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Lula e Janja torram R$ 676 milhões em viagens só em 2026: Ostentação paga pelo povo sofrido brasileiro

©Foto: Agência Brasil Gastos de Lula e Janja em viagens chamam atenção do público

A gestão do presidente Lula tem enfrentado algumas críticas em torno de sua agenda de viagens. O motivo disso seria os impressionantes R$ 676 milhões que foram gastos só no primeiro semestre de 2026 com deslocamentos oficiais, incluindo compromissos nacionais e internacionais.Parte dessas críticas se concentra na participação frequente da primeira-dama Janja, cuja presença em diversas agendas tem sido apontada por opositores como um fator de aumento nos custos. Para esses críticos, os gastos elevados contrastam com o cenário econômico enfrentado por grande parcela da população brasileira, marcado por desafios como inflação, desemprego e limitações no poder de compra.

É importante destacar ainda que a gestão do presidente Lula tem direcionado uma parcela significativa de recursos para compromissos internacionais, com foco na ampliação da presença do Brasil em agendas diplomáticas e fóruns globais. Esse tipo de atuação, que envolve deslocamentos frequentes e uma estrutura ampla de apoio, naturalmente demanda investimentos mais elevados, contribuindo para o aumento dos custos associados às viagens oficiais.Além disso, questiona-se a coerência entre o discurso de responsabilidade fiscal e a prática administrativa, especialmente no que diz respeito ao uso de recursos públicos em viagens e hospedagens de alto padrão. Esse contexto tem alimentado debates sobre prioridades governamentais, transparência e a necessidade de maior controle sobre despesas oficiais, temas que seguem no centro das discussões políticas no país.

Além disso, questiona-se a coerência entre o discurso de responsabilidade fiscal e a prática administrativa, especialmente no que diz respeito ao uso de recursos públicos em viagens e hospedagens de alto padrão. Esse contexto tem alimentado debates sobre prioridades governamentais, transparência e a necessidade de maior controle sobre despesas oficiais, temas que seguem no centro das discussões políticas no país.

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STF decide se Eduardo Bolsonaro será condenado no processo do tarifaço

Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta terça-feira (15) se o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro será condenado pelo crime de coação no curso do processo da trama golpista. O caso trata da articulação de Eduardo para incentivar os Estados Unidos a decretarem, no ano passado, o tarifaço contra as exportações brasileiras para pressionar a Corte a não condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro. O julgamento está previsto para começar às 14h. O primeiro a falar será o relator, ministro Alexandre de Moraes, que fará a leitura do relatório do processo, um resumo de todas as etapas percorridas. Em seguida, a acusação será lida pelo representante da Procuradoria-Geral da República (PGR). A defesa de Eduardo Bolsonaro será feita pela Defensoria Pública da União (DPU). Após as sustentações, a palavra será concedida a Moraes, que votará pela condenação ou absolvição do filho do ex-presidente. Os demais votos serão proferidos pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e o presidente do colegiado, Flávio Dino. O quórum do julgamento será composto pelos quatro ministros. No ano passado, após o ministro Luiz Fux se transferir para a Segunda Turma, a quinta cadeira ficou vaga. A vacância ocorreu em função da aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. Acusação Em novembro do ano passado, o STF aceitou denúncia da PGR no inquérito que apurou a atuação de Eduardo Bolsonaro junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras, a suspensão de vistos de ministros do governo federal e de ministros da Corte e a aplicação de sanções econômicas da Lei Magnitsky. Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados. Segundo a PGR, Eduardo cometeu condutas criminosas ao realizar postagens nas redes sociais e conceder entrevistas à imprensa com objetivo de ameaçar a obtenção de sanções estrangeiras para tentar "livrar" Jair Bolsonaro da condenação a 27 anos e três meses no processo da trama golpista. Para a procuradoria, as ameaças do ex-deputado foram concretizadas e trouxeram prejuízos para as exportações brasileiras. "A estratégia criminosa culminou em prejuízos concretos a diversos setores produtivos onerados pelas sobretarifas norte-americanas, alcançando, em última instância, trabalhadores vinculados a essas cadeias econômicas, completamente alheios aos processos penais atacados", afirmou a PGR. Conforme o Código Penal, a pena prevista para o crime de coação no curso do processo varia entre um e quatro anos de prisão. Além disso, podem incidir agravantes, que podem elevar a pena. A PGR também solicitou ao STF a fixação de um valor para reparação pelos danos econômicos provocados por Eduardo. Defesa Durante a tramitação do processo, o ministro Alexandre de Moraes determinou a notificação do ex-deputado por edital, mas ele não foi encontrado nem indicou advogado particular. Diante da situação, o ministro autorizou que a defesa seja realizada pela DPU. Nas alegações apresentadas ao Supremo, o órgão defendeu a anulação do processo e disse que Moraes não pode julgar o caso por ter sido vítima do cancelamento de vistos e das sanções financeiras oriundas da Lei Magnitsky. “Aqui o julgador é, ao mesmo tempo, a principal vítima das condutas que é chamado a julgar”, disse o órgão. A DPU também alegou que a turma está com quatro ministros. Dessa forma, um ministro da Segunda Turma deveria ser convocado para compor o quórum do julgamento.

 Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta terça-feira (15) se o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro será condenado pelo crime de coação no curso do processo da trama golpista.STF decide se Eduardo Bolsonaro será condenado no processo do tarifaçoSTF decide se Eduardo Bolsonaro será condenado no processo do tarifaço 1

O caso trata da articulação de Eduardo para incentivar os Estados Unidos a decretarem, no ano passado, o tarifaço contra as exportações brasileiras para pressionar a Corte a não condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro.   

O julgamento está previsto para começar às 14h. O primeiro a falar será o relator, ministro Alexandre de Moraes, que fará a leitura do relatório do processo, um resumo de todas as etapas percorridas. 

Em seguida, a acusação será lida pelo representante da Procuradoria-Geral da República (PGR).

A defesa de Eduardo Bolsonaro será feita pela Defensoria Pública da União (DPU). 

Após as sustentações, a palavra será concedida a Moraes, que votará pela condenação ou absolvição do filho do ex-presidente.

Os demais votos serão proferidos pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e o presidente do colegiado, Flávio Dino.

O quórum do julgamento será composto pelos quatro ministros. No ano passado, após o ministro Luiz Fux se transferir para a Segunda Turma, a quinta cadeira ficou vaga. A vacância ocorreu em função da aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. 

Acusação 

Em novembro do ano passado, o STF aceitou denúncia da PGR no inquérito que apurou a atuação de Eduardo Bolsonaro junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras, a suspensão de vistos de ministros do governo federal e de ministros da Corte e a aplicação de sanções econômicas da Lei Magnitsky. 

Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

Segundo a PGR, Eduardo cometeu condutas criminosas ao realizar postagens nas redes sociais e conceder entrevistas à imprensa com objetivo de ameaçar a obtenção de sanções estrangeiras para tentar “livrar” Jair Bolsonaro da condenação a 27 anos e três meses no processo da trama golpista.

Para a procuradoria,  as ameaças do ex-deputado foram concretizadas e trouxeram prejuízos para as exportações brasileiras.

“A estratégia criminosa culminou em prejuízos concretos a diversos setores produtivos onerados pelas sobretarifas norte-americanas, alcançando, em última instância, trabalhadores vinculados a essas cadeias econômicas, completamente alheios aos processos penais atacados”, afirmou a PGR.

Conforme o Código Penal, a pena prevista para o crime de coação no curso do processo varia entre um e quatro anos de prisão. Além disso, podem incidir agravantes, que podem elevar a pena.

A PGR também solicitou ao STF a fixação de um valor para reparação pelos danos econômicos provocados por Eduardo. 

Defesa 

Durante a tramitação do processo, o ministro Alexandre de Moraes determinou a notificação do ex-deputado por edital, mas ele não foi encontrado nem indicou advogado particular.

Diante da situação, o ministro autorizou que a defesa seja realizada pela DPU. 

Nas alegações apresentadas ao Supremo, o órgão defendeu a anulação do processo e disse que Moraes não pode julgar o caso por ter sido vítima do cancelamento de vistos e das sanções financeiras oriundas da Lei Magnitsky.

“Aqui o julgador é, ao mesmo tempo, a principal vítima das condutas que é chamado a julgar”, disse o órgão. 

A DPU também alegou que a turma está com quatro ministros. Dessa forma,  um ministro da Segunda Turma deveria ser convocado para compor o quórum do julgamento.

Agencia Brasil*

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 16 milhões nesta terça-feira

As seis dezenas do concurso 3.019 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 16 milhões nesta terça-feira 2Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 16 milhões nesta terça-feira 3

O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 16 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas lotéricas e pela internet, no portal das Loterias Caixa

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

Agencia Brasil*

Aos 40 anos, goleiro de Cabo Verde vira símbolo da Copa do Mundo e emociona torcedores

Vozinha durante a partida entre Espanha e Cabo Verde, nesta segunda-feira, em Atlanta. ( RONALD WITTEK)

Veterano Vozinha chama atenção do mundo na estreia histórica de Cabo Verde diante da Espanha e se transforma em uma das histórias mais inspiradoras do Mundial 2026

Enquanto os holofotes da Copa do Mundo de 2026 estão voltados para estrelas como Lamine Yamal, Kylian Mbappé e Vinícius Júnior, uma figura inesperada roubou a cena nesta segunda-feira (15): o goleiro cabo-verdiano Vozinha.

Aos 40 anos, o experiente arqueiro tornou-se um dos personagens mais comentados do Mundial após liderar a histórica estreia de Cabo Verde em uma Copa do Mundo. O confronto diante da Espanha marcou não apenas a primeira participação do país africano no torneio, mas também um momento especial para uma geração que colocou a pequena nação insular no mapa do futebol mundial.

Vozinha é considerado um dos pilares da chamada “geração de ouro” cabo-verdiana. Presente durante toda a trajetória que culminou na inédita classificação para a Copa do Mundo, o goleiro anunciou recentemente que encerrará sua carreira internacional após o torneio, tornando esta sua última grande missão com a camisa dos Tubarões Azuis.

A classificação de Cabo Verde já havia sido apontada como uma das grandes histórias desta edição do Mundial. Com pouco mais de meio milhão de habitantes, o país tornou-se uma das menores nações da história a disputar uma Copa do Mundo, conquistando admiradores ao redor do planeta.

Mais do que os resultados dentro de campo, a presença de Vozinha simboliza perseverança e representatividade. Em uma competição marcada por jovens talentos e cifras milionárias, o veterano goleiro mostra que experiência, liderança e dedicação continuam tendo espaço no maior palco do futebol mundial.

Para muitos torcedores, a estreia de Cabo Verde já entrou para a história. E grande parte desse capítulo tem o nome de Vozinha, o herói improvável que transformou um sonho nacional em realidade.

Tags: Copa do Mundo 2026, Cabo Verde, Vozinha, Espanha, Mundial 2026, Futebol Internacional, Tubarões Azuis, Seleções Africanas, FIFA World Cup 2026.

Policial militar de folga captura suspeito de assalto à Hiperfarma em Ponta Porã

Uma ação rápida de um policial militar de folga resultou na prisão de um dos autores do assalto à Farmácia Hiperfarma, ocorrido na noite de sábado (13), em Ponta Porã. O suspeito foi localizado por volta das 21h30 deste domingo (14), na região do Tamboril, no bairro Residencial Ponta Porã I.

De acordo com informações da Polícia Militar, o crime aconteceu por volta das 22h de sábado, quando dois criminosos invadiram a Farmácia Hiperfarma, localizada na Rua Vacaria, no bairro Coopha Fronteira. Armados com um simulacro de pistola e uma faca, os assaltantes renderam o proprietário, identificado pelas iniciais A.C.S.J., e o funcionário D.O.L., anunciando o roubo.

Durante a ação criminosa, os autores subtraíram dinheiro do caixa da empresa e aparelhos celulares das vítimas, fugindo em seguida em rumo ignorado.

Após diligências, o sargento Pedro, mesmo estando de folga, conseguiu localizar um dos envolvidos no bairro Residencial Ponta Porã I. Com a chegada de uma equipe da Polícia Militar, o suspeito foi detido e identificado como R.C.R., de 31 anos.

Segundo os policiais, o homem confessou participação no roubo e revelou que seus comparsas seriam indivíduos conhecidos pelos apelidos de “Mineiro” e “João”. Durante a ocorrência, foi recuperado um aparelho celular proveniente do assalto, além da apreensão de um simulacro de pistola, uma faca, um casaco cinza, luvas e um capacete, objetos utilizados na prática criminosa.

Diante dos fatos, o autor recebeu voz de prisão e foi encaminhado, juntamente com as vítimas, à Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã, onde foram adotadas as providências cabíveis. As investigações prosseguem para localizar os demais envolvidos no crime.

A rápida ação do policial militar de folga foi fundamental para a elucidação do assalto e para a recuperação de parte dos objetos roubados.

Lula abre distância sobre Flávio Bolsonaro no primeiro e no segundo turno

Lula abre distância sobre Flávio Bolsonaro no primeiro e no segundo turno

247 – A nova rodada da pesquisa BTG/Nexus sobre a eleição presidencial de 2026 reforça um cenário favorável ao presidente Lula (PT) e amplia a pressão política sobre Flávio Bolsonaro (PL). No levantamento divulgado nesta segunda-feira (15), com entrevistas realizadas entre 12 e 14 de junho, Lula aparece à frente do senador bolsonarista tanto nas simulações de primeiro turno quanto no confronto direto de segundo turno.

A pesquisa ouviu 2.017 eleitores em todo o país, tem margem de erro de 2 pontos percentuais e está registrada no TSE sob o número BR-06645/2026. Os números indicam que Lula mantém vantagem consistente sobre Flávio Bolsonaro, enquanto o herdeiro político do bolsonarismo enfrenta dificuldades para ultrapassar o núcleo mais fiel da extrema direita.

No voto espontâneo, Lula aparece com 36%, contra 27% de Flávio Bolsonaro. A vantagem de nove pontos é significativa porque, nesse tipo de pergunta, os nomes dos candidatos não são apresentados ao eleitor. Trata-se, portanto, de um indicador relevante de lembrança natural, enraizamento político e força eleitoral consolidada.

Lula abre distância sobre Flávio Bolsonaro no primeiro e no segundo turno 4

A série histórica também favorece o presidente. Lula saiu de 32% em março para 36% em junho no voto espontâneo. Flávio Bolsonaro, no mesmo período, oscilou de 26% para 27%, permanecendo praticamente estagnado. O dado sugere que Lula ampliou sua presença no imaginário eleitoral, enquanto Flávio não conseguiu transformar a exposição do sobrenome Bolsonaro em crescimento expressivo.

No primeiro turno estimulado, Lula também lidera com folga. No cenário 1, o presidente registra 42%, contra 33% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) aparecem com 4% cada; Romeu Zema (Novo), Joaquim Barbosa (DC) e Augusto Cury (Avante) têm 2%; Aécio Neves (PSDB) e Cabo Daciolo (Mobiliza) marcam 1%. Brancos, nulos e nenhum somam 5%, e 3% não sabem ou não responderam.

A trajetória recente do cenário 1 mostra Lula em recuperação e Flávio em queda. Em abril, Lula tinha 41%; caiu para 40% em maio; e agora chega a 42%. Já Flávio Bolsonaro saiu de 36% em abril para 35% em maio e 33% em junho. Em dois meses, portanto, o senador perdeu três pontos, enquanto Lula recuperou terreno e abriu nove pontos de vantagem.

No cenário 2, a distância se repete. Lula aparece com 43%, contra 34% de Flávio Bolsonaro. Renan Santos marca 5%, Ronaldo Caiado tem 4%, Romeu Zema e Joaquim Barbosa aparecem com 3% cada. Brancos, nulos e nenhum somam 6%, enquanto 2% não sabem ou não responderam.

A série histórica desse segundo cenário também é negativa para Flávio. Lula passou de 41% em março para 43% em junho, enquanto o senador caiu de 38% para 34%. O movimento indica que, quanto mais a disputa se aproxima, o presidente preserva e amplia sua base, ao passo que o bolsonarismo enfrenta sinais de desgaste.

O desempenho de Lula é especialmente forte entre beneficiários do Bolsa Família. Nesse segmento, o presidente chega a 62% no cenário 1 de primeiro turno, contra apenas 20% de Flávio Bolsonaro. A distância de 42 pontos revela a força das políticas sociais na sustentação eleitoral do presidente e mostra a dificuldade do bolsonarismo em penetrar nos setores populares mais diretamente beneficiados por programas de transferência de renda.

Entre os não beneficiários do Bolsa Família, Lula também se mantém competitivo. Nesse grupo, ele aparece com 40%, contra 35% de Flávio Bolsonaro no cenário 1. O dado enfraquece a tentativa de reduzir o eleitorado lulista apenas à dependência de políticas sociais e indica que o presidente preserva presença relevante também em segmentos mais amplos da sociedade.

No segundo turno, Lula também vence Flávio Bolsonaro. O presidente aparece com 49%, contra 43% do senador. Brancos, nulos e nenhum somam 8%, e 1% não sabe ou não respondeu. A vantagem de seis pontos confirma que Lula chega ao confronto direto em melhor posição, superando o adversário em uma disputa nacional polarizada.

A evolução histórica do segundo turno reforça a tendência favorável ao presidente. Em março, Lula e Flávio estavam empatados em 46%. Em abril, Lula manteve 46% e Flávio caiu para 45%. Em maio, Lula subiu para 47% e Flávio recuou para 43%. Agora, Lula chega a 49%, enquanto o senador permanece em 43%. O movimento mostra uma curva ascendente para o presidente e uma estagnação preocupante para Flávio Bolsonaro.

O recorte por renda também ajuda a explicar a vantagem de Lula. No segundo turno contra Flávio, o presidente marca 59% entre eleitores com renda familiar de até um salário mínimo e 57% entre os que recebem de um a dois salários mínimos. Flávio, nesses segmentos, registra 34% e 37%, respectivamente. A diferença mostra que Lula segue amplamente majoritário entre os brasileiros de menor renda, faixa decisiva em qualquer eleição presidencial.

No Nordeste, Lula impõe sua maior vantagem regional. No confronto direto contra Flávio Bolsonaro, o presidente alcança 66%, contra 28% do senador. A região, historicamente estratégica para o lulismo, aparece novamente como um dos pilares centrais da vantagem nacional do presidente.

Entre as mulheres, Lula também lidera com margem expressiva. No segundo turno contra Flávio, o presidente tem 55%, contra 37% do senador. Entre os homens, Flávio aparece numericamente à frente, com 49% a 42%. O dado confirma uma divisão de gênero desfavorável ao bolsonarismo, que enfrenta maior resistência no eleitorado feminino.

Outro dado relevante é a rejeição. Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados dizem que não votariam em Flávio Bolsonaro de jeito nenhum. No caso de Lula, a rejeição é de 47%. Além disso, 38% afirmam que Lula é o único candidato em quem votariam, contra 25% que dizem o mesmo sobre Flávio. Isso significa que o presidente tem uma base de voto exclusivo maior e uma rejeição menor do que a do adversário.

A comparação é politicamente dura para o senador bolsonarista. Flávio Bolsonaro depende de uma transferência quase integral do voto de Jair Bolsonaro, mas encontra resistência fora do núcleo mais fiel da extrema direita. A pesquisa mostra que ele tem força entre os bolsonaristas convictos, mas enfrenta dificuldade para crescer entre eleitores menos ideológicos, não polarizados ou críticos simultaneamente a Lula e ao bolsonarismo.

Nos cruzamentos de polarização, o levantamento mostra que Lula chega a 35% entre os eleitores não polarizados no cenário 1 de primeiro turno, contra 26% de Flávio Bolsonaro. Esse dado é relevante porque indica que, mesmo fora dos campos mais mobilizados da disputa, o presidente consegue desempenho superior ao do adversário.

A pesquisa também revela que 77% dos eleitores de Flávio Bolsonaro no cenário 1 dizem que a decisão de voto já está tomada e não deve mudar. Entre os eleitores de Lula, esse índice é ainda maior: 81%. A vantagem mostra que o presidente não apenas lidera, mas também conta com um eleitorado ligeiramente mais consolidado.

O conjunto dos números aponta para um quadro de vantagem estrutural de Lula. O presidente lidera no espontâneo, vence nos dois cenários estimulados de primeiro turno, aparece à frente no segundo turno, tem menor rejeição que Flávio e possui uma base exclusiva de voto mais ampla. Para Flávio Bolsonaro, o levantamento traz um sinal negativo: mesmo herdando o sobrenome político mais conhecido da extrema direita, ele ainda não consegue superar o teto bolsonarista nem reduzir a distância em relação ao presidente.

Fonte:  Brasil 247
 

Confira os jogos desta segunda-feira pela Copa do Mundo 2026

© Reuters/Jessica Alcheh-USA TODAY Sports/Proibida reprodução

A Copa do Mundo de 2026 terá, nesta segunda-feira (15), mais quatro partidas. Duas delas são válidas pelo Grupo H: Espanha e Cabo Verde se enfrentam em Atlanta, às 13h; e Arábia Saudita e Uruguai completam a rodada, às 19h, em Miami.Confira os jogos desta segunda-feira pela Copa do Mundo 2026 5Confira os jogos desta segunda-feira pela Copa do Mundo 2026 6

Em Seattle, a Bélgica encara o Egito, às 16h, pelo Grupo G. Irã e Nova Zelândia fecham a rodada da chave em Los Angeles, às 18h.Grupo H

Com dois campeões mundiais (Espanha e Uruguai) e duas de menor tradição (Arábia Saudita e Cabo Verde), o Grupo H tem como favorita a atual campeã europeia com seu elenco jovem e talentoso.

A Espanha joga um futebol baseado em posse de bola, por meio do qual costuma impor ritmo e controle de jogo.

A disputa mais acirrada será pela segunda colocação do grupo, o que dá ainda mais relevância para o confronto entre Arábia Saudita e Uruguai. Quem sair na frente terá boas chances de conquistar uma das vagas do grupo.

Grupo G

O Grupo G também tem uma equipe favorita: a Bélgica, por seu histórico recente em copas e torneios internacionais, além da qualidade ofensiva. Esta pode ser a última Copa para alguns integrantes da chamada “geração dourada” desse país.

As demais equipes apresentam nível equilibrado, o que dificulta apontar favoritos. O Egito, de forte organização tática, costuma depender de alguns valores individuais. Irã e Nova Zelância têm, na defesa, seu espaço de maior qualidade.

Agencia Brasil*

Lula sanciona lei do Marco Legal do Transporte Público Coletivo

Texto prevê fundos para garantir qualidade na mobilidade urbana

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a lei que institui o Marco Legal do Transporte Público ColetivoO objetivo do texto é modernizar a política desse tipo de transporte no país, com a diversificação do financiamento e a melhoria da regulação e da operação dos transportes públicos urbanos.Lula sanciona lei do Marco Legal do Transporte Público Coletivo 7Lula sanciona lei do Marco Legal do Transporte Público Coletivo 8

Um dos avanços estruturais do novo marco é a ruptura com o modelo predominante no Brasil, no qual o financiamento do transporte coletivo recaía quase exclusivamente sobre a tarifa paga pelo usuário. A Lei nº 15.432/2026 foi publicada, neste domingo (14), em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

A medida abre caminho para a discussão da tarifa zero e autoriza o uso de novas fontes de custeio para subsidiar as tarifas, como publicidade, exploração comercial de espaços e recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide Combustíveis).

A Cide é um tributo federal cobrado na importação e comercialização de petróleo, gás natural, álcool combustível e seus derivados. Criada por uma lei de 2001, tem seus recursos destinados à infraestrutura de transportes, projetos ambientais e subsídios ao preço de combustíveis.

O texto foi aprovado em maio pelo Congresso Nacional e também trata do fortalecimento da integração física e tarifária dos sistemas de transporte, da ampliação da transparência na gestão pública, da transição para fontes renováveis de energia e da criação de mecanismos nacionais para compartilhamento de dados e monitoramento da qualidade dos serviços.

Outro ponto de destaque é a definição de parâmetros mínimos de qualidade para os sistemas de transporte público, incluindo critérios como regularidade, pontualidade, acessibilidade, segurança, conforto e satisfação dos passageiros. O texto também prevê que a remuneração das operadoras possa ser vinculada ao desempenho e à qualidade do serviço prestado.

Vetos

Em comunicado, a Presidência de República informou que os vetos presidenciais ao Marco Legal do Transporte Público Coletivo tiveram como objetivo preservar a sustentabilidade fiscal e evitar impactos sobre políticas de gratuidade já existentes.

Foram retirados trechos que obrigavam estados e municípios a custear integralmente gratuidades e descontos tarifários com recursos do orçamento público, além de dispositivos que vinculavam subsídios públicos à remuneração das operadoras.

“A avaliação foi de que essas exigências poderiam gerar despesas sem previsão de recursos e colocar em risco benefícios já concedidos à população”, diz o comunicado, ao acrescentar que os vetos não impedem a concessão de subsídios para financiar gratuidades e descontos tarifários.

“O que foi retirado foi a obrigatoriedade desse custeio e o prazo para adequação, medidas que poderiam inviabilizar o modelo atualmente adotado por diversos entes federativos e gerar instabilidade no sistema”, reforçou a Presidência.

Também foram vetados dispositivos relacionados às competências dos entes federativos, como a obrigatoriedade de isenção de pedágio para ônibus em rodovias estaduais e municipais e a previsão de subsídios federais para tarifas de transporte local. A justificativa foi preservar a autonomia de estados e municípios, evitar novas despesas obrigatórias para a União e garantir segurança jurídica na gestão dos sistemas de transporte.

Outros vetos se aplicam à criação de novas estruturas administrativas, regras de indenização a concessionárias e a vinculação obrigatória de 60% dos recursos da Cide Combustíveis para áreas urbanas. Segundo o governo, as medidas buscam evitar aumento de gastos permanentes, reduzir riscos fiscais para o poder público e preservar a flexibilidade do orçamento para atender às diferentes necessidades e prioridades do país.

Agen cia Brasil*

Onde assistir à Copa do Mundo 2026 de graça? Globo e CazéTV transmitem jogos para todo o Brasil

Torcedores brasileiros contam com opções gratuitas na TV aberta e na internet para acompanhar os jogos da Copa do Mundo de 2026

A Copa do Mundo de 2026 já começou e os torcedores brasileiros têm diferentes alternativas para acompanhar o maior evento do futebol mundial sem pagar nada. A competição, disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, conta com transmissão gratuita tanto pela TV aberta quanto pelas plataformas digitais.

A principal novidade desta edição é a forte presença do streaming. Pela primeira vez, todos os 104 jogos do Mundial estarão disponíveis gratuitamente pela CazéTV, consolidando uma mudança histórica na forma como os brasileiros acompanham a Copa do Mundo.

Globo transmite jogos na TV aberta

A TV Globo segue como uma das principais transmissoras do torneio no Brasil. A emissora exibe partidas selecionadas da Copa na TV aberta, incluindo todos os jogos da Seleção Brasileira, além de confrontos decisivos das fases eliminatórias. Também há cobertura completa por meio do SporTV e do Globoplay.

CazéTV exibe todos os jogos gratuitamente

Para quem não quer perder nenhuma partida, a melhor opção é a CazéTV. O canal do influenciador Casimiro Miguel possui os direitos para transmitir os 104 jogos da Copa do Mundo de 2026 gratuitamente pela internet. As transmissões estão disponíveis no YouTube e em outras plataformas parceiras.

A cobertura da CazéTV se destaca pela linguagem descontraída, interação com o público e programação especial ao longo de todo o torneio.

Como assistir online

Os torcedores podem acompanhar as partidas gratuitamente pelos seguintes canais:

Copa promete recorde de audiência

A edição de 2026 é a maior da história, reunindo 48 seleções e um total de 104 partidas. A expectativa da FIFA é de recordes de audiência tanto na televisão quanto nas plataformas digitais, refletindo a mudança no comportamento dos torcedores e o crescimento do consumo de conteúdo esportivo pela internet.

Com Globo e CazéTV oferecendo transmissões gratuitas, os brasileiros terão diversas opções para acompanhar cada lance da busca pelo hexacampeonato da Seleção Brasileira. 🇧🇷⚽🌎

Ponta Porã recebe selo nacional por excelência na gestão da assistência social

Ponta Porã recebe selo nacional por excelência na gestão da assistência social Certificação concedida pelo Governo Federal reconhece transparência, responsabilidade e cumprimento das exigências do Sistema Único de Assistência Social A Prefeitura de Ponta Porã, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania e Inclusão Social, recebeu o Selo FNAS 2025, uma das mais importantes certificações nacionais na área da assistência social. O reconhecimento é concedido pelo Governo Federal, por intermédio do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS), e atesta a qualidade da gestão dos recursos e serviços voltados à população. A certificação comprova que o município cumpre rigorosamente os critérios orçamentários, financeiros e contábeis estabelecidos pelo Sistema Único de Assistência Social (SUAS), garantindo transparência, responsabilidade e eficiência na aplicação dos recursos públicos destinados ao setor. A secretária municipal de Cidadania e Inclusão Social, Dilma da Silva, responsável por receber a certificação, destacou a importância da conquista para o município. “Essa conquista reforça o compromisso da gestão municipal com a transparência, a responsabilidade e o fortalecimento da assistência social, garantindo mais cuidado, inclusão e cidadania para nossa população. É mais uma conquista que reflete o trabalho sério realizado em Ponta Porã”, afirmou. O Selo FNAS reconhece estados e municípios que se destacam pela excelência na gestão dos recursos da assistência social. Segundo o Governo Federal, a certificação valoriza o trabalho técnico dos gestores públicos, incentiva a manutenção da regularidade das contas e assegura à população que os recursos federais estão sendo utilizados de forma adequada para a manutenção de serviços essenciais. Entre os programas beneficiados estão as ações de Proteção Social Básica e Proteção Social Especial, responsáveis pelo atendimento de famílias e pessoas em situação de vulnerabilidade social. Para receber o selo, os municípios precisam atender uma série de requisitos estabelecidos pelo Fundo Nacional de Assistência Social, como manter o Fundo Municipal de Assistência Social devidamente instituído e ativo, enviar regularmente informações e planejamentos aos sistemas federais e manter a prestação de contas sem pendências. A certificação coloca a administração do prefeito Eduardo Campos em Ponta Porã entre os municípios brasileiros que demonstram compromisso com a boa gestão pública e com o fortalecimento das políticas sociais, assegurando mais eficiência e qualidade no atendimento à população.

Certificação concedida pelo Governo Federal reconhece transparência, responsabilidade e cumprimento das exigências do Sistema Único de Assistência Social

A Prefeitura de Ponta Porã, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania e Inclusão Social, recebeu o Selo FNAS 2025, uma das mais importantes certificações nacionais na área da assistência social. O reconhecimento é concedido pelo Governo Federal, por intermédio do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS), e atesta a qualidade da gestão dos recursos e serviços voltados à população.

A certificação comprova que o município cumpre rigorosamente os critérios orçamentários, financeiros e contábeis estabelecidos pelo Sistema Único de Assistência Social (SUAS), garantindo transparência, responsabilidade e eficiência na aplicação dos recursos públicos destinados ao setor.

A secretária municipal de Cidadania e Inclusão Social, Dilma da Silva, responsável por receber a certificação, destacou a importância da conquista para o município.

“Essa conquista reforça o compromisso da gestão municipal com a transparência, a responsabilidade e o fortalecimento da assistência social, garantindo mais cuidado, inclusão e cidadania para nossa população. É mais uma conquista que reflete o trabalho sério realizado em Ponta Porã”, afirmou.

O Selo FNAS reconhece estados e municípios que se destacam pela excelência na gestão dos recursos da assistência social. Segundo o Governo Federal, a certificação valoriza o trabalho técnico dos gestores públicos, incentiva a manutenção da regularidade das contas e assegura à população que os recursos federais estão sendo utilizados de forma adequada para a manutenção de serviços essenciais.

Entre os programas beneficiados estão as ações de Proteção Social Básica e Proteção Social Especial, responsáveis pelo atendimento de famílias e pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Para receber o selo, os municípios precisam atender uma série de requisitos estabelecidos pelo Fundo Nacional de Assistência Social, como manter o Fundo Municipal de Assistência Social devidamente instituído e ativo, enviar regularmente informações e planejamentos aos sistemas federais e manter a prestação de contas sem pendências.

A certificação coloca a administração do prefeito Eduardo Campos em Ponta Porã entre os municípios brasileiros que demonstram compromisso com a boa gestão pública e com o fortalecimento das políticas sociais, assegurando mais eficiência e qualidade no atendimento à população.