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PM e Polícia Nacional do Paraguai recuperam veiculo furtado no dia anterior

Na tarde de ontem (12/03), uma Equipe Policial Militar de Ponta Porã realizava patrulhamento ostensivo preventivo, quando por volta das 16h foi acionada via Ciops para junto com a Polícia Nacional do Paraguai verificar e consultar um veículo que foi encontrado próximo a linha fronteiriça.

No local, uma área rural, onde o veículo VW Gol VW de cor cinza, com placas de Ponta Porã/MS, havia sido abandonado foi constatado que o mesmo foi furtado no dia anterior, o proprietário de 42 anos acompanhou os procedimentos junto com a Polícia Nacional e Policia Militar.

O veículo foi recuperado pelo trabalho em conjunto das forças brasileira e paraguaia, o veículo estava sem a bateria e sem seus autofalantes, os fios do painel estavam para fora do painel tendo em vista que foi utilizado a ligação direta, já que a chave do veículo estava com a vítima.

O veículo foi encaminhado até o 1º Distrito Policial para providências cabíveis para a entrega ao seu proprietário.

Assessoria

O cocido é um chá típico da região de fronteira

Uma infusão de chá muito popular na América do Sul, especialmente na Argentina, Uruguai e Paraguai.

Aqui está uma receita simples de cocido que certamente você vai amar:

Ingredientes:

  • 1 litro de água
  • 3 colheres de sopa de erva-mate
  • açúcar a gosto

Instruções:

  1. Ferva a água em uma chaleira ou panela.
  2. Adicione a erva-mate na água quente.
  3. Deixe a erva-mate em infusão por cerca de 5 minutos.
  4. Coe o cocido em uma peneira.
  5. Posteriormente sirva o cocido quente com açúcar a gosto.

Algumas pessoas gostam de adicionar outras ervas ou especiarias ao cocido, como cascas de laranja ou limão, canela, erva-doce ou anis estrelado. Experimente e veja o que você mais gosta!

Cocido x Coquito

No Paraguai, os moradores frequentemente bebem chá (ou cocido) e comem coquitos, que são biscoitos ou bolachas feitas com farinha, manteiga e açúcar. Receita simples de coquito:

O cocido é um chá típico da região de fronteira

Ingredientes:

  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1/2 xícara de açúcar
  • 1/2 xícara de manteiga sem sal, em temperatura ambiente
  • 1 ovo
  • 1 colher de chá de essência de baunilha
  • pitada de sal

Instruções:

  1. Preaqueça o forno a 180°C e forre uma assadeira com papel manteiga.
  2. Em uma tigela, misture a farinha, o açúcar e o sal.
  3. Adicione a manteiga e misture com as mãos até obter uma textura de migalhas.
  4. Adicione o ovo e a essência de baunilha e misture até que a massa fique homogênea.
  5. Dessa forma com as mãos, faça bolinhas do tamanho de uma noz e coloque na assadeira forrada.
  6. Achate levemente as bolinhas com um garfo ou com os dedos.
  7. Asse os coquitos por cerca de 15 minutos, ou até que estejam levemente dourados.
  8. Por fim deixe esfriar completamente antes de servir.

Além disso os coquitos são perfeitos para acompanhar o cocido ou o chá, especialmente nos dias frios de inverno. Aproveite!

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Canisso, baixista do Raimundos, morre aos 57 anos

Érico Andrade/G1

Banda de Brasília teve sucessos como ‘Eu Quero Ver o Oco’, ‘Mulher de Fases’ e ‘A Mais Pedida’. José Henrique Campos Pereira, nome real do músico, foi roadie antes de entrar para o grupo.

Canisso, baixista do Raimundos, morreu aos 57 anos nesta segunda-feira (13). A informação foi confirmada pelo empresário da banda, Denis Porto. Segundo mensagens publicadas no perfil do músico no Facebook, José Henrique Campos Pereira, nome real do músico, sofreu uma queda decorrente de um desmaio e posteriormente foi encaminhado para um hospital.

Biografia

Canisso é o nome artístico de Carlos Eduardo Miranda Fialho, baixista da banda brasileira Raimundos. Ele nasceu em Brasília, em 9 de fevereiro de 1972.

Canisso primeiramente iniciou sua carreira musical tocando em bandas de punk rock e hardcore em Brasília. Em 1990, ele se juntou à formação original dos Raimundos, juntamente com Digão (vocal e guitarra), Rodolfo (vocal e guitarra) e Fred (bateria).

Com a sua habilidade no baixo, Canisso ajudou a criar o som característico dos Raimundos, que mistura punk rock, hardcore e elementos de música nordestina. A banda ganhou grande popularidade no Brasil durante os anos 90, lançando vários álbuns de sucesso, como “Raimundos” (1994), “Lavô Tá Novo” (1995) e “Só no Forévis” (1999).

Ao longo dos anos, Canisso também se envolveu em projetos paralelos, incluindo a banda Geração 666 e o grupo de hip hop Vítimas da Sociedade.

Em 2001, Rodolfo deixou a banda, e em 2007, Fred também saiu. Desde então, Canisso e Digão têm mantido os Raimundos ativos com uma série de novos membros na formação.

Canisso é uma figura importante na cena musical brasileira, influenciando muitos outros músicos com o seu estilo de baixo único e sua abordagem criativa à música.

Explosão na Coamo de Ponta Porã deixa quatro feridos

Pelo menos quatro pessoas ficaram feridas sendo três em estado grave em uma explosão que aconteceu na unidade da COAMO na BR 463 nas proximidades do Posto Guaíba em Ponta Porã.

De acordo com informações do SAMU de Dourados, os feridos foram transportados por veículos particulares e interceptados pelas ambulâncias do SAMU na BR 463 na “Matinha”, já em Dourados.

Os feridos mais graves precisaram ser entubados e seriam levados para o Hospital da Vida, mas foram informados que o local estava lotado. Com isso os socorristas foram para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) onde estão internados na Ala Vermelha.

Os nomes e o estado de saúde das vítimas não foram informados.

ponta poranews

Senad prende duas mulheres por tráfico, uma é menor de idade

Um carregamento de suposta maconha é apreendido por agentes da SENAD lotados no departamento del Amambay em PJC.

Duas mulheres conduziam os veículos apreendidas e foram interceptadas por agentes antidrogas, sendo uma das motoristas menor de idade.

A primeira caminhonete é uma Toyota Hilux modelo antigo e o segundo veículo é uma Fiat Strada modelo prata placa Brasileira.

Agetran realiza operação trânsito seguro em Ponta Porã

Secretaria Municipal de Segurança Pública de Ponta Porã através da Agetran deu início a uma operação trânsito seguro que tem como objetivo propiciar um trânsito seguro em Ponta Porã, bem como, aumentar a sensação de segurança e prevenir as modalidades de infrações de trânsito.

A operação se dará de forma contínua com vistas a realizar abordagem em vários pontos do município e evidenciar os esforços no sentido de reduzir os índices de acidentes com vítimas.

devido às transformações que as obras realizadas em nosso município vem trazendo, e o aumento significativo de veículos e Motos em circulação, a AGETRAN vem, consequentemente, aumentando suas atividades e abordagens.

O Retorno das aulas nas redes pública e particular também colaboram para que o trânsito de nossa cidade necessite de uma maior atenção.

A Agetran, através da Secretaria de Segurança Pública, está com ações de segurança para população da fronteira.

Julgamento sobre abordagem policial é oportunidade de discutir racismo

Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF

O julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito das abordagens baseadas na cor da pele é uma possibilidade de enfrentar o racismo praticado pelas instituições brasileiras, na avaliação dos especialistas ouvidos pela Agência Brasil.Julgamento sobre abordagem policial é oportunidade de discutir racismo 1Julgamento sobre abordagem policial é oportunidade de discutir racismo 2

“Enfrentar a discussão sobre a ilegalidade de provas produzidas por perfilamento racial é fundamental para enfrentar um dos principais mecanismos que reproduzem o racismo institucional no Brasil”, destaca o diretor de Litigância e Incidência da Conectas Direitos Humanos, Gabriel Sampaio. A organização não governamental participa do julgamento como parte interessada.

Está sendo julgado no STF o caso de um homem preso com 1,53 grama de cocaína em Bauru, no interior paulista. A Defensoria Pública do Estado de São Paulo pede que as provas do caso sejam anuladas porque os policiais teriam abordado o homem com base, principalmente, na cor da sua pele. No depoimento, os policiais citam explicitamente que o suspeito era uma pessoa negra que estaria “em cena típica do tráfico de drogas”, em pé, junto ao meio-fio, em via pública”, próximo ao um veículo parado.

O julgamento foi suspenso na última quarta-feira (8) e deve ser retomado no próximo dia 15. Até o momento votaram cinco ministros. O relator, ministro Edson Fachin, defendeu em seu voto que não havia elementos que justificassem a abordagem e que os policiais agiram a partir da cor da pele do suspeito, fazendo com que as provas obtidas sejam ilegais. Os outros quatro ministros divergiram no caso concreto de que a busca pessoal foi motivada por racismo, mas concordaram que é inaceitável que a polícia aja a partir do perfil racial.

Abordagens racistas

Para Sampaio, é necessário que os agentes do Estado apresentem provas concretas que justifiquem a necessidade de abordagem de uma pessoa. No entanto, de acordo com ele, é rotineiro que o racismo internalizado nas instituições direcione ação policial contra população negra. “Essa forma de classificar, discriminar as pessoas nas abordagens a partir da cor da pele e gerar, a partir disso, toda a atuação e constrangimentos do sistema de justiça criminal é algo bastante recorrente no Brasil, em especial, contra as pessoas negras”, enfatiza.

Pesquisa divulgada pelo Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), em julho do ano passado, a partir de mais de mil entrevistas feitas em São Paulo e no Rio de Janeiro, mostrou que uma pessoa negra tem risco 4,5 vezes maior de ser abordado pela polícia. Entre os que foram abordados, 46% das pessoas negras disseram ter ouvido menções a cor ou raça, percentual que ficou em 7% para pessoas brancas.

Caso seja aceita pelo STF a tese de que abordagens feitas com base na cor da pele são ilegais, as polícias terão que, segundo o advogado, apresentar os elementos que motivaram as suspeitas. “O que significa que elementos probatórios, elementos que conduzem a qualquer tipo de suspeita precisam ser trazidos de forma concreta para que o sistema de Justiça e a sociedade possam exercer controle sobre a atividade estatal e ter a segurança de que o racismo institucional não está sendo reproduzido”, explica.

Atualmente, de acordo com o especialista, fica a cargo da vítima de uma abordagem abusiva provar que a ação foi ilegal ou desnecessária. “Quando você é vítima de uma abordagem ilegal, o cidadão não tem meios de fazer prova da ilegalidade da abordagem”, assinala. Por isso, segundo ele, a necessidade de que haja uma nova visão sobre esse ponto.

Da polícia à Justiça

O racismo institucional aparece, de acordo com Sampaio, em todas as etapas que envolvem o caso concreto que está sendo julgado, desde a abordagem até as condenações decorrentes dela. “Não há qualquer dúvida na leitura do caso do que o que mobilizou a atuação dos policiais para abordarem o paciente foi a cor da pele”, ressalta.

As penas impostas pela pequena quantidade de droga apreendida também são, na leitura do advogado, um indício da influência do racismo institucional no caso. “Em todos os momentos processuais formais ele se identificou como pessoa usuária. Mas o sistema de Justiça, para além dos policiais militares, para a autoridade policial [delegado], o Ministério Público, até o juízo na sentença, o Tribunal de Justiça no recurso, vão tratando essa pessoa sempre aplicando da forma mais rigorosa, contrariando os precedentes dos tribunais superiores, a lei penal, em desfavor do paciente”, diz, ao lembrar que o homem chegou a ser condenado a quase oito anos de prisão. Essa pena foi reduzida, pelo Superior Tribunal de Justiça, para dois anos e 11 meses.

O caso é emblemático em relação ao racismo institucional também na avaliação da assessora de articulação política da Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas, Juliana Borges. “É  difícil conseguir processos que tenham uma evidência tão contundente de perfilamento racial como motivação para uma abordagem policial. Você tem no processo os policiais verbalizando que avistaram um jovem negro. Em geral, eles colocam que avistaram um suspeito ou um jovem”, pontua.

Guerra às drogas

Há ainda, na opinião da especialista, uma amostra de como a atual política de criminalização de algumas substâncias que embasa grande parte das ações da segurança pública no país afeta especialmente as pessoas negras. “É um julgamento que possibilidade uma série de discussões que a gente vem acumulando há alguns anos de apontar que a guerra às drogas tem sido esse mecanismo de reprodução de vulnerabilidades, de hierarquias e abismos sociorraciais no nosso país”, acrescenta.

Nesse contexto, as pessoas negras e que vivem em comunidades mais pobres são, segundo Borges, colocadas como uma “figura suspeita a ser combatida”. “Isso é feito a partir da reprodução e a reafirmação de estereótipos e de imagens de controle sobre pessoas negras e periféricas.”

Por isso, ela defende que o caso provoque uma reflexão sobre a necessidade de revisão da forma de atuação das polícias e das possibilidades para que a sociedade possa averiguar e observar as ações dos agentes do Estado. “Uma decisão sobre isso pode reverberar no sentido que a gente possa estabelecer normativas de ação, tanto de controle social, mas também de ação policial.”

Candinho Gabínio pede equipamentos para parques infantis e reordenamento no Trevo da Cuia

O Presidente da Câmara Municipal de Ponta Porã, Candinho Gabínio, solicitou, por meio de um expediente encaminhado ao Deputado Federal Beto Pereira, a viabilização de Emenda Parlamentar visando aquisição de 4 kits contendo balanço de dois lugares em metal corrente, balanço quatro lugares modelo adaptado para um cadeirante e no mínimo três acompanhantes, banco jardim, banco lápis, cano escalada com escada horizontal, escorregador de ferro, gangorra de ferro dois lugares, gira-gira carrossel quatro lugares modelo adaptado para um cadeirante e três acompanhantes, playground (casinha de brinquedo), playground (parques infantil júnior), playground ( parque infantil) para implantação de Parques Infantis com fechamento, através de tela de arame ou material similar, nos bairros de nosso município.

O pedido foi formalizado por meio de uma indicação, lida em Plenário, durante a sessão ordinária de 7 de março, na Câmara Municipal de Ponta Porã.

Ele justificou a solicitação afirmando que “com o crescimento populacional em nosso município, alguns bairros de nossa cidade ficaram desprovidos de um espaço adequado para o lazer de nossas crianças o que pode estar comprometendo o desenvolvimento social e físico das mesmas, mas com o atendimento desta proposição estaremos evitando que isto ocorra com os nossos pequenos. Preocupado e atento a esta situação e sabendo do excelente trabalho desenvolvido pelos nossos parlamentares em relação ao tema, ficamos certos do atendimento desta indicação”.

TREVO DA CUIA

O Presidente da Câmara Municipal, também apresentou indicação encaminhada ao senhor Beto Pereira – Deputado Federal, e à Senadora Tereza Cristina Corrêa da Costa, bem como ao senhor Euro Nunes Varanis Junior, Superintendente Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT-MS), com cópia ao Excelentíssimo Senhor – Hélio Peluffo Filho – Secretário Estadual de Infraestrutura e

Logística, solicitando estudos quantos à remodelação do trevo que liga a Br 463 aos bairros da região Sul do nosso município, denominado Trevo da Cuia.

Candinho Gabínio justificou o pedido, argumentando que “com administração aplicada pelo nosso ex-prefeito, que hoje desenvolve suas atividades na Secretaria de Infraestrutura e Logística, o que, nos enche de orgulho e com o valoroso apoio do Deputado Federal Beto Pereira e da Senadora Tereza Cristina, nosso município obteve um aumento muito expressivo em relação ao desenvolvimento, e com a ajuda do nosso turismo de compras o tráfego na região indicada teve um aumento muito expressivo, desta forma com a readequação do referido trevo estaremos oferecendo muito mais segurança e praticidade aos motoristas que naquele local trafegam”.

Vereador Prof. Ricardo Torraca solicita obras no Flamboyant

O bairro Flamboyant foi alvo da atenção de um dos vereadores da Câmara Municipal de Ponta Porã nesta terça-feira, 7 de março de 2023.

Ricardo Torraca enviou pedidos ao Prefeito Eduardo Campos e ao Secretário de Obras André Messias Manosso para que atendam aos clamores dos moradores do bairro.

Torraca citou nas correspondências que as ruas 12 e 13 do bairro carecem de patrolamento e cascalhamento com compactação.

O Parlamentar diz que a referida solicitação se fundamenta como atendimento à uma reivindicação dos moradores daquele bairro, pois a vias se encontram completamente esburacadas, o que piora drasticamente quando chove, impossibilitando o bom acesso tanto de pedestres, quanto de veículos.

Assessoria*

Volta Redonda derrota Fluminense na abertura da semifinal do Carioca

Volta Redonda, RJ - Brasil - 12/03/2023 - Maracanã - Campeonato Carioca, semifinal jogo 1, jogo entre Fluminense x Volta Redonda. FOTO DE MARCELO GONÇALVES / FLUMINENSE FC IMPORTANTE: Imagem destinada a uso institucional e divulga磯, seu uso comercial estᠶetado incondicionalmente por seu autor e o Fluminense Football Club. IMPORTANT: Image intended for institutional use and distribution. Commercial use is prohibited unconditionally by its author and Fluminense Football Club. IMPORTANTE: Im᧥n para uso solamente institucional y distribuici㮮 El uso comercial es prohibido por su autor y por el Fluminense Football Club

O Volta Redonda derrotou o Fluminense por 2 a 1, na noite deste domingo (12) no Estádio Raulino de Oliveira, pela ida das semifinais do Campeonato Carioca. As equipes definirão quem avança para a decisão da competição a partir das 16h (horário de Brasília) do próximo sábado (18) no Maracanã.

Jogando em casa, o Esquadrão de Aço abriu logo uma vantagem de dois gols, com Pedrinho aos 25 minutos do primeiro tempo e com Lelê aos seis da etapa final. Diante do placar adverso, a equipe das Laranjeiras passou a arriscar mais e, de tanto tentar, conseguiu descontar aos 33 minutos com Nino, em lance no qual prevaleceu a vontade do zagueiro.

As semifinais do Carioca terá prosseguimento na próxima segunda-feira (13). A partir das 21h10, Flamengo e Vasco medem forças no Maracanã.

Agencia Brasil*

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