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DISPONÍVEL CONTEÚDO PARA ALUNOS EM QUARENTENA

Escola João Carlos Pinheiro Marques da Rede Municipal de Educação de Ponta Porã – MS que tem cerca de 1010 alunos muitos destes alunos são brasileiros residentes em Pedro Juan Caballero no Paraguai.

Preocupados com a possível defasagem que os alunos poderiam ter neste período a unidade escolar criou uma ferramenta para disponibilizar aos seus alunos conteúdos pedagógicos nas diversas áreas de conhecimento.

De acordo com a Diretora Tania Loureiro da Silva o objetivo do https://emjoaocarlospinheiromarques2020.blogspot.com/ e propiciar aos alunos diversos conteúdos, para se mantendo atualizados evitando que os educandos fiquem entediados e desmotivados durante a quarentena, aos pais e responsáveis é uma maneira de monitorarem as atividades dos seus filhos, pois neste período crítico devido a PANDEMIA, os alunos estão realizando atividades programadas em suas casas o que proporciona manutenção do seu conhecimento e facilitará seu desempenho escolar no retorno as aulas.

A preocupação da diretora Tania Loureiro da Silva foi de facilitar o dia a dia de cada família da comunidade escolar da EPM João Carlos Pinheiro Marques, a ideia foi um consenso entre a equipe pedagógica da escola por meio da coordenação, professores com apoio do corpo administrativo, para que de certo segundo a diretora, a equipe deve estar unida todos fazem a diferença, cada funcionário da escola e de suma importância neste momento.

Por ter uma preocupação e atuar a décadas na educação a diretora Tania Loureiro da Silva deixou aberto o blog para que quem quiser de qualquer unidade escolar dentro e

fora do estado tenha acesso ao conteúdo, o momento e de se ajudar compartilhar formas que facilitem a vida de todos neste período, a escola pode estar fechada, mas os trabalhos continuam cada um da equipe da escola João Carlos Pinheiro Marques esta na sua casa elaborando os conteúdos fazendo seu planejamento para que o blog tenha sucesso.

O que aconteceu em poucos dias o blog teve mais de 4.500 acessos, 3.250 do Brasil e 1.350 do Paraguai que faz fronteira seca com a cidade de Ponta Porã – MS, para surpresa de todos, mais de 200 acessos de outros países nesta lista estão Portugal, Estados Unidos, Alemanha, Espanha, Argentina etc..

Para facilitar o acompanhamento das atividades, foi criado grupo de Whats para cada série (ano) assim os alunos, pais ou responsáveis podem sanar suas dúvidas com os professores, direção e coordenação pedagógica da unidade escolar, que enfatiza que os grupos são exclusivamente para assuntos referentes ao conteúdo pedagógico.

Em tempos difíceis devemos encontrar soluções e não focar somente no problema.

A escola disponibilizou o link do blog para todos aqueles que queiram se utilizar dos conteúdos. https://emjoaocarlospinheiromarques2020.blogspot.com/

Nota informativa:

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Como medida de prevenção e enfrentamento à COVID-19 o Poder Executivo Municipal, dispõe sobre restrições ao funcionamento de bares, lanchonetes, academias e outros locais de acesso ao público.

De acordo com o Decreto de nº 8.459 de 20 de março de 2020, em seu inciso V- fica suspenso o funcionamento de bares, boates, discotecas, danceterias, casas de shows e estabelecimentos congêneres, sendo vedado o acesso do público a esses locais;

A Assessoria de Comunicação Social da GCMFron

Coronavírus: Senado aprova auxílio emergencial de R$ 600 Fonte: Agência Senado

Alesandro Vieira (na tela) foi o relator da proposta, aprovada em sessão remota presidida por Antonio Anastasia (C) Fonte: Agência Senado

O Plenário do Senado aprovou nesta segunda-feira (30) o auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais de baixa renda, a ser concedido durante a pandemia do novo coronavírus (PL 1.066/2020). A medida durará, a princípio, três meses, mas poderá ser prorrogada. O projeto segue agora para a sanção presidencial.

O benefício será destinado a cidadãos maiores de idade sem emprego formal, mas que estão na condição de trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI) ou contribuintes da Previdência Social. Também é necessário ter renda familiar mensal inferior a meio salário mínimo per capita ou três salários mínimos no total e não ser beneficiário de outros programas sociais ou do seguro-desemprego.

Para cada família beneficiada, a concessão do auxílio ficará limitada a dois membros, de modo que cada grupo familiar poderá receber até R$ 1.200. Depois da sanção, o início dos pagamentos dependerá de regulamentação do Poder Executivo.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre — que contraiu a covid-19 e está afastado, em tratamento —, publicou nas suas redes sociais mensagem na qual pede ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que sancione imediatamente o PL 1.066/2020.

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O projeto foi aprovado com ajustes de redação feitos pelo relator, senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), para eliminar dúvidas quanto à aplicação de alguns dispositivos. Como as mudanças não alteram o conteúdo do texto, ele não precisará voltar para a Câmara dos Deputados, onde teve origem.

Os benefícios do Bolsa Família são os únicos que não excluem a possibilidade de receber o auxílio aprovado nesta segunda-feira. Nesse caso, quando o valor do auxílio for mais vantajoso para uma família inscrita no programa Bolsa Família, o auxílio o substituirá automaticamente enquanto durar essa distribuição de renda emergencial.

Os pagamentos serão feitos pelos bancos públicos federais (Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal) em três parcelas mensais, no mínimo. Os beneficiários receberão o valor em contas criadas especialmente para esse fim, que não exigirão a apresentação de documentos e não terão taxas de manutenção. Será possível fazer uma movimentação gratuita por mês para qualquer outra conta bancária.

Trabalhadores em contratos intermitentes que não estejam em atividade também poderão receber o auxílio, enquanto durar essa condição. Mães solteiras receberão, automaticamente, duas cotas do benefício.

A verificação de renda para receber o auxílio será feita pelo Cadastro Único do Ministério da Cidadania. Trabalhadores informais que não estavam inscritos no Cadastro antes do dia 20 de março poderão participar por autodeclaração.

A Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado estima que o auxílio emergencial vai beneficiar diretamente 30,5 milhões de cidadãos — cerca de 14% da população do país, segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E a estimativa de seu custo é de R$ 59,9 bilhões em 2020 — o equivalente a 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do país no ano passado.

Discussão

O senador Alessandro Vieira destacou que o novo coronavírus precipitou a “maior crise sanitária dos últimos 100 anos” para o mundo, o que terá inevitáveis reflexos econômicos sobre a vida da população. Dessa forma, argumentou ele, é preciso garantir recursos para proteger as vidas dos cidadãos.

— Nós não podemos escolher entre ter ou não ter essa crise. Ela está aí, é um fato. Nós podemos, sim, escolher como enfrentá-la e como sair dela. O auxílio é essencial para evitar que, diante de uma situação de desespero, os trabalhadores deixem as suas casas e se exponham à doença para trazer comida para a sua família.

Alessandro também cobrou a rápida sanção e regulamentação da iniciativa, e defendeu que o Congresso pressione o Executivo pela implementação do auxílio.

— O recurso não vai chegar lá na ponta por graça dos nossos discursos, ele não vai chegar lá por “mitada” na internet. É preciso muito trabalho duro no mundo real para garantir que isso aconteça.

O projeto recebeu várias emendas de senadores para que o auxílio fosse estendido a categorias profissionais vulnerabilizadas pela crise, como taxistas, pescadores artesanais, agricultores familiares e catadores. Alessandro Vieira preferiu rejeitar todas as propostas para evitar que o projeto precisasse voltar para a Câmara, mas ressaltou que essas emendas poderão ser incorporadas a projetos que tramitam no Senado e que também tratam de programas de renda mínima. É caso do PL 873/2020, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que poderá ser votado nesta terça-feira (31).

O papel do governo federal na aprovação do auxílio emergencial foi motivo de discordâncias durante a votação do respectivo projeto. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), atribuiu ao presidente Jair Bolsonaro o valor final de R$ 600, afirmando que o Congresso havia, inicialmente, decidido pelo valor de R$ 500.

— Isso mostra a sensibilidade e o empenho do presidente para levar um valor maior a todos que serão atingidos pelas consequências do combate ao coronavírus — avaliou.

Senadores da oposição, no entanto, lembraram que a iniciativa original do Ministério da Economia previa apenas R$ 200 para cada trabalhador informal, e que o governo não se mobilizou para encaminhar uma proposta formalizada ao Congresso.

Os senadores Randolfe Rodrigues e Paulo Paim (PT-RS) observaram que o presidente poderia ter encaminhado o auxílio emergencial na forma de medida provisória, que já teria validade imediata, mas não o fez. O projeto aprovado nesta segunda-feira teve origem em um texto que já tramitava na Câmara dos Deputados, e só terá validade depois de sanção presidencial e regulamentação pelo Executivo.

Já o senador Humberto Costa (PT-PE) classificou o governo como “fracassado” na reação à pandemia.

— Este governo continua sendo incapaz, incompetente e despreparado. O Congresso precisa estar unido para tentar impedir que o conjunto de ações tresloucadas feitas por esse presidente não venha a prosperar — criticou ele.

Mudanças no BPC

Além do auxílio emergencial, o projeto também trata do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Um de seus efeitos será, na prática, o adiamento das novas regras de concessão para 2021.

Segundo regra promulgada na semana passada, após derrubada de veto presidencial pelo Congresso Nacional, o BPC deve passar a ser concedido a idosos e pessoas com deficiência de famílias que recebam até meio salário mínimo per capita. No entanto, o PL 1.066/2020 indica que essa mudança só valeria a partir de 2021.

Isso acontece porque, originalmente, o único conteúdo do projeto se referia a essa mudança no BPC — quando o texto foi apresentado, o Congresso ainda não havia feito as mudanças que foram aprovadas nesta segunda-feira. O projeto foi usado como veículo para o auxílio emergencial, mas manteve também suas medidas originais.

A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) havia apresentado requerimento para que o Senado suprimisse esse dispositivo (presente no texto original), de modo a não prejudicar a aplicação imediata das novas regras para o BPC. No entanto, caso isso acontecesse, o projeto teria que retornar à Câmara dos Deputados, conforme explicaram o senador Alessandro Vieira e o presidente em exercício do Senado, Antonio Anastasia. Zenaide optou por retirar o destaque, para que a questão seja abordada em um projeto futuro.

Fonte: Agência Senado

Mandetta admite dificuldade para comprar testes e avisa: não vai ter para todos

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O Ministério da Saúde anunciou a chegada de 500 mil testes rápidos importados nesta segunda-feira, 30, para detectar o novo coronavírus. A demanda da pasta, no entanto, é muito maior: 22,9 milhões entre os dois tipos de testes encomendados.

Em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, o chefe da pasta, Luiz Henrique Mandetta, admitiu que não haverá recursos para testes em “todo mundo” após ser questionado pelo Estadão/Broadcast Político sobre a disponibilidade de exames e os critérios de distribuição.

 Nesse contexto, o sistema público se prepara para realizar exames em pacientes graves, profissionais de saúde e de segurança e por amostragem em casos leves. O Brasil registra 4 579 casos confirmados da covid-19, transmitida pelo novo coronavírus. As mortes pela doença chegam a 159.

Uma das dificuldades citadas pelas autoridades é justamente a subnotificação de casos, ou seja, o número pode ser muito maior considerando diagnósticos que deixaram de ser feitos no País. A dificuldade, de acordo com o ministério, é com a disponibilidade de testes nos países produtores, como China e Estados Unidos.

 “Há um desabastecimento global de insumos para produção dos testes, ou seja, acaba afetando a disponibilidade”, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Wanderson de Oliveira, na coletiva realizada no Palácio do Planalto.

 A pasta encomendou dois tipos de testes: o RT-PCR, usado para diagnosticar a covid-19 em pacientes graves internados e por amostragem em casos leves em locais estratégicos do País. Esse exame é feito retirando uma secreção do nariz do paciente e pode identificar a doença já no começo dos sintomas. Para esses, o ministério espera receber 40 mil testes da Fiocruz até quarta-feira, 1.

 Outro teste, o chamado “teste rápido”, será feito em profissionais de saúde e de segurança para identificar se essas pessoas já tiveram coronavírus no passado e podem voltar ao trabalho. Esse diagnóstico serve para monitorar o avanço da doença no País e levantar a quantidade de pessoas que desenvolveram defesa no organismo ao vírus, segundo Mandetta. Mas só identifica o vírus a partir do sétimo dia do início dos sintomas. Para esse, a pasta espera ter a entrega de 1,5 milhão de testes por mês.

 Frente à falta de materiais para diagnóstico, o ministro chamou a atenção para a quantidade limitada de kits. “Não façam um ataque aos kits. Nós vamos comprar, já compramos, 5 milhões. Esse avião (hoje) está chegando com 500 mil. Na hora que dividir, vai dar um pouquinho para cada local”, disse Mandetta em uma fala direcionada às secretarias estaduais e municipais de Saúde.

O ministro chegou a citar a realização dos testes como condição para estabelecimentos comerciais reabrirem. “O dono do restaurante vai ter que testar os seus funcionários antes para saber quem tem anticorpo”, declarou, sem detalhes.

 Para os secretários de saúde, Mandetta fez apelo por critérios para aplicação e protocolos definidos pela pasta. “Se falar ‘vamos fazer de todo mundo’, vai acabar o teste em um dia e vão falar ‘manda mais’. Não é assim que vai funcionar.” Outra possibilidade, declarou, é a realização de exames com resultados enviados por aplicativo. A plataforma está sendo “cristalizada” pelo governo, de acordo com o ministro.

Midiamax

Dólar começa semana em alta e se aproxima de R$ 5,20

Notas de dólar — Foto: Gary Cameron/Reuters

O dólar fechou em alta nesta segunda-feira (30), acompanhando o clima negativo nos mercados externos, à medida em que os receios sobre o impacto econômico da pandemia de coronavírus se intensificaram com várias nações prolongando os bloqueios e medidas de isolamento para reduzir a propagação da doença.

No cenário doméstico, divergências entre governos regionais e federal sobre a resposta à pandemia continuaram no radar dos investidores.

O dólar subiu 1,50%, a R$ 5,1802. Na máxima, chegou a R$ 5,1838.

É a segunda maior cotação de fechamento da história. O recorde nominal (sem considerar a inflação) da moeda norte-americana foi registrado em 18 de março (R$ 5,1955).

Fonte: Douradosnews

Sicredi Centro-Sul MS entrega doação a Secretaria de Segurança Pública de Ponta Porã

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As doações são referentes aos recursos do Fundo Social 2020 e visam contribuir com prevenção ao novo coronavírus (COVID-19). A agência da Sicredi Centro-Sul MS em Ponta Porã engajada com a comunidade e diante da pandemia de coronavírus (COVID-19), realizou, através dos recursos do Fundo Social, a doação de 500 máscaras e 300 pares de luva para a Secretaria Municipal de Segurança Pública de Ponta Porã.

Os itens serão utilizados pelos servidores da área de segurança e saúde do município e contemplam medidas para a prevenção e combate ao COVID-19. Segundo a gerente da agência do Sicredi em Ponta Porã, Sueli de Azevedo Almeida, o objetivo é contribuir ainda mais com a sociedade na prevenção e combate ao coronavírus. “Estamos fazendo nossa parte para evitar a propagação da doença e, mais do que nunca, queremos fazer a diferença neste momento de desafio para toda a sociedade”, afirma a gerente.

As doações são provenientes dos recursos do Fundo Social 2020, em que a Cooperativa destina 1% do resultado do ano anterior para o Fundo, mediante deliberação dos próprios associados na Assembleia Geral Ordinária. Os recursos são destinados para projetos voltados à área de Saúde, Educação, Esporte, Cultura, Meio Ambiente e Segurança. Sobre a Cooperativa Sicredi Centro-Sul MS A Sicredi Centro-Sul MS está presente em 27 municípios da região sul do Estado: Amambai, Anaurilândia, Antônio João, Aral Moreira, Bataguassu, Batayporã, Bela Vista, Caarapó, Coronel Sapucaia, Deodápolis, Douradina, Dourados (5), Eldorado, Fátima do Sul, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Juti, Laguna Carapã, Mundo Novo, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Ponta Porã e Rio Brilhante. Atualmente são mais de 83 mil associados atendidos pela Cooperativa.

Estiveram presentes os membros do Conselho , Dalton Pellini e Wagner Pucciarello.

Bebê é o 25º caso confirmado de covid-19 em MS

Nesta quinta-feira, 26 de março, completa um mês que o Brasil identificou seu primeiro caso de coronavírus. Já são 57 mortes e 2433 casos confirmados de Covid-19 no País. Em Mato Grosso do Sul hoje, o boletim epidemiológico registra 25 casos confirmados, um a mais que ontem, sem nenhum óbito. O novo paciente é um bebê de 3 meses, de Campo Grande, contaminado por pessoa da família e internado com quadro estável.

Aqui no Estado já são 388 notificações, 299 suspeitas descartadas e 11 excluídos. O lado bom é que nesta quinta-feira 9 pacientes tiveram alta, estão curados e 12 seguem em isolamento domiciliar. A notícia ruim é que quatro seguem internados, duas pessoas com alta programada, uma amanhã e outra na próxima semana, e duas outras com quadro mais grave, na UTI.

No dia 26 de fevereiro, o primeiro caso foi identificado no Brasil. Em Mato Grosso do Sul a confirmação chegou 17 dias depois, em 14 de março.  

Fonte: Campo Grande News


Com arame farpado, Paraguai reforça fechamento da fronteira entre Pedro Juan e Ponta Porã

Militares do Exército paraguaio usaram pneus e arame farpado para bloquear todos os acessos entre Pedro Juan Caballero e Ponta Porã (MS), a 323 km de Campo Grande. Hoje é o primeiro dia de bloqueio total das fronteiras, portos e aeroportos do país vizinho para tentar conter o avanço da pandemia de coronavírus.

Os bloqueios na Linha Internacional com Mato Grosso do Sul começaram na semana passada após o presidente paraguaio Mario Abdo Benítez decretar situação de emergência sanitária em todo o país.

Entretanto, em Pedro Juan Caballero o bloqueio era parcial. O decreto do presidente Jair Bolsonaro fechando as fronteiras com todos as nações vizinhas deixou de fora as cidades-gêmeas, separadas das vizinhas paraguaias por uma rua, como é o caso de Ponta Porã. A decisão levou o Paraguai a intensificar as medidas para barrar o trânsito de pessoas entre as duas cidades.

Nesta quinta-feira (25), militares paraguaios colocaram pneus e arame nos principais acessos entre as duas cidades e fazem barreiras para impedir a entrada de todos. Até domingo, nem mesmo cidadãos paraguaios podem ingressar naquele país. Segundo o governo, a medida é para evitar que paraguaios morando em outros países regressem e ampliem a contaminação da população.

O secretário municipal de Segurança Pública de Ponta Porã, Marcelino Nunes de Oliveira, esteve em um dos pontos de bloqueio e gravou vídeo mostrando o fechamento. “Apoio o bloqueio”, afirmou ele ao Campo Grande News. Marcelino coordena as ações da Guarda Civil Municipal de Ponta Porã para cumprir o toque de recolher, em vigor desde sábado (21).

Veja o vídeo do bloqueio fa fronteira com o Praguai, narrado por Marcelino Nunes :

CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

Pais são acusados de espancar e queimar filhos com cigarro em Ponta Porã

Na tarde de ontem (24/3), policiais militares de Sanga Puitã/4º BPM, junto com uma equipe do Conselho Tutelar da mesma cidade, receberam uma denúncia  de que duas crianças, uma menina de 9 anos e um menino 10 anos estariam sofrendo maus tratos por parte dos próprios pais. 

As crianças relataram a equipe do Conselho Tutelar e aos policiais que seus pais batem neles com muita força, em alguns casos até com planta “espada de São Jorge”, até sair sangue e frequentemente os queima com cigarros.

O menino de 10 anos relatou que as marcas que estão em suas costas, foram feitas pela mãe de 30 anos, no entanto a menina de 9 anos afirmou que as queimaduras que tem no braço foi feita pelo seu pai de 32 anos, além de mostrar algumas cicatrizes no corpo.

A mãe das crianças afirmou que trata os seus filhos dessa maneira porque os mesmos tem mal desempenho na escola, e os repreende duramente. 

Já o pai das crianças negou tais agressões, disse ainda que não repreende de forma agressiva os seus filhos, e nega ter maltratado e queimado seu filho.

Diante dos fatos os autores receberam voz de prisão, foram encaminhados até o 1º Distrito Policial em Ponta Porã para as providencias, já as crianças foram encaminhadas ao Creas.   

Douradosnews

Hospital Regional de Ponta Porã recebe carretas para triagem de suspeitos do coronavírus

O Hospital Regional Dr. José de Simone Netto, em Ponta Porã, recebeu duas carretas da saúde para auxiliar nos casos suspeitos de coronavírus. As carretas foram disponibilizadas pela Prefeitura de Ponta Porã e Secretaria Municipal de Saúde e vão dar suporte ao novo fluxo de atendimentos aos pacientes.

Na unidade, pertencente ao governo do Estado e gerenciada pelo Instituto Acqua em parceria com a SES (Secretaria de Estado da Saúde), a direção tomou medidas como suspensão do horário de visitas e implantação de novo fluxo para conter a disseminação do vírus e preservar a segurança dos pacientes e colaboradores.

Uma carreta será destinada para triar pacientes com sintomas de Covid-19, tais como: tosse, febre, dor de garganta, espirro, coriza e falta de ar. A outra carreta será para triar pacientes com outras urgências e emergências, explica o diretor-técnico da unidade, Antonio Martinussi.

Após a triagem, o paciente com sintomas de coronavírus seguirá por uma área específica de isolamento, paramentado com máscara e devidas precauções. Dentro dessa área, há uma equipe específica com roupas e materiais de proteção individual, sala de estabilização respiratória com monitores, respiradores e uma Unidade de Terapia Intensiva com capacidade para 10 leitos.

Entre as medidas adotadas pelo Hospital Regional de Ponta Porã para conter a disseminação do vírus na unidade estão a suspensão dos visitantes, além de capacitações permanentes para os profissionais e higienização constante como lavagem de mãos com água e sabão e uso de álcool gel.

Os horários de visita estão suspensos por tempo indeterminado no hospital, para evitar a circulação de número elevado de pessoas na unidade de saúde. “Por motivos de segurança, está proibida a permanência de acompanhantes gestantes, idosos e pessoas com sintomas gripais (tosse, espirro e coriza). A presença de acompanhantes no centro cirúrgico está suspensa durante o período de pandemia do Covid-19”, afirma a diretora-administrativa, Letícia Carneiro.

O hospital também criou um comitê de crise com o intuito de atualizar a equipe multidisciplinar, conduzir estratégias e protocolos para otimizar o atendimento e conter a disseminação do vírus. O comitê é presidido pelo médico infectologista Pablo Custódio, e conta com médicos e enfermeiros que realizam orientações diariamente entre todos os setores.

Fluxo de atendimento

Pelo novo fluxo adotado no Hospital Regional de Ponta Porã, pacientes com sintomas respiratórios (febre, espirro, coriza, tosse, dor de garganta e falta de ar) serão triados em uma das carretas e encaminhados para uma área de tratamento respiratório isolado. Pacientes com sintomas de dengue e demais urgências e emergências serão triados em carreta separada e encaminhados para área sem contato com os pacientes respiratórios.

“Esse novo fluxo foi exigido em virtude do nosso Pronto Socorro se tornar referenciado, ou seja, além de continuar a receber os casos de traumas, acidentes e casos graves de dengues e demais urgências e emergências também será a referência da microrregião para os casos graves de Covid-19. Assim é importante termos um fluxo separado para recepção desses casos”, explica o diretor-geral da unidade, Demetrius do Lago Pareja.

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