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Operação da PF prende quadrilha que mandava drogas para a Alemanha

A Polícia Federal e a Receita Federal

Policiais federais cumprem, nesta terça-feira (23), simultaneamente em Recife, Rio Branco, Fortaleza e São Bernardo do Campo (SP), dez mandados de prisão temporária e 11 de busca e apreensão. A ação faz parte da Operação Estatueta, que apreendeu três veículos e bloqueou contas bancárias de nove pessoas físicas e jurídicas. Os agentes também sequestraram seis imóveis em Pernambuco. Todas as medidas cautelares foram expedidas pela 13ª Vara da Justiça Federal de Pernambuco.

As investigações foram iniciadas em 2018. O grupo traficava cocaína na fronteira do Brasil com a Bolívia e enviava para a Alemanha, escondendo a droga dentro de estatuetas, por isso o nome da operação. A organização criminosa lavava o dinheiro do tráfico adquirindo imóveis na região metropolitana do Recife. Um dos dez integrantes do bando está preso desde 2018 – quando foi flagrado com 11,6 quilos de cocaína – no Presídio Francisco D’Oliveira Conde, em Rio Branco. Ele transportava a droga em um ônibus de Rio Branco para Porto Velho.

Os líderes da quadrilha moram na região metropolitana do Recife, e um deles é um alemão, casado com uma brasileira. Outro integrante da quadrilha é ex-policial, com passagem pela polícia por tráfico de drogas.

Pela prática dos crimes de associação e tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e constituir/integrar organização criminosa, as penas, somadas, em caso de condenação, podem chegar a 65 anos de reclusão. Segundo a Polícia Federal, levados em conta apenas os valores declarados no registro dos imóveis, os bens apreendidos ultrapassam a quantia de R$ 5 milhões.

Edição: Fernando Fraga (Agência Brasil)

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Morador de chácara encontra homem morto a tiros em Ponta Porã

Delegacia de Ponta Porã (Divulgação)

Rafael R. Barros, (28) achado morto a tiros em Ponta Porã na noite de segunda (23) numa área rural no distrito de Sanga Puitã

O corpo constava feridas de bala no tórax. Segundo uma testemunha que mora na região contou à polícia que seguia para casa por volta das 20h50, quando achou o cadáver às margens da via.

O corpo de Rafael, conhecido na região como ”Alemão”, apresentava ferimentos na região do tórax. A suspeita é que foi morto a tiros em Ponta Porã. Segundo a ocorrência, o suspeito ainda não foi identificado

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Prefeita de cidade paraguaia tem R$ 600 aprovado no auxílio emergencial em MS

Moradores de Porto Murtinho estranharam ao ver o nome da prefeitura de Carmelo Peralta, no Paraguai, incluído na lista de beneficiários aprovados para receber o benefício de R$ 600 do Auxílio Emergencial. Mirna Orrego Segovia negou que tenha feito a solicitação.

Com CPF (Cadastro de Pessoa Física) e NIS (Número de Identificação Social), Mirna apareceu na listagem como aprovada na segunda parcela do benefício. Através das redes sociais, a prefeita paraguaia negou que tenha recebido e disse que ‘a verdade aparecerá’.

A reportagem entrou em contato com Mirna, mas até o fechamento desta matéria, não havia se posicionado.

Vale lembrar que as informações são todas oficiais, disponibilizadas pelo Portal da Transparência do Governo Federal, mantido pela Controladoria-Geral da União (CGU). O Ministério da Cidadania é responsável pela gestão e base de dados do programa assistencial criado por causa da pandemia do novo coronavírus, que causa Covid-19.

Midiamax incentiva o Controle Social

O Jornal Midiamax incentiva em Mato Grosso do Sul o ‘controle social’, que é a participação ativa da população no combate à corrupção com denúncias sobre suspeitas e fraudes no pagamento do Auxílio Emergencial.

Assim, no Portal da Transparência, você pode comunicar oficialmente ao Ministério da Cidadania com a ferramenta Fala.BR. Ou pode ainda indicar se alguém recebe um benefício indevidamente pelo link “Fique de Olho!”.

Midiamax*

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Pandemia e crise fazem proprietários renegociar contratos de aluguel

Entrega de 528 novas moradias do programa de habitação de interesse social do Governo Federal, em São Sebastião, Distrito Federal

A perda de renda devido à crise econômica causada pela pandemia de coronavírus levou muitos inquilinos a buscarem a renegociação dos aluguéis. Um levantamento da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC) indica que pelo menos um em cada cinco aluguéis residenciais passaram por processo de renegociação nos últimos meses no estado de São Paulo.Pandemia e crise fazem proprietários renegociar contratos de aluguel

Segundo o presidente da associação, José Roberto Graiche Júnior, os descontos nos aluguéis variaram entre 10% e 50%, por períodos de aproximadamente três meses. Segundo ele, em 90% dos acordos, os valores foram reduzidos apenas temporariamente e deverão ser repostos em parcelas nos próximos meses. Apenas 10% foram reduções sem retorno.

Esse processo de acerto entre os moradores dos imóveis e os proprietários evitou, na avaliação de Graiche, um aumento expressivo da inadimplência, que permaneceu baixa, mesmo com a crise. “Inadimplência não aumentou, tendo em vista que houve essa composição entre os proprietários e inquilinos”, disse. Em média, antes da crise, os atrasos dos pagamentos de aluguel representavam 1,8% do total dos contratos de locação e ficaram, de acordo com ele, em 2,8% nos últimos dois meses.

Negociar para não perder

O vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Sindicato da Habitação (Secovi) de São Paulo, Mark Turnbull, disse que a orientação é negociar, lembrando que para os donos, pode ser mais caro deixar a casa ou o apartamento vazio do que uma redução do valor do aluguel. “Não vale a pena para o proprietário perder esse inquilino, que é uma renda. Se perde o inquilino, fica sem o aluguel e tem despesas fixas”, diz.

Os dados do Secovi referentes a abril já refletem a desaceleração sofrida pelo mercado de aluguéis na crise. Segundo a pesquisa mensal, o tempo que um apartamento pode ficar vazio até ser feito novo contrato ficou entre 27 e 57 dias na cidade de São Paulo. No mesmo período de 2019, esse tempo variava entre 24 e 49 dias. Para as casas, o tempo de espera por novos inquilinos aumentou de 18 a 43 dias no ano passado para 20 a 53 dias no último mês de abril.

Turnbull destaca que a crise vai definir os rumos dos aluguéis daqui para a frente. “O que vai continuar daqui para a frente é a negociação. Quem vai querer pagar, vai querer pagar menos”, enfatiza. Mesmo os reajustes anuais dos contratos, que costumam seguir a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), devem ser repensados. “O proprietário não vai fazer esse ajuste, ou vai fazer até metade disso”, afirma sobre o percentual do índice de inflação, que acumula alta de 7,24% nos últimos 12 meses.

Quando negociar

Caso o inquilino perceba que a perda de renda vai dificultar o pagamento do aluguel estipulado para o imóvel onde vive, o ideal é procurar o proprietário ou a administradora e buscar um acerto, recomenda o vice-presidente da comissão de Direito Contratual da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo, Victor Cerri. “O exercício que tem que se fazer é ver se aquela inadimplência surgiu por causa da pandemia”, diz o advogado sobre a avaliação que os donos de imóveis devem fazer na hora de negociar com os locatários.

Ele lembra que os inquilinos também devem ser flexíveis e entender as necessidades do dono do imóvel. “O locador, muitas vezes, tem isso como única renda”, diz Cerri. Um levantamento do Secovi mostra que 70% dos proprietários têm só um ou dois imóveis.

“O que a gente orienta é fazer concessões recíprocas. Talvez postergue o pagamento desse aluguel que ficou aberto, talvez não onerando o locatário com multas”, exemplifica o advogado a respeito de possibilidades que podem ir para a mesa de negociação. Ele diz que caso as primeiras conversas não deem resultado, o inquilino pode buscar um mediador para tentar conduzir os termos. “Procurar um intermediário, uma administradora, uma imobiliária. Não sendo eficaz, talvez buscar um advogado habilitado”, acrescenta.

Cerri ressalta ainda que mesmo nos casos em que não há um contrato formalizado por escrito, os locatários têm os direitos assegurados por lei.

A produtora Marina Barbosa, de 26 anos, foi uma das que buscaram readequar o aluguel da casa onde vivia na zona oeste da capital paulista. “Os trabalhos diminuíram, alguns acabaram. Teve gente que ficou praticamente sem trabalho”, contou, ao falar sobre como a pandemia afetou a vida profissional dela e das duas amigas com quem dividia a moradia.

“A gente tem amigos que acabaram tendo boas resultados com a negociação”, lembra sobre o impulso para pedir a redução do valor que pagava pelo imóvel. Mas, apesar das cartas enviadas à imobiliária e à proprietária, e o auxílio de uma advogada, o resultado acabou ficando aquém do esperado. “Não teve negociação”, resume. No final das conversas, foi concedido um desconto de R$ 130 do valor total de aluguel, R$ 1,5 mil, muito abaixo dos 50% pedidos inicialmente.

Agencia Brasil*

MP faz operação em BH para tentar prender mulher de Fabrício Queiroz

Ação busca encontrar Márcia Oliveira Aguiar, considerada foragida

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) faz hoje (23) operação, em apoio ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), para cumprir quatro mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte, relacionados às investigações do suposto esquema de rachadinhas na Assembleia Legislativa do estado (Alerj). Segunda etapa da Operação Anjo, que prendeu Fabrício Queiroz no início da manhã de quinta-feira (18), a ação de hoje tem a participação de integrantes do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção, da Coordenadoria de Segurança e Inteligência, e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPMG. 

De acordo com o Gaeco-MG, a casa da madrinha de Fabrício Queiroz é um dos alvos. A operação tenta encontrar a mulher de Queiroz, Márcia Oliveira Aguiar, que é considerada foragida pela Justiça.MP faz operação em BH para tentar prender mulher de Fabrício Queiroz 1

Ex-assessor e ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos/RJ) na época em que ele era deputado estadual, Queiroz foi preso em Atibaia, no interior de São Paulo. A operação foi realizada pelo MP e pela Polícia Civil do estado, também em apoio ao MPRJ.

Fabrício Queiroz

Fabrício Queiroz – REUTERS/Amanda Perobelli/Direitos Reservados

No mesmo dia, Fabrício Queiroz foi transportado de helicóptero para o Rio. Do Aeroporto de Jacarepaguá, na zona este, foi levado em comboio ao Instituto Médico-Legal (IML) para as medidas de praxe antes de dar entrada no sistema prisional. Queiroz chegou a ficar algumas horas no Presídio de Benfica, na zona norte da cidade, e depois foi levado para o Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste.

As investigações do Ministério Público do Estado do Rio, que levaram à prisão de Queiroz, começaram em 2018 com a divulgação de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que indicou movimentações suspeitas nas contas de parlamentares, assessores e servidores públicos da Alerj, entre eles Fabrício Queiroz. O trabalho levou à instauração de 22 procedimentos investigatórios criminais, de acordo com o MP, com o objetivo de esclarecer suposta participação de parlamentares e de servidores nas movimentações de valores.

O relatório surgiu durante a Operação Furna da Onça, um desdobramento da Cadeia Velha. As duas resultaram na prisão de parlamentares da Alerj por indícios de participação em esquema de propina ligado à organização criminosa liderada pelo ex-governador do Rio Sérgio Cabral.

Fonte: Agencia Brasil

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Testes com vacina de Oxford contra covid-19 começam em São Paulo

Os testes em voluntários brasileiros da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, contra a covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, tiveram início no último fim de semana na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), informou em nota, na noite de ontem (22), a Fundação Lemann, que financia o projeto.Testes com vacina de Oxford contra covid-19 começam em São Paulo 2

Os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Unifesp, com dois mil voluntários em São Paulo e com mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D’Or.

“No último final de semana (20 e 21 de junho), a Fundação Lemann teve a oportunidade de celebrar com os parceiros envolvidos e especialistas responsáveis, o início dos testes em São Paulo para a vacina ChAdOx1 nCoV-19, liderada globalmente pela Universidade de Oxford”, informou a Fundação Lemann, do bilionário empresário Jorge Paulo Lemann.

Segundo a Unifesp, os voluntários em São Paulo serão profissionais de saúde entre 18 e 55 anos e outros funcionários que atuam no Hospital São Paulo, ligado à Escola Paulista Medicina, da Unifesp.

Registro da vacina deve sair este ano

No início do mês, a Unifesp informou que os testes com voluntários brasileiros contribuirão para o registro da vacina no Reino Unido, previsto para o fim deste ano. O registro formal, entretanto, só ocorrerá após o fim dos estudos em todos os países participantes, disse a universidade.

A vacina, cujo pedido de testes no Brasil foi feito à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela farmacêutica AstraZeneca, está atualmente na fase 3 de testes, “o que significa que a vacina encontra-se entre os estágios mais avançados de desenvolvimento”, disse a Unifesp.

O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

Outra vacina contra a covid-19, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, deverá começar a ser testada no Brasil no mês que vem, em parceria com o Instituto Butantan, vinculado ao governo do Estado de São Paulo. 

Este teste, segundo o instituto, será financiado pelo governo paulista e deverá contar com nove mil voluntários. Caso a vacina seja bem-sucedida, o acordo prevê a possibilidade ser produzida Instituto Butantan.

https://agenciabrasil.ebc.com.br/

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Traficante é morto em confronto com polícia, droga é apreendida

O pedreiro José Lucas da Silva Souto, 27 anos, que escondia em casa 28 tabletes de cocaína, foi morto em confronto com policial do GOI (Grupo de Operações e Investigações). O caso aconteceu na tarde de ontem (22), na Rua Georgina Pereira Barbosa, no Bairro Itamaracá, na saída para São Paulo, em Campo Grande.

Conforme boletim de ocorrência, equipe do GOI recebeu denúncia anônima de que haveria negociação de droga no endereço acima. O traficante conhecido como Lucas estaria em um veículo VW Gol. Os policiais, então, acionaram reforço da PM (Polícia Militar) e foram para o local com viatura descaracterizada.

Um dos policiais observou quando José chegou dirigindo o veículo Gol e desceu para conversar com um motociclista que parou ao lado do automóvel. Ao perceber a presença da polícia, José saiu armado com revólver calibre 22 e segundo o GOI, atirou contra o policial que revidou disparando duas vezes.

O traficante foi atingido na região do tórax, socorrido pela equipe policial e levado à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Universitário, onde morreu. O revólver do autor com quatro munições intactas e uma deflagrada foi apreendido.

O motociclista que havia parado para conversar com o traficante conseguiu fugir. Em busca no carro do autor, foram encontrados documentos e mais de 1 quilo de cocaína. A equipe policial, então, foi até a casa de José, na Rua Aragarças, na região. Lá, os policiais foram recebidos pela esposa dele, Naline Malani de Souza, 25 anos.

No imóvel, foram localizados mais 28 tabletes da droga. Indagada pelos policiais se tinha conhecimento da droga, a mulher acabou confessando que traficava com o marido e foi presa em flagrante. Na residência foi apreendida R$ 2.950. O caso foi registrado como trafico de drogas, associação criminosa e homicídio por intervenção policial.

  • CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

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Exército realiza ações de combate ao coronavírus

11° RC MEC realiza nova higienização e descontaminação do Hospital Regional 

Lile Corrêa*

A 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, “Força Terrestre Guaicurus”, seguindo determinações do Comando Militar do Oeste, quanto prevenção e combate à COVID-19, por intermédio do 11º Regimento de Cavalaria Mecanizado, seguindo um cronograma semanal de apoio do Regimento à limpeza e manutenção de áreas de serviços públicos, mais uma vez, empregou, no dia 22 de junho, a sua Equipe de Higienização e Descontaminação de Instalações na desinfecção da área interna do Hospital Regional Dr. José de Simone Neto de Ponta Porã-MS.

Nesse período tão difícil para todos, em que as ações de prevenção e o combate à COVID-19 são essenciais para um controle efetivo da pandemia, o Regimento Marechal Dutra vem colaborando com várias ações em apoio a sociedade pontaporanense. 

As ações de higienização e descontaminação são realizadas sempre em horários de pouco fluxo de pessoas, seguindo rigorosamente orientações dos profissionais de saúde, com o intuito de facilitar a aplicação dos produtos químicos de forma segura, proporcionando a manutenção de um ambiente limpo e livre de contaminação aos usuários.

O 11º R C Mec foi criado em 1919, pelo Decreto número 13.916 de 11 de dezembro, quando o então Presidente da República Epitácio Pessoa, criou o 11º Regimento de Cavalaria Independente (11º R C I), sendo construido a partir de 1921 na cidade de Ponta Porã. Sua missão era proteger a fronteira oeste do Brasil.O Regimento Marechal Dutra sob o comando do Tenente Coronel Sérgio Firmino se destaca, desde sua instalação em Ponta Porã-MS, cumprindo suas missões regulamentares e preparando seus homens para a defesa do território brasileiro. Seus integrantes, com grande espírito de vibração, continuam mantendo as tradições de seu passado histórico, honrando o “Sentinela Avançada da Fronteira”.

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Maquininha Mercado Pago Point Mini é boa? confira as taxas e cartões aceitos

Peça a sua pelo whatsapp 67 9895-6449 em Ponta Porã

A  Mercado Pago Point Mini é uma máquina de pagamentos por cartão vendida pelo site Mercado livre. Assim como na concorrente , não há cobrança de mensalidade nem taxa de adesão e aceita as principais bandeiras de cartão. O preço oficial do Point Mini é de R$ 118,80 à vista, que pode ser parcelado em 12 vezes de R$ 9,90.

Assim como outros modelos mais baratos, a maquininha do Mercado Pago não tem Wi-Fi ou conexão 3G: ela funciona conectada com um smartphone via Bluetooth. Além disso, o aparelho conta com uma das taxas mais baixas do mercado. Saiba mais sobre a Point Mini e veja se ela é boa para o seu negócio.

Como funciona?

O modelo da Mercado Pago Point Mini é o PAX D150, o mesmo da Minizinha. Por não ter conexão 3G ou Wi-Fi embutido, ele funciona por intermédio de um smartphone ou tablet com conexão com a Internet. Para utilizá-lo, é preciso baixar o aplicativo do Mercado Pago em seu smartphone ou tablet, logar em sua conta e fazer o pareamento via Bluetooth. Depois, é preciso colocar o valor da compra no aplicativo. Na máquina, o cliente pode confirmar o valor e inserir a senha do cartão.

Após o pagamento, o cliente pode escolher se quer receber o comprovante por SMS ou por e-mail. O dinheiro é depositado direto na sua conta no Mercado Pago.

A máquina tem garantia de três anos, custa oficialmente R$ 118,80 (mas é possível encontrá-la com preço promocional de R$ 68,80) e é entregue com frete grátis para todo Brasil.

Mercado Pago Point Mini funciona por meio de celular ou tablet — Foto: Divulgação/Mercado Pago

Mercado Pago Point Mini funciona por meio de celular ou tablet — Foto: Divulgação/Mercado Pago

Taxas

Segundo o site da fabricante, a Point Mini oferece uma das melhores taxas do mercado. Pagamentos por débito saem por 2,29% e ficam disponíveis na hora. No cartão de crédito, a taxa de pagamentos à vista depende do prazo de recebimento:

  • Na hora: 4,74%
  • Em 14 dias: 3,79%
  • Em 30 dias: 3,03%

Já no caso de compras parceladas, o valor da taxa leva em conta tanto o prazo de recebimento quanto a quantidade de parcelas. Quanto maior o parcelamento, maior é o percentual cobrado pelo serviço, que pode chegar a 16,15% em 12 vezes.

Um detalhe que requer atenção é que há ainda uma taxa de retirada de R$ 3 por saque da conta do Mercado Pago caso nenhuma transação tenha sido feita nos últimos 30 dias.

Bandeiras

A Mercado Pago Point Mini aceita pagamento com os cartões de crédito Visa, Mastercard, Hipercard, Amex, Dinners e Elo. No débito, apenas Visa, Mastercard e Elo. Somente cartões com chip são compatíveis com a máquina. O lado negativo é que ela não aceita pagamentos com vale-refeição ou vale-alimentação.

Junto com o aparelho, o comprador recebe também um cartão pré-pago Mercado Pago que pode ser usado para fazer compras em lojas no Brasil e no exterior. Também é possível sacar dinheiro em lotéricas ou caixas eletrônicos 24 Horas.

Em Ponta Porã adquira a sua pelo telefone 67 99673-9022 (Shakin Nunes)

Fonte: Techtudo

Fiocruz retoma projeto com mosquitos que combatem a dengue

Mosquitos de Aedes aegypti são vistos no laboratório da Oxitec em Campinas (foto: Reuters)

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) retomou nesta segunda-feira (22) a liberação de mosquitos Aedes aegypti contaminados com a bactéria Wolbachia, que tem capacidade de impedir a transmissão de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana. O programa foi interrompido há três meses, por causa da pandemia de covid-19.

A retomada da liberação começa pelos bairros de Ramos, Olaria e Bonsucesso, na zona norte do Rio de Janeiro. Segundo o líder do Método Wolbachia no Brasil, Luciano Moreira, essas doenças, chamadas de arboviroses, não deixaram de circular no país durante a pandemia e, por isso, é importante retomar o projeto.Fiocruz retoma projeto com mosquitos que combatem a dengue 3

“Durante o período de suspensão das atividades de campo, nossas equipes mantiveram as ações para manutenção da colônia de Aedes aegypti com Wolbachia, respeitando as orientações de segurança e higiene das autoridades de saúde. Além disso, estamos trabalhando em inovações para assegurar que a liberação de mosquitos com Wolbachia, bem como seu monitoramento, possam ser realizados com segurança, diante deste cenário de pandemia”, disse o pesquisador da Fiocruz.

A liberação dos mosquitos será feita durante 16 semanas, mas o monitoramento da população de mosquitos infectadso com a bactéria permanece suspensa, já que exige a interação dos técnicos da pesquisa com os moradores e comerciantes voluntários que instalaram as armadilhas em suas residências ou lojas.

Método Wolbachia

O Método Wolbachia começou no Rio de Janeiro em 2015, com a liberação dos mosquitos contaminados em Tubiacanga, na Ilha do Governador, na zona norte da capital, e em Jurujuba, em Niterói, na região metropolitana. Em menos de dois anos, os pesquisadores constataram que a população de Aedes aegypti com Wolbachia nos locais estava em 90%. Em 2018, o projeto foi ampliado para 14 bairros da zona norte. com

Segundo a Fiocruz, a Wolbachia é um microrganismo intracelular presente em 60% dos insetos da natureza, mas não no mosquito Aedes aegypti. “Quando presente nesses mosquitos, ela impede que os vírus da dengue, zika, chikungunya e febre amarela se desenvolvam dentro do mosquito, contribuindo para a redução destas doenças. Uma vez que os mosquitos com Wolbachia são liberados no ambiente, eles se reproduzem com mosquitos de campo e ajudam a criar uma nova geração de mosquitos com Wolbachia.”

O trabalho da Fiocruz integra a iniciativa internacional World Mosquito Program (WMP), que opera atualmente em 12 países. Além do Brasil, fazem parte do projeto Austrália, Colômbia, México, Indonésia, Sri Lanka, Índia, Vietnã, Kiribati, Fiji, Vanuatu e Nova Caledônia.

Fonte: Agência Brasil