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Thiago Vedana pede faixas de pedestres e asfalto para cidade

A Vereador Thiago Vedana apresentou na sessão ordinária de 28 de fevereiro, na Câmara Municipal de Ponta Porã, três indicações em que aciona o Prefeito Eduardo Campos e Secretário de Obras André Manosso, para a realização de importantes obras no município.

O vereador pede que seja viabilizada a implantação de faixas de pedestres elevadas em frente à duas escolas da cidade.

A primeira frente à escola Dr. Miguel Marcondes Armando, na rua Baltazar Saldanha n. 1370. E a segunda frente à Elite Rede de Ensino, localizada na rua Tiradentes, 349, Centro.

“A presente indicação tem por escopo trazer segurança aos pedestres, para que possam cruzar estas movimentadas vias, evitando acidentes, mantendo o trânsito organizado.”

O vereador encerrou suas indicações ao pedir a pavimentação asfáltica da rua Curitiba até a rua Diamantina, na Vila Áurea.

Vedana informou que “a referida rua está extremamente ruim, eis que nos dias de chuva, os transeuntes sofrem para se locomoverem por esta via. Desse modo, a pavimentação asfáltica contribuiria em muito para resolver a situação, ligando duas vias importantes, viabilizando o desenvolvimento econômico e social da região”.

Zico, a alegria da Gávea, completa 70 anos

Arthur Antunes Coimbra, ou simplesmente Zico, o maior ídolo da história do Flamengo, completa 70 anos nesta sexta-feira (3). O que mais pode ser dito sobre esse jogador, que em 1981 foi escolhido como o melhor do mundo pelo Diário 16 (jornal da Espanha) e pela revista Guerin Sportivo (Itália), jogando por um time brasileiro? Feito que repetiu em 1983, na ocasião pela World Soccer (Inglaterra), numa época em que não havia tanta troca de informação entre o futebol do Brasil e o da Europa. Não é à toa que ele está no Hall da Fama da Fifa.Zico, a alegria da Gávea, completa 70 anosZico, a alegria da Gávea, completa 70 anos 1

Zico - taça - Copa Intercontinental 1981 _ equivalente ao atual mundial de clubes

Zico levanta a taça da Copa Intercontinental de 1981, disputada entre os vencedores da Liga dos Campeões da Uefa e da Copa Libertadores.  A partir do ano 2000 a Fifa começou a organizar o atual Campeonato Mundial de Clubes – Zico/Arquivo pessoal

Poderia elencar os muitos campeonatos que o Galinho de Quintino – bairro da zona norte da cidade do Rio – ajudou a conquistar, o total de gols, as lesões sofridas e as vezes em que entrou em campo machucado para não prejudicar a equipe – numa delas, em 1987, na  na reta final da Copa União, ele atuou nos quatro últimos jogos no sacrifício e operou o joelho no dia seguinte ao da vitória sobre o Internacional. Outra situação ímpar foi quando jogou pelo Rubro-Negro carioca na final do Brasileirão 1983, mesmo negociado para o futebol italiano. Valeria lembrar de quando Zico foi para a Udinese e brilhou na Itália. Depois, de passagem pelo Japão, virou ídolo, técnico até e comandante da seleção nipônica na Copa do Mundo da Alemanha (2006). 

Quando Zico completou 60 anos, tive a honra de ser chamado pelo então diretor do Jornal dos Sports – periódico impresso em páginas cor de rosa, que circulou até 2010 – para contar a história do ídolo rubro-negro, tendo como fio condutor as primeiras páginas do jornal. Foram ao todo 60 capas, escolhidas pelo próprio Zico, desde a estreia dele em 1971 até a despedida em 1990. No dia do lançamento, agradeci a ele. “Agora nossas vidas se cruzaram para sempre”. Quem diria!

Então, por que não falar do convívio pessoal? E lá se vão mais de 40 anos. Em 1982 eu era o repórter do Jornal dos Sports, e substituía os os repórteres setoristas de cada clube quando estavam de folga. A segunda-feira era o dia de cuidar do noticiário do Flamengo, que passei a acompanhar diariamente em 1983.

Em pouco tempo fiz amigos – Mozer, Cantarelli, Júnior, Leandro, Tita, Lico, Andrade, Adílio (tempo bom, não era?), mas com o Zico era diferente. E não por culpa dele, mas por respeito ao cara que era o ídolo daquele time. Vale dizer que, numa época em que não havia celular, nem a prática atual de se fazer fotos a todo instante, o dia em que o fotógrafo Jair Motta me deu uma foto (18 x 24cm), em  preto e branco, feita durante uma entrevista com o Zico, na casa dele, guardei como um troféu.

Zico foi para a Itália, voltou para o Flamengo, parou de jogar. E certa vez apareceu na praia de Copacabana, no Mundial de Beach Soccer. Eu o recebi e fomos caminhando para a arena de jogo e, enquanto falava, me deu um abraço. Parei na hora e ele perguntou o que tinha acontecido. “Você deve estar de brincadeira, né?”, perguntei a ele, que até se assustou. “Por quê?”. “Pô Zico, você é meu ídolo, cansei de estar ali na arquibancada gritando seu nome. E você me dá um abraço na frente de todo mundo?”. Confesso que continua sendo um dia inesquecível.

Zico, Sergio du Bocage, livro, lançamento

Zico ao lado o jornalista Sergio du Bocage, autor do livro ’60 capas’, que conta a história do ídolo rubro-negro, tendo como fio condutor as primeiras páginas do Jornal dos Sports – Zico/Acervo pessoal

Galinho de Quintino abre o coração

Zico é assim: simples nos atos, um cara sério e que não esconde os sentimentos. Virou amigo mesmo, e volta e meia eu até abuso dessa amizade. Como agora. Quarenta minutos de conversa sobre o que ele quase nunca fala. Ou sobre o que ele tinha vontade de falar.

“Eu, como técnico, não me lembro de terem me perguntado sobre qual o meu esquema de jogo preferido, o 4-4-2. Com ele a equipe fica mais equilibrada, com condições de bloquear melhor. Todo time que eu monto procuro implantar esse sistema, que compacta a equipe”, detalha o craque, agora treinador.

Que falha a nossa como jornalistas! Aliás, Zico lembra com saudades da cobertura da imprensa quando era jogador. “Eu até comprava cinco jornais, cada um falava uma coisa, os jornalistas procuravam uma notícia diferente, o furo de reportagem. Hoje é tudo igual, a internet faz com que as notícias sejam instantâneas e o jornal, no dia seguinte, fica parecendo velho”, reclamou. E foi adiante. “Comigo não tem isso de ‘falar em off‘ [quando o repórter se compromete em não divulgar o que o entrevistado revelou]. Se estou conversando com um jornalista, ele tem liberdade para publicar. E gosto mais das reportagens assinadas, quando o cara assume o que está escrevendo. Esse merece mais o meu respeito”, afirma. 

Rio de Janeiro (RJ), 01/03/2023 - O ex-jogador de futebol, Arthur Antunes Coimbra, o Zico, concede entrevista à EBC ,em sua casa, às vésperas de completar 70 anos. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil

São tantos os prêmios e troféus ao longo da carreira, que Zico mantém um rico acervo em sua residência na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde foi entrevistado – Tânia Rêgo/Agência Brasil

Zico adora falar de futebol. “Se bobear, vejo até futebol de botão na TV”. Mas é quando fala da família, que não para de crescer, que o Galo se derrete. Filho de ‘Seu Antunes e de Dona Matilde’, casado com Sandra –  “o grande amor da minha vida desde 1975” –  pai de Arthur Júnior, Bruno e Thiago e avô de Felipe, Gabriel, Antônio, Arthur Neto, Alice, Larissa, Davi, Sofia e Tom, o Galinho não reluta em dizer que “ser filho, marido e pai é bom, mas ser avô é muito melhor”.

“A gente chega num momento da vida que sabe o que pode e o que não pode, é mais fácil. Como avô a gente reúne todas as experiências vividas, pode saber até onde vai, o que pode ser bom ou não para o neto, e ajudar o filho na educação deles. E não vem com esse papo de que avô deseduca. A gente educa com os atos, com o exemplo. Damos liberdade para uma coisa ou outra, mas até o limite do certo e do errado. As crianças de hoje são observadoras. Quando elas vêem que o avô não faz determinada coisa, elas sabem que aquilo é o mais certo”, ressalta o ídolo rubro-negro.

Pai de três filhos, a chegada de Alice, primeira menina da família que Zico estruturou com Sandra, foi marcante. “Olha, não tenho preferência por neto, mas confesso que é muito diferente quando o neto chama de ‘vô’ e a neta de ‘vovô’“, derrete-se.

É lógico que futebol entra na conversa. Que gol você gostaria de ter feito na carreira? E a resposta é imediata: ““eu só queria ter feito o gol de empate naquela partida contra a Itália, em 1982. A gente ficou em cima deles o tempo todo, sofri uma marcação homem a homem em toda a partida, quase não tive chances. No final, o Oscar quase marcou de cabeça, teve gente achando que era eu no lance. Se eu pudesse voltar no tempo, e fazer mais um golzinho, seria naquela partida. De bico, de canela, de qualquer jeito”, assegura o craque.

Zico, seleção brasileira de 1982, Telê Santana, Sócrates

 “Eu só queria ter feito o gol de empate naquela partida contra a Itália, em 1982”, afirma o Galinho de Quintino, que integro seleção brasileira comandada na época pelo técnico Telê Santana – Arquivo CBF

E qual gol você lamenta não ter feito? Outra resposta imediata. “Essa é fácil de responder. O pênalti contra a França, na Copa de 1986. Aquele gol colocaria o Brasil na frente, se bem que ainda tinha jog e a França poderia empatar, mas acabei ficando com o ônus daquela eliminação. Vivo a mesma situação do Barbosa, da Copa de 1950. Aqui no Brasil a gente vive com isso. Dez erram, mas só um vira o boi de piranha. Eu aceito essa injustiça na boa, foi um erro de jogo, igual ao frango do goleiro, à furada do zagueiro. Não foi proposital, foi uma falha do jogo. Convivo muito bem com essa situação, porque sei que não tenho culpa pela eliminação”, ressalta.

Zico marcou 854 gols, 525 reconhecidos pela Fifa, o que o coloca em 14º lugar entre os maiores do mundo. Inclusive, lembra com detalhes de cada um deles. E o que ele considera um dos mais bonitos da carreira –  em 11 de maio de 1974, véspera do Dia das Mães, contra o Grêmio, no Maracanã – tem significado ainda maior. “Foi lindo e eu ainda pude homenagear minha mãe. O Geraldo lançou o Vanderlei [Luxemburgo] e ele cruzou na medida. Peguei de voleio, na veia. Quando o goleiro pulou, a bola já estava voltando. Se eu pegasse mal na bola, ela ia parar na arquibancada. Eu brinco com o Luxa até hoje, dizendo que ele só é lembrado como jogador por mim, nessa jogada. Ninguém mais fala dele”, provoca o Galinho com bom-humor.

Quando se trata de gols importantes, a lembrança de Zico é ainda mais imediata.

“Na final contra o Grêmio, no Brasileiro de 1982, a gente estava perdendo de 1 a 0 no Maracanã, e se houvesse empate no jogo da volta, em Porto Alegre, eles seriam campeões. Fiz o gol no finalzinho e depois conseguimos o título no Sul. Mas antes daquele jogo, teve outro contra o Santos, no Morumbi. A gente ganhou no Rio de 2 a 1 e estava perdendo de 1 a 0 quando o Leandro mandou na área. Eu estava de costas e cabeceei virando o corpo, torcendo para o Marola estar no meio do gol. Deu certo, empatamos e seguimos no campeonato. Mas não há dúvida alguma de que, para mim, o gol mais importante da carreira foi o segundo, de falta, em cima do Cobreloa, na final da Libertadores. Valeu um título inédito, Sul-Americano, nos permitiu lutar pelo Mundial. Sem contar a guerra que foi nos dois jogos anteriores. Foi uma campanha inesquecível”, recorda orgulhoso.

Rio de Janeiro (RJ), 01/03/2023 - O ex-jogador de futebol, Arthur Antunes Coimbra, o Zico, concede entrevista à EBC ,em sua casa, às vésperas de completar 70 anos. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil

“Eu adorava o apelido que o Celso Garcia colocou em mim: Alegria da Gávea. Uma pena que não pegou, ficou mais o Galinho de Quintino”, revelou Zico – Tânia Rêgo/Agência Brasil

Como inesquecíveis, também, são as histórias engraçadas. “Pô, a gente estava fazendo uma preliminar no Maracanã, o jogo começava às 7h15 da noite, a galera só chegava no intervalo, vinha do trabalho. O estádio quase vazio, acho que foi contra o Campo Grande, sei lá. Mas o Luís Paulo fez o gol e saiu com o bocão aberto, gritando. Aí a perereca ( prótese dentária móvel) pulou. A galera na geral gritou na hora: ‘olha a perereca’. A gente caiu em cima dele pra festejar, e ele pedia pra gente se afastar, para não quebrar a perereca. Acabou achando. Outra aconteceu comigo, num Flamengo x Vasco. Estava chovendo e numa disputa de bola com o Orlando a minha aliança caiu. Era um clássico, não tinha como eu ficar procurando durante o jogo, ainda mais ali ao lado da pequena área. Quando a partida acabou, eu procurei o pessoal do Maracanã e pedi para procurarem. Lembro que não apagaram os refletores, nem ligaram o sistema de irrigação. Na quarta-feira, no jogo seguinte, me devolveram no vestiário”.

Zico nunca foi de brigar em campo, apesar de ter sofrido algumas jogadas violentas. “O Edinho, um dia, me deu uma cotovelada que arrancou um dente. O Guina me deu um pontapé na barriga, fui reclamar e o [árbitro] Wright me expulsou. Fazer o quê, né?”. Mas foi numa pelada, no interior de Minas Gerais, que o craque do Flamengo perdeu a linha. “Eu fui com o Juventude, de Quintino, participar de uma pelada em Leopoldina, campinho de terra. A gente sempre fazia esses jogos nas férias. No meio do campo do time deles tinha um cara com um braço só, que jogava pra cacete. Driblava todo mundo, tinha habilidade. Estava deitando! Veio pra cima de mim e cheguei junto, dei uma porrada nele, caímos um para cada lado”, conta às gargalhadas. “Ele levantou me xingando, me mandando tomar naquele lugar, mas o mais engraçado é que, mesmo com apenas uma mão, ele fazia o gesto. Primeiro, com a mão aberta, gesticulava para baixo. E depois, com a mão fechada, para cima. Ninguém acredita nessa história, mas é verdade”, assegura sem conter o riso.

A conversa vai chegando ao fim. Zico lembra que, no passado, deixou de fazer muita coisa por causa da fama. “Não podia ir com meus filhos ao teatro infantil, ao parque de diversões. Agora estou tentando fazer isso com os netos”. De arrependimento, apenas um projeto, o filme “Uma aventura do Zico”, de 1999. “Não gostei, só aceitei porque foi um pedido do amigo Luís Carlos Barreto. Não foi bem elaborado, não era aquilo que eu queria. Se houvesse algo que eu pudesse trocar na minha vida, eu certamente não teria feito aquele filme”, lamenta.

E como o Zico gosta de ser chamado?

“Em casa a Sandra me chama de ‘filho’. Meus amigos me chamam de Galo, Galinho. Engraçado que, na rua, o cara passa por mim, nunca me viu e bate no ombro: ‘e aí, Galo?’, na maior intimidade. O Zico parece que ficou mais com o torcedor mesmo. Mas quer saber? Eu adorava o apelido que o Celso Garcia colocou em mim: Alegria da Gávea. Uma pena que não pegou, ficou mais o Galinho de Quintino”.

Entenderam, agora, o motivo do título? E cá entre nós, Alegria da Gávea tem tudo a ver com o Zico.

* Sergio du Bocage é apresentador do programa No Mundo da Bola, da TV Brasil

Prouni: inscrições para o primeiro semestre terminam hoje

Estudantes de todo Brasil, fazem o segundo dia de prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio

As inscrições do Programa Universidade para Todos (Prouni) para o primeiro semestre deste ano terminam hoje (3). O prazo começou na última terça-feira (28) e os estudantes interessados devem acessar a página do Prouni no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior do Ministério da Educação.Prouni: inscrições para o primeiro semestre terminam hoje 2Prouni: inscrições para o primeiro semestre terminam hoje 3

O resultado da primeira chamada sai no dia 7 de março e as matrículas, com a comprovação das informações da inscrição, deverão ser realizadas entre 7 e 16 de março. Já o resultado da segunda chamada será divulgado em 21 de março, com matrículas entre 21 e 30 de março.

Nesta edição, serão disponibilizadas 288.112 bolsas no total, sendo 209.758 integrais e 78.354 parciais.

Para quem não for selecionado nas chamadas regulares, o programa oferece ainda a oportunidade de participar da lista de espera. Para isso, o estudante deve manifestar o interesse nos dias 5 e 6 de abril. A divulgação do resultado da lista de espera e as matrículas ocorrerão de 10 a 19 de abril.

O que é o ProUni

O ProUni é o programa do governo federal que oferece bolsas de estudo – integrais e parciais (50%) – em instituições particulares de educação superior, para cursos de graduação e sequenciais de formação específica.

Para se inscrever é preciso que o candidato tenha feito uma das duas últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no caso 2021 ou 2022, e tenha alcançado, no mínimo, 450 pontos de média nas notas e não tenha tirado zero na redação.

Outras exigências são não ter tirado zero na redação e não ter participado do Enem na condição de treineiro. No caso de o participante ter feito as duas últimas edições do Enem, será considerado aquele com a melhor média de notas.

Para ter acesso à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário mínimo por pessoa. Para a bolsa parcial, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

Agencia Brasil*

Moto fica em chamas após ser atingido por raio em Bela Vista MS

Moradores de Bela Vista fronteira com o Paraguai dizem que raio caiu em uma motocicleta, Honda Biz, que deixou completamente carbonizada, o fato aconteceu na tarde desta quinta-feira (2), populares filmaram a moto, completamente destruída.

Em um vídeo que circula nas redes sociais registra o momento que o veículo está em chamas. Várias cidades de MS estão sofrendo com as chuvas constantes e a incidência de raios aumentaram drásticamente na região.

Carne encontrada em mala de brasileiro preso em aeroporto de Lisboa é humana

Jornal português confirma que carne encontrada em mala de brasileiro é humana

Begoleã Fernandes é suspeito de canibalismo e de ter assassinado Alan Lopes na Holanda; caso ainda está sendo investigado

A carne encontrada na mala do brasileiro Begoleã Fernandes, que foi preso no aeroporto de Lisboa, em Portugal, na segunda-feira, 27, é humana, informou o jornal português ‘Correio da Manhã’, acrescentando que o homem de 26 anos teria dito isso ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Fernandes é suspeito de assassinar Alan Lopes em Amsterdã, na Holanda, no domingo, 26, e foi detido 24 horas depois no Aeroporto Humberto Delgado, quando tentava pegar um voo para Belo Horizonte, no Brasil. Ele levantou suspeitas do SEF quando apresentou um cartão de identidade italiano e portava documentos de terceiros. Ele foi preso em flagrante por falsificação de documentos. Apesar de o brasileiro estar aguardando em prisão preventiva, o caso segue sendo investigado e a Polícia Judiciária, que está responsável pela investigação, aguarda o resultado do exame feito nos restos da carne.

Fonte: Jovem Pan News

Comandante da PM é morto a tiros durante operação no Rio

O capitão Carlos Alberto Alves, 42 anos, foi morto a tiros na manhã desta quinta-feira (2) durante uma operação nas comunidades no Centro de Angra dos Reis, no Sul do Estado. Ele era comandante da 3ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do 33ºBPM, localizada em Camorim. Segundo a Polícia Militar, o agente chegou a ser socorrido ao Hospital Municipal da Japuíba, mas não resistiu. Em menos de uma semana, dois PMs foram mortos na região.

O PM estava na corporação desde 2002. Ele deixa mulher e dois filhos. De acordo com relatos, ele teria sido atingido por um tiro de fuzil na perna e chegou a perder muito sangue. O 33ºBPM está prestando apoio aos familiares. Até o momento, não há confirmação de horário e local do sepultamento.

O caso ocorre cinco dias após a morte do cabo Fernando Figueira Machado, 34 anos, do mesmo batalhão, e que também estava de serviço. O PM foi baleado durante ataque de criminosos na localidade conhecida como Casinhas do Bracuí, no bairro Bracuhy, em Angra dos Reis, no último sábado (25). Na ocasião, outro policial também foi baleado, mas após atendimento recebeu alta da unidade de saúde.

Com o capitão Carlos Alberto Alves, sobe para quatro o número de PMs mortos em menos de uma semana. No último sábado (25), o PM Marcelo Félix de Almeida, foi encontrado carbonizado dentro do próprio carro, na Via Light, sentido Nova Iguaçu, Baixada Fluminense.

De acordo com a corporação, Marcelo havia sido baleado momentos antes na comunidade Bacia do Éden, em São João de Meriti. Equipes do 21º BPM (São João de Meriti) foram acionadas para dar apoio ao agente, mas não o encontraram na região.Posteriormente, o veículo do sargento foi localizado em chamas. O agente era lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Parque Proletário.

O policial militar Jefferson Alan Ferreira Cavalcanti, 41 anos, foi morto durante operação na Comunidade do Muquiço, em Guadalupe, na Zona Norte do Rio, na última terça-feira (28). Ele foi atacado a tiros junto a equipe por criminosos armados da região. O cabo foi atingido no tórax e socorrido para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, onde não resistiu.

Fonte: meiahora

Prefeitura libera pagamento dos Servidores municipais

A Prefeitura Municipal de Ponta Porã liberou nesta quinta-feira a folha dos Servidores públicos municipais, referente ao mês de fevereiro de 2023. O dinheiro já estava disponível para saque e movimentação desde as primeiras horas da manhã de hoje.

“Seguimos valorizando nossos Servidores, que têm a certeza e a tranquilidade de saber que o dinheiro estará disponível e desta forma pode seguir honrando com seus compromissos particulares”, disse o Prefeito Eduardo Campos.

PREVIPORÃ

O PREVIPORÃ – Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais de Ponta Porã – efetuou o pagamento dos salários dos aposentados e pensionistas nesta quarta-feira e injeta mais de 3,3 milhão de reais na economia local. O pagamento do PREVIPORÃ é realizado um dia antes do funcionalismo para evitar filas na rede bancária.

* Diretoria de Comunicação

Foragido é morto pelo Choque na capital

O foragido Thiago Felipe Peralta Alecrim, de 27 anos, morreu ao trocar tiros com policiais do Batalhão de Choque, na madrugada desta quinta-feira (2), na Vila Albuquerque, em Campo Grande. Ele estava com revólver e a informação é de que seria usado em atentado contra agentes da Segurança Pública de Mato Grosso do Sul.

O Choque informou, em boletim de ocorrência, que Thiago era procurado da Justiça e agiria para vingar a morte de um comparsa. Os militares, então, foram até um condomínio de casas e ao anunciar que se tratava da polícia, Thiago passou a disparar uma arma de fogo.

Os policiais revidaram e acertaram um tiro no tórax do homem, que ainda respirava e foi socorrido. Contudo, não resistiu e morreu na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Bairro Universitário.

Com Thiago, segundo o Choque, foi encontrado um revolver calibre 38 com quatro cápsulas deflagradas e uma munição intacta. No local ainda foram localizadas balanças, celulares, um fuzil de airsoft e uma identidade com a foto de Thiago, mas com nome de outra pessoa.

– CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

Pesca está liberada com limite de tamanho de peixe e restrição de rios; confira cartilha

Um mês após a liberação da pesca esportiva nos rios Paraguai e Paraná, agora é a vez da pesca em geral ser liberada em Mato Grosso do Sul, com o fim do período do defeso. Contudo, a abertura vem acompanhada de regras que, se desrespeitadas, configuram crime ambiental e podem gerar punições semelhantes às do defeso.

Para evitar complicações, é necessário que todos que forem à pesca possuam liberação, seja para a prática esportiva/amadora ou profissional. Já as regras estão elencadas todas na Cartilha do Pescador, que pode ser baixada aqui.

O documento traz informações importantes, como locais onde é proibida a pesca, apesar da liberação no Estado: “a pesca nesses rios e locais é crime”, adverte trecho da cartilha, apontando os rios Salobra, da Prata, Nioaque, Formoso e Mimoso como dentro da proibição, além do Córrego Azul e trechos de rios nas unidades de Conservação de Proteção Integral existentes em Mato Grosso do Sul.

“Ao pescador amador só é permitido o uso de linha de mão, caniço simples e caniço com molinete ou carretilha”, explica a cartilha, que traz ainda as demais regras para o pescador profissional. O uso de petrechos como redes é proibido no Estado.

Pesca está liberada com limite de tamanho de peixe e restrição de rios; confira cartilha 4
Cardumes no período de piracema ficam mais suscetíveis à pesca predatório e por isso há o defeso e fiscalização intensificada

Conforme o chefe da Comunicação da PMA (Polícia Militar Ambiental), tenente-coronel Ednilson Queiroz, a rigidez do defeso e a continuidade de parte dela posteriormente é de importante necessidade. “Isso garante que se mantenha ou até se recupere estoques pesqueiros que temos”, comenta o militar, doutor em Ecologia e Conservação.

Formado em Ciências Biológicas, com especialização em Perícia Ambiental e mestrado em Tecnologias Ambientais com Ênfase em Recursos Hídricos, Queiroz destaca que agora se inicia uma nova fase de fiscalização da PMA.

“São muitos pescadores nos rios, havendo necessidade de cuidados extremos e vigilância de várias atitudes que são crimes, como pescar com petrechos proibidos ou com método de pesca proibidos, em quantidade superior à permitida, ou em local proibido”, frisa.

Outras infrações citadas por Queiroz incluem a captura de pescado com tamanho inferior ao permitido, captura e abate de espécimes com pesca proibida, além do transporte, comércio e beneficiamento de produto da pesca predatória.

Espécies proibidas e reservas de pesca

Áreas de reserva de pesca permanente são locais onde, sempre, a pesca está proibida, independente do período do defeso estar ativo ou inativo. Essas áreas são compreendidas como as que estão 200 metros acima (a montante) e abaixo (a jusante) das barragens, corredeiras, cachoeiras, “escadas de peixes” e embocaduras das baías.

Pesca está liberada com limite de tamanho de peixe e restrição de rios; confira cartilha 5
Tabelas, como essa acima, mostram as espécies que podem ser usadas como isca viva, os peixes que podem ser pescados e todos os limites

Para algumas barragens e escadas de peixes as distâncias podem ser diferenciadas, assim, a orientação é que quem for ali pescar se informe antes com a PMA, que pode ser contatada pelos números (67) 3357-1500 e 3357-1501.

Já as espécies proibidas são o dourado (nome científico Salminus brasiliensis) e o Piracanjuba, também conhecido como piracanjuva ou bracanjuva (cientificamente, Brycon orbignyanus). Existem ainda limites de tamanho máximo e mínimo para diversas espécies, além de iscas vivas e demais locais onde a pesca é proibida.

Aqui você pode conferir a Cartilha do Pescador completa. Ao todo, são 24 páginas com todas as regras da pesca nos rios localizados em Mato Grosso do Sul.

Fonte: http://www.ms.gov.br/

Hospital Regional recebe novos médicos residentes aprovados em processo seletivo

Em evento de acolhida que teve início nesta quarta-feira (1°), o HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) recebeu novos médicos residentes aprovados em processo seletivo.

Os médicos foram recepcionados com uma mensagem de boas vindas do diretor-geral do HRMS, Paulo Limberger , que junto com a diretora técnica, Patrícia Rubini, destacou a importância da residência médica na vida dos profissionais, que impacta diretamente na qualidade do atendimento à população.

Conforme a diretora de Ensino e Pesquisa de Qualidade Institucional do HRMS, Roberta Higa, responsável pelo Programa de Residência Médica, os novos residentes terão uma série de atividades no decorrer desta semana que tem a finalidade inseri-los na rotina do hospital.

“Hoje iniciamos com o novo grupo e estamos realizando essa semana de acolhimento. Esse é mais um importante passo para o médico recém-formado. Aqui, ele vai melhorar as habilidades dentro da sua especialidade para começar a trabalhar, com foco voltado ao SUS”, disse a diretora.

Os novos profissionais compõem o quadro das seguintes especialidades: Anestesiologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Clínica Médica, Gastroenterologia, Ginecologia e Obstetrícia, Medicina de Emergência, Medicina Intensiva Adulto, Neurologia, Nefrologia, Pediatria e uma turma inédita que é da Coloproctologia.

Ao todo, 29 profissionais participam das atividades de acolhida que serão realizadas até a próxima segunda-feira (6), no auditório Jacarandá. Mais nove vagas ainda serão preenchidas.

Texto e foto: Joilson Francelino, Comunicação HRMS