PEC adia de 4 de outubro para 6 de dezembro o primeiro turno das eleições para prefeito, vice-prefeito e vereador. Se houver necessidade, o segundo turno ocorreria em 20 de dezembro pelo calendário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), seria em 25 de outubro.

O adiamento se baseia na avaliação de médicos e especialistas ouvidos nas últimas semanas pelos congressistas e pelo TSE.

Segundo eles, essa diferença de semanas seria fundamental para que o pleito ocorresse em condições sanitárias mais seguras, em um contexto de curva descendente de casos de Covid-19 em muitas localidades do país.

A PEC estabelece ainda que os mandatos dos atuais prefeitos, vice-prefeitos e vereadores não serão prorrogados tanto Alcolumbre quanto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se opõem à possibilidade.

Mas se Maia defende o adiamento, desde que sem prorrogação de mandatos, a posição não está pacificada entre os partidos que compõem a Câmara, como o próprio deputado reconhece.

“Acho que no Senado tem maioria. Acho que na Câmara ainda não tem e talvez não tenha”, afirmou, em entrevista concedida na quinta-feira (18). “O que temos de discutir é se os votos existem para o adiamento da votação ou não.”

O impasse fez com que fosse abandonada uma das iniciativas para conciliar o tema, a constituição de uma comissão mista de deputados e senadores para estudar o adiamento.

A divergência na Câmara reflete uma pressão de prefeitos, em especial os que buscam a reeleição.

O tempo mais curto de campanha eleitoral é visto como um trunfo por quem tenta um novo mandato. Além disso, os adversários teriam de se adaptar à realidade da pandemia para de conquistar eleitores, ampliando o uso de redes sociais, por exemplo, no lugar dos tradicionais comícios e do corpo a corpo.

Na terça (16), Maia defendeu a extensão do tempo de TV e rádio dos dias de exibição da propaganda eleitoral como forma de tentar equalizar as condições de candidatos na disputa.

A divisão atinge algumas das maiores bancadas da Câmara, como a do DEM, PP, PL, MDB e Republicanos. Com isso, dificilmente a PEC teria apoio suficiente entre os deputados.

Para passar na Câmara, a proposta precisaria ser aprovada pelo plenário em dois turnos e obter o apoio de pelo menos três quintos dos deputados (308 votos). No Senado, também são dois turnos, e o respaldo tem de ser dado por ao menos 49 senadores.

Líder do Cidadania na Câmara, o deputado Arnaldo Jardim (SP) defende o adiamento das eleições, mas sem prorrogação de mandatos de prefeitos e vereadores.

“O mais correto e que concilia a necessidade de fazer eleições com a pandemia é o primeiro turno em 15 de novembro e o segundo em 29 de novembro”, diz.

Segundo ele, um prazo mais elástico poderia comprometer a aprovação das contas de campanha, o que arriscaria a posse em 1º de janeiro.

Jardim diz ter percebido uma mudança de humor dos deputados sobre o tema. “Sinto um nível de reação grande dos atuais prefeitos e de alguns partidos na Câmara. Na minha avaliação, está difícil conseguir constituir maioria sobre o assunto”, afirma.

Um dos argumentos usados pelos congressistas que defendem a manutenção das datas do calendário do TSE é a falta de consenso sobre quando haverá, de fato, uma queda na curva da pandemia.

Alguns especialistas falam em agosto e setembro, enquanto outros só veem uma melhora a partir de outubro. Além disso, a pandemia atinge os municípios de maneira diferente, como ressaltou o próprio Maia em entrevista na semana passada.

“Você vai ter municípios que vão dizer que não era necessário, porque já não há mais o risco do aumento da contaminação, e você vai ter outros que vão dizer que, se a gente não tivesse adiado, não teria condições de realizar as eleições, de pedir votos”, disse. “Então, você vai ter num país continental várias realidades.”

Sem uma clareza sobre quando seria seguro realizar os dois turnos, eles avaliam que adiar para novembro ou dezembro seria inócuo.

No entanto, há o receio sobre como a população encararia a manutenção de datas. Alguns temem que a decisão seja interpretada como uma preocupação maior com a preservação do calendário eleitoral do que com a saúde dos eleitores, o que poderia desgastar a imagem da Câmara perante a sociedade.

NÃO É TÃO SIMPLES MUDAR A CONSTITUIÇÃO

Conhecendo a tramitação de uma PEC:

O que é?
Proposta de Emenda à Constituição (PEC) é uma atualização, um emendo à Constituição Federal. É uma das propostas que exige mais tempo para preparo, elaboração e votação, uma vez que modificará a Constituição Federal. Em função disso, requer quórum quase máximo e dois turnos de votação em cada uma das Casas legislativas, Câmara dos Deputados e Senado Federal.

Qual o caminho de uma PEC?

Na Câmara dos Deputados

1) CCJ da Câmara:
Quando uma PEC chega ou é criada na Câmara dos Deputados, ela deve ser enviada, antes de tudo, para a Comissão de Constituição e Justiça e de Redação (CCJ). É nesse ponto que começa seu caminho pela Câmara, a chamada tramitação, rumo à aprovação.

A CCJ dirá apenas em, no máximo, cinco sessões se a proposta pode ou não ser aceita. Se aceita, dizemos que sua admissibilidade foi aprovada e passa-se para, então, para a Comissão Especial.

Se não preencher os requisitos exigidos pela Constituição, a comissão decidiu pela sua inadmissibilidade. Quando isso ocorre, a carreira da PEC na Câmara acabou. Ela irá para o arquivo. Nesse caso, diz-se que a decisão da CCJ tem caráter terminativo, é uma proposta inconstitucional que não irá a Plenário.

A PEC em questão, por sua vez, deixa de ser examinada, a não ser em um único caso, quando o autor da proposta pede sua apreciação preliminar pelo Plenário. Nesse caso, ele precisará do apoio de um terço do total dos deputados que vão decidir apenas se a proposta pode ou não ser admitida.

Para dar o parecer da CCJ, isto é, para dizer se a proposta é constitucional ou não, nomeia-se um relator. Ele decidirá pela admissibilidade integral, admissibilidade com emendas ou pela inadmissibilidade. As emendas só serão aceitas se visarem apenas corrigir erros da proposta que impedem a admissibilidade. Dizemos então, que a emenda tem caráter saneador.

O relator lerá seu texto, em uma sessão da CCJ, iniciando-se logo em seguida a discussão. Os deputados podem querer mais tempo para examinar a proposta. Pedirão, para isso, concessão de vista, que será concedida pelo prazo de duas sessões. Se o plenário achar que a discussão já foi suficiente, poderá decidir pelo encerramento dela se pelo menos dez deputados já tiverem falado.

Se as sugestões forem pertinentes, o relator pode fazer alterações na proposta original e fazer as mudanças sugeridas. O parecer do relator poderá ser rejeitado, aprovado apenas em parte ou aprovado na íntegra.

Se rejeitado, o presidente da comissão nomeia outro relator, que será encarregado de redigir o texto sobre a posição majoritária da comissão.

Se for aprovado apenas em parte, por meio da aprovação de destaque, isso significa que alguma emenda foi rejeitada ou que uma parte da proposta original foi suprimida porque continha erros.

Se for aprovado na íntegra, será considerado o parecer oficial da comissão. Encerra-se, assim, a tramitação da proposta na CCJ.

2) Comissão Especial:
Aprovada na CCJ, o presidente da Câmara cria uma Comissão Especial para o chamado exame de mérito, ou seja, a análise de seu conteúdo, que tem prazo de 40 sessões ordinárias para analisar o texto. A Comissão Especial tem um presidente e três vice-presidentes, eleitos por seus pares. Entre as atribuições de uma Comissão Especial está a de analisar uma proposta de emenda à Constituição.

Nas dez primeiras sessões, os deputados têm a oportunidade de apresentar emendas ao projeto do governo apenas se tiverem apoio de pelo menos um terço da composição da Câmara (171 deputados) por emenda apresentada.

O parecer da Comissão Especial será apenas uma sugestão, uma indicação para orientar a decisão do Plenário da Câmara. Por isso, a aprovação do parecer do relator na Comissão Especial não exige o chamado quórum qualificado de três quintos obrigatórios para a votação, no Plenário, de qualquer emenda à Constituição.

Na Comissão Especial, bastará que a proposta tenha a aprovação da maioria dos votos dos presentes. Mas atenção: para ser votado o parecer da Comissão Especial, será exigida a presença da maioria dos integrantes da comissão.

O relator faz, então, um parecer, que pode ser de aprovação total, rejeição total ou parcial, emendas pontuais e substitutivo. Se aceito, diz-se que a admissibilidade foi aprovada e, então, nomeia-se um relator.

3) Plenário da Câmara:
Aprovada na comissão, a PEC está pronta para votação em plenário. Entretanto, há algumas regras a serem seguidas. É necessária a aprovação em dois turnos, com espaço de pelo menos cinco sessões entre um turno e outro. Esse prazo é chamado de interstício.

Para ser aprovada, a proposta deverá obter os votos de três quintos, no mínimo, do número total de deputados da Câmara em cada turno da votação. Ou seja, aprovação de 308 dos 513 deputados. A esse quórum que aprovar emendas à Constituição, dá-se o nome de quórum qualificado.
Após a aprovação da proposta em segundo turno, ela deverá também voltar à Comissão Especial para a redação final do que foi aprovado. Se for o caso, poderão ser propostas emendas de redação.

A votação da redação final pelo Plenário deverá ocorrer após o prazo de duas sessões, contado a partir de sua publicação ou distribuição em avulsos.

No Senado Federal

4) CCJ do Senado:
O Presidente da Câmara mandará a proposta aprovada para o Senado onde tramitará segundo as regras de seu Regimento Interno que é diferente do da Câmara. No Senado, a proposta irá apenas para a Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ), que dará parecer sobre todos os seus aspectos. O Regimento do Senado não distingue admissibilidade e mérito. A comissão tem prazo de 30 dias para dar o parecer.

Para propor emendas, a Comissão deve ter a assinatura de pelo menos um terço do Senado.

5) Plenário do Senado:
Aprovada na CCJ, a proposta segue diretamente para o plenário, que abre prazo de cinco sessões para discussão. A aprovação também se dá em dois turnos, com votação favorável mínima de 60% dos senadores em cada um dos turnos. São necessário, ma legislatura atual, aprovação de 49 dos 81 senadores. O intervalo entre as votações é de no mínimo cinco dias.

Durante a discussão em segundo turno apenas emendas que não alterem o mérito da proposta poderão ser apresentadas. Outras emendas poderão ser apresentadas durante a discussão da proposta no Plenário em primeiro turno. Essas emendas deverão ser assinadas pelo menos por um terço dos senadores.

O Senado poderá rejeitar a proposta, propor alterações ou aprová-la integralmente:
Rejeitar a proposta – a PEC é mandada para o arquivo e não poderá mais ser apresentada na mesma Legislatura. Dizemos que está com impedimento constitucional.

Propor alterações – a matéria retornará à Comissão Especial da Câmara para a apreciação das alterações. Volta-se, então, praticamente ao mesmo ponto de partida da tramitação, já que as emendas deverão seguir o mesmo procedimento da proposta original.

Aprová-la integralmente – a Câmara será comunicada e deverá ser convocada sessão do Congresso para a promulgação.

6) Promulgação:
Caso a PEC que saiu da Câmara não tenha sido alterada pelo Senado, o texto é promulgado em sessão no Congresso pelo Presidente da República e entra, então, em vigor.

diariomsnews*

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Menor é pego fazendo manobras com moto em Ponta Porã

Fazer manobras perigosas no trânsito é um risco desnecessário para você e para os outros

Por volta das 17h00 uma guarnição da GCMFron se deslocava em ronda preventiva pela rua Guaíba, Jardim Primavera, quando se deparou com o condutor de uma motocicleta de procedência estrangeira, da marca/modelo Kenton C110, de cor vermelha, fazendo malabarismo/equilibrando-se em uma roda. Ao avistar a viatura, o referido condutor empreendeu em fuga, dando início a um acompanhamento tático.

Apreendido azendo manobras perigosas

Perto do rodoanel, o autor alcançado, logo após preso e identificado como sendo M.G. (17), que não portava nenhum documento de porte obrigatório da referida motocicleta. Diante dos fatos o autor foi conduzido para o 1º DP para os procedimentos cabíveis e a moticicleta foi apreendida.

A ocorrência aconteceu em Ponta Porã-MS, cidade situada a 320 km da capital Campo Grande.

Brasiguaio News*

PM persegue veículo na fronteira

Um motorista fugiu e PM persegue até o mesmo abandonar o automóvel

O fato aconteceu na tarde deste sábado (20) em Ponta Porã ( distante 360 quilômetros de Campo Grande), o motorista abandonou o veículo e fugiu do cerco policial. A Toyota Hilux SW4 é blindada na ação recebeu tiros no para-brisa traseiro, supostamente disparados pela viatura da Polícia.

Nada foi encontrado no veículo, o carro tem placa brasileira, o motorista conseguiu empreender fuga e não foi identificado até o momento.

PM persegue

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Ponta Porã irá implantar barreiras sanitárias nas entradas da cidade

Divulgação

Aconteceu na manhã deste sábado (20) na Prefeitura de Ponta Porã ( distante 360 quilômetros de Campo Grande), uma reunião entre o prefeito Hélio Peluffo e representantes da Vigilância Sanitária e Epidemiológica, além das gerências de Saúde. Segundo o prefeito em comum acordo os parceiros definiram pontos estratégicos que devem funcionar barreiras sanitárias com a finalidade de fazer prevenção contra o Coronavírus.

“Nesta reunião com a equipe da Saúde decidimos implantar barreira sanitária, começando na BR 463, saída/chegada de Dourados. Os preparativos estão sendo feitos para ativação da barreira nos primeiros dias da próxima semana. O objetivo é testar casos suspeitos e monitorar visitantes para ampliar a proteção à nossa população”. disse o prefeito.

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Governo recupera R$ 40 milhões em benefícios recebidos indevidamente

Lançamento do aplicativo CAIXA|Auxílio Emergencial

O governo federal recebeu de volta, até o dia de hoje (19), R$ 39,6 milhões correspondentes ao pagamento de auxílio emergencial a pessoas que não se enquadravam nos critérios. Foram, no total, 47,7 mil pessoas que fizeram a devolução do benefício.ebc

Segundo o governo, entre aqueles que recebem o benefício equivocadamente, existem aqueles que se enganam, outros que agem de má-fé e um terceiro grupo incluído de forma equivocada. Para devolver a quantia, é necessário entrar no site criado especificamente para devolução, emitir a Guia de Reolhimento da União (GRU) e pagá-la.

Os ministérios da Cidadania e da Justiça firmaram, em maio, acordo de cooperação técnica para operacionalizar ações de caráter preventivo e repressivo a fraudes relacionadas ao auxílio emergencial. O ministério também tem parceria com a Controladoria Geral da União (CGU). Por meio desse acordo de cooperação, os dois órgãos identificam irregularidades no pagamento do auxílio.

Quem tem direito ao auxílio emergencial?

Tem direito ao benefício o cidadão maior de 18 anos (ou mãe com menos de 18) que atenda a todos os seguintes requisitos:

• Pertença à família cuja renda mensal por pessoa não ultrapasse meio salário mínimo (R$ 522,50) ou cuja renda familiar total seja de até 3 (três) salários mínimos (R$ 3.135,00); e

• Que não esteja recebendo benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou outro programa de transferência de renda federal, exceto o Bolsa Família;

• Que não tenha recebido em 2018 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 (vinte e oito mil, quinhentos e cinquenta e nove reais e setenta centavos);

• Esteja desempregado ou exerça atividade na condição de:

– Microempreendedores individuais (MEI);

– Contribuinte individual da Previdência Social;

– Trabalhador Informal, de qualquer natureza, inclusive o intermitente inativo.

Quem não tem direito ao auxílio?

Não tem direito ao auxílio emergencial o cidadão que:

• Pertence à família com renda superior a três salários mínimos (R$ 3.135,00) ou cuja renda mensal por pessoa da família seja maior que meio salário mínimo (R$ 522,50);

• Tem emprego formal;

• Está recebendo seguro-desemprego;

• Está recebendo benefícios previdenciários, assistenciais ou benefício de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família;

• Recebeu rendimentos tributáveis acima do teto de R$ 28.559.70 em 2018, de acordo com declaração do Imposto de Renda.

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Homem resiste a assalto e morre após ser baleado em PJC

Homem resiste

Homem resiste a um assalto e foi morto na fronteira

Segundo informações da rádio futura há rumores de que a vítima, agora falecida, teria resistido a um assalto. O crime ocorreu no Bairro Obrero, em Pedro Juan Caballero, Milciades Valiente Reinoso (29) é a identidade da vítima.

O homem não resistiu aos ferimentos e morreu. Notícia em andamento.

Homem resiste

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Um moto entregador de 28 anos, identificado como Milciades Valiente Reinoso, foi morto durante um assalto na noite desta sexta-feira (19) em Pedro Juan

United pressiona, mas fica no empate com o Tottenham pelo Campeonato Inglês

Pela 30ª rodada do Campeonato Inglês, o Tottenham recebeu o Manchester United em um confronto direto por uma vaga na Liga Europa. Os Spurs até abriram o placar com Bergwijn, mas os Red Devils pressionaram e buscaram o empate em um pênalti cobrado por Bruno Fernandes, deixando a partida em 1 a 1.

Com o resultado, o Manchester United segue em 5º lugar na tabela do Campeonato Inglês, com 45 pontos, mas pode ser ultrapassado pelo Sheffield United ao final da rodada. Na 8ª colocação, com 42 pontos, está o Tottenham, fora da zona de classificação para a Liga Europa.

O Tottenham volta aos gramados na próxima terça-feira, quando vai enfrentar o West Ham, em casa. Já o Manchester United entrará em campo na quarta-feira para receber o Sheffield United no Old Trafford.

O jogo – Antes da bola rolar no Tottenham Stadium, os jogadores das duas equipes respeitaram um minuto de silêncio e aplaudiram em homenagem às vítimas da pandemia do novo coronavírus. Depois, os atletas se ajoelharam no meio-campo em uma campanha contra o racismo.

Após o apito inicial do árbitro Jonathan Moss, Tottenham e Manchester United demoraram para entrar de vez na partida. A primeira grande chance foi da equipe visitante, aos 21 minutos. Bruno Fernandes cruzou rasante na entrada da área, Davinson Sánchez cortou mal e a bola sobrou dentro da área para Marcus Rashford. O atacante inglês chutou de primeira com o pé direito, mas Lloris fez uma grande defesa ao esticar a perna.

Dali em diante, o jogo esquentou. Aos 22, Fred arriscou de fora da área, mas Lloris não teve problemas para fazer a defesa. Três minutos depois, o goleiro do Tottenham parou o ataque do United mais uma vez. Daniel James cruzou mal, mas Rashford conseguiu salvar e ajeitar para Bruno Fernandes, que arrematou nas mãos do francês.

Justamente quando os Red Devils eram melhores na partida, a equipe do técnico José Mourinho abriu o placar. Com 28 minutos de confronto, Bergwijn aproveitou sobra no meio-campo para arrancar, driblando Maguire com facilidade e invadindo a grande área. O holandês, então, bateu firme em cima do goleiro De Gea, mas a bola foi forte demais e o espanhol não foi capaz de fazer a defesa.

O Manchester United tentou responder imediatamente. Fred levantou na área e Sánchez tentou cortar, mas a bola bateu em Rashford e se encaminhava para o canto direito do gol do Tottenham, até que Lloris se esticou e deu um tapa para evitar o empate.

Quem imaginava que só o goleiro dos Spurs iria aparecer com grandes defesas, se enganou. Aos 31 minutos, De Gea fez uma bela ponte após uma cabeçada de Son, mandando a bola para escanteio.

No início do segundo tempo, o time comandado por Solskjaer se lançou ao ataque em busca do empate. Aos oito minutos, Bruno Fernandes recebeu de Martial na entrada da área e bateu de direita. A bola foi fraca, mas tirou tinta da trave direita de Lloris e assustou a equipe londrina.

Dez minutos depois, Bruno Fernandes limpou a defesa do Tottenham e fez grande passe para Martial dentro da área. O francês dominou e bateu firme com o pé esquerdo, mas Dier travou o chute e impediu o gol dos visitantes.

Martial ainda teve outra grande chance de mudar o resultado do jogo quando aproveitou o cruzamento de Luke Shaw para dominar e bater firme com a canhota, no alto. Lloris, no entanto, provou que estava em uma noite inspirada e fez uma defesa espetacular.

Depois de muito pressionar, o Manchester United empatou o jogo aos 35 minutos. Pogba, que entrou em campo pela primeira vez em quase seis meses, fez uma grande jogada individual pela direita e foi derrubado dentro da área por Dier. Na cobrança do pênalti, Bruno Fernandes deslocou Lloris e bateu firme no canto inferior esquerdo para deixar o marcador em 1 a 1.

Jonathan Moss ainda chegou a assinalar mais um pênalti para o Manchester United, após Bruno Fernandes cair na área e alegar um pisão de Dier. Com a ajuda do VAR, o árbitro voltou atrás na marcação e acabou com as chances de uma virada dos visitantes.

Confira o resultado de todos os jogos desta sexta-feira pelo Campeonato Inglês:

Norwich 0 x 3 Southampton

Tottenham 1 x 1 Manchester United

Gazeta Esportiva*

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