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Ao ver barreira policial, dupla tenta arremessar mochila com maconha

Policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) prenderam, na noite de ontem (15/4), dois homens por Tráfico de Drogas. A ação ocorreu na MS-156, próximo à entrada de Caarapó.

Os militares perceberam o momento que objeto foi atirado para fora do veículo, momento antes da abordagem policial. Nas buscas, localizou-se uma mochila com 10 tabletes do entorpecente, com peso total de 8,3 quilos.

Os dois ocupantes do veículo, que residem em Loanda (PR) negaram ser os proprietários da droga. O condutor disse que veio até Amambai apenas para dirigir o veículo e que a droga pertenceria ao passageiro, que negou a acusação, e disse que esteve em MS para receber

um dinheiro decorrente de uma comissão que teria para receber.

A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia da Polícia Civil de Caarapó, onde os homens permaneceram à disposição da Polícia Judiciária.

O DOF mantém um canal aberto direto com o cidadão para tirar dúvidas, receber reclamações e denúncias anônimas, através do telefone 0800 647-6300. 

douradosnews

Hospital Regional de Ponta Porã (MS) intensifica limpeza em área de isolamento para pacientes com suspeita de Covid-19

Higienização é fundamental para inibir propagação do vírus; hospital é gerenciado pelo Instituto Acqua em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES)

A equipe de limpeza do Hospital Regional Dr. José de Simone Netto, em Ponta Porã (MS), intensificou o fluxo de higiene na área de isolamento para pacientes com suspeita de Coronavírus. Oito profissionais estão na linha de frente para manter limpa a área crítica, evitar a infecção no local e inibir a propagação do vírus. A unidade é gerenciada pelo Instituto Acqua em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Mato Grosso do Sul.

“Os agentes de limpeza foram capacitados para atuar na área crítica, de forma técnica e eficaz, para eliminar possíveis focos do Coronavírus. O setor Covid-19 requer mais cuidado e maior periodicidade de limpeza”, explicou o enfermeiro e coordenador da equipe de higienização, Rodrigo Machado Silva.

A higienização na área Covid-19 se divide em três planos: a limpeza concorrente (processo de remoção de sujidades de superfícies do ambiente, materiais e equipamentos, mediante a aplicação e ação de produtos químicos); limpeza terminal (higienização completa das áreas do hospital, desinfecção para a redução de agentes microbianos) e limpeza de manutenção.

O responsável pelo setor explica sobre a higienização da área crítica. “A limpeza terminal de área crítica é realizada com frequência de forma vertical e horizontal com ações física e química utilizando produtos específicos para eliminação de microrganismos, os chamados antibióticos da limpeza”, disse.

A equipe de higienização tem rotina de paramentação e uso de equipamentos de proteção individual para preservar a segurança durante o processo de desinfecção. “Ao chegar na unidade o funcionário troca de roupa, veste um privativo higienizado, na sequência em outro setor ele coloca a touca, capote, luva, máscara N95, proteção para os pés e óculos protetor. Tudo é realizado com muita segurança e de forma isolada. Eles também borrifam hipoclorito de sódio através de bombas de jato nas maçanetas e extintores”, explicou o técnico de segurança do trabalho, Franco Hilário Barros Júnior.

Referência para Covid-19 – O hospital atende população de mais de 200 mil habitantes dos oito municípios da região sul do estado, conta com 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e é referência na microrregião para o tratamento dos casos de Covid-19. A unidade adequou setor próprio para pacientes com sintomas respiratórios. Dentro dessa área há equipe específica com roupas e materiais de proteção individual, sala de estabilização respiratória com monitores, respiradores e uma Unidade de Terapia Intensiva.

Os agentes de limpeza foram capacitados para atuar na área crítica de forma técnica e eficaz

Assessoria

GCMFron adentra imóvel e encontra idosa falecida no grande Marambaia

PONTA PORÃ-MS, 16 DE ABRIL DE 2020 – 14H00MIN – ASSECOM – GCMFRON

Na quarta-feira, dia 15/04/2020 por volta das 11h15min, uma guarnição da GCMFron foi acionada via telefone de emergência 153 por uma cuidadora de idosos, identificada como S.T.O (53) para comparecer na rua João B. Calvoso nº 898, Jardim Marambaia, onde a mesma informou que a residente do endereço citado, M.C.D.V. (77) não respondia à seu chamado, o que lhe causava estranheza, pois a mesma a havia visitado no ultimo dia 04/04/2020, em atendimento realizado pelo Centro de Referencia da Assistência Social (CRAS) Jardim Marambaia.

Diante do exposto, a guarnição compareceu na residência acompanhada da referida cuidadora de idosos, onde ao constatar que a idosa M.C.D.V (77) não respondia a nenhum chamado, tomou a decisão de arrombar a porta do imóvel, onde se deparou com a idosa M.C.V.D. caída ao solo entre a cama e uma cômoda, e já não possuía sinais vitais. Diante dos fatos, a guarnição isolou o local de achado de cadáver e acionou a Perícia Técnica da Polícia Civil, que compareceu no local e realizou os procedimentos de praxe. A ocorrência aconteceu em Ponta Porã-MS, cidade situada a 320 km da capital Campo Grande.

Assessoria

Bolsonaro demite Henrique Mandetta que sai do governo com 76% de aprovação

Em meio à pandemia do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro demitiu nesta quinta-feira (16) o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. A informação foi divulgada pelo próprio ministro em uma rede social.

“Acabo de ouvir do presidente Jair Bolsonaro o aviso da minha demissão do Ministério da Saúde. Quero agradecer a oportunidade que me foi dada, de ser gerente do nosso SUS, de pôr de pé o projeto de melhoria da saúde dos brasileiros e de planejar o enfrentamento da pandemia do coronavírus, o grande desafio que o nosso sistema de saúde está por enfrentar”, escreveu Mandetta.

“Agradeço a toda a equipe que esteve comigo no MS e desejo êxito ao meu sucessor no cargo de ministro da Saúde. Rogo a Deus e a Nossa Senhora Aparecida que abençoem muito o nosso país”, prosseguiu.

Ex-deputado federal, Mandetta estava à frente da pasta desde o início do governo, em janeiro de 2019, e ganhou maior visibilidade com a crise provocada pelo novo coronavírus. Na tarde desta quinta, Mandetta foi chamado ao Planalto para uma última reunião com Jair Bolsonaro.

Nas últimas semanas, contudo, Bolsonaro e Mandetta tiveram divergências públicas em razão das estratégias para conter a velocidade do contágio da Covid-19, doença provocada pelo vírus.

Em entrevista ao Fantástico, no domingo (12), Mandetta disse que a população não sabe “se escuta o presidente ou o ministro” da Saúde em relação a medidas.

Em coletiva nesta quarta (15), no Palácio do Planalto, o então ministro da Saúde disse que era claro o “descompasso” entre a pasta e as orientações do presidente Jair Bolsonaro. Segundo Mandetta, pessoas cotadas para a sucessão no cargo chegaram a ligar para ele em busca de aconselhamento.

Na entrevista, o ministro também disse que a equipe montada por ele e empossada em 2019 trabalharia em conjunto, e ajudaria na transição para evitar uma ruptura na política contra a Covid-19.

O último dia

Na manhã desta quinta, Mandetta participou de um seminário virtual sobre o enfrentamento ao coronavírus. Durante o papo, afirmou que a perspectiva era de que a mudança no comando do ministério acontecesse “hoje, no mais tardar amanhã”.

No mesmo horário, o presidente Jair Bolsonaro recebeu no Palácio do Planalto o oncologista Nelson Teich. O médico, que atua em São Paulo, desembarcou em Brasília como o principal cotado para assumir o Ministério da Saúde.

Em artigo recente sobre a pandemia, Teich se mostrou a favor do isolamento horizontal, como Mandetta. Ele também afirmou, também em texto nas redes sociais que o enfrentamento da crise não pode levar em conta apenas fatores econômicos ou apenas fatores sanitários.

Até a publicação desta reportagem, nem a reunião com Bolsonaro nem a nomeação de Teich para o cargo tinham sido oficializadas pelo Palácio do Planalto.

Discordâncias
O presidente defende o que chama de “isolamento vertical”, ou seja, isolar somente idosos e pessoas com doenças graves, que estão no grupo de risco. Bolsonaro repete que o isolamento amplo, com suspensão de atividades, traz prejuízos à economia que ele considera até mais graves do que as mortes provocadas pelo coronavírus.

Mandetta reforçou nas últimas semanas a necessidade de isolamento para toda a população e reafirmou que as recomendações e determinações do Ministério da Saúde seguem parâmetros científicos e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Em três ocasiões diferentes, Bolsonaro saiu por ruas de Brasília e cumprimentou apoiadores, mantendo contato físico e descumprindo as orientações dadas por Mandetta e pelas autoridades internacionais de saúde.

A discussão sobre as medidas de restrição, com suspensão de atividades comerciais e aulas, por exemplo, gerou embate do presidente não só com Mandetta, mas também com governadores – em especial com o de São Paulo, João Doria (PSDB), e o do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).

Bolsonaro e Mandetta também discordaram sobre um remédio usado para tratamento de malária como alternativa para o coronavírus, a cloroquina (escute o podcast O assunto sobre o tema ao final da reportagem). Bolsonaro é entusiasta do remédio para tratar a Covid-19. Mandetta alerta para a falta de estudos científicos sobre o tema.

Pesquisas sobre desempenho de presidente e ministério
A demissão foi anunciada na semana seguinte à divulgação de uma pesquisa do instituto Datafolha que mediu avaliação do desempenho de Bolsonaro, dos governadores e do Ministério da Saúde na condução da crise do coronavírus.

O presidente teve 33% de avaliação ótima ou boa e reprovação de 39%. No levantamento anterior, divulgado no dia 23 de março, a aprovação de Bolsonaro era de 35%, e a reprovação era de 33%

Como ministro, Manteda levou o Ministério da Saúde a ter aprovação de 76%. 

Mandetta no governo
Bolsonaro anunciou Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) como ministro da Saúde em novembro de 2018, após vencer a eleição presidencial e iniciar a transição de governo. Então deputado federal, Mandetta havia apoiado Bolsonaro na eleição.

O anúncio de Bolsonaro da escolha do então futuro ministro foi feito por uma rede social, após encontro do presidente eleito com representantes das santas casas e de deputados da Frente Parlamentar da Saúde.

Ex-deputado e médico de formação
Médico de formação, Mandetta era deputado em final de mandato. Ele não tentou a reeleição em 2018. Foi o terceiro ministro filiado ao DEM anunciado por Bolsonaro – Tereza Cristina (Agricultura) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil à época) eram os outros.

Natural de Campo Grande, o agora ex-ministro seguiu a profissão do pai, o médico Hélio Mandetta. Cursou medicina na Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro, fez residência em ortopedia na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e uma especialização em ortopedia em Atlanta (EUA).

Em seu estado, Mandetta foi dirigente de plano de saúde e secretário municipal. Ele presidiu a Unimed de Campo Grande entre 2001 e 2004 e, ao encerrar sua gestão, assumiu a secretaria de Saúde de Campo Grande.

Coronavírus
Durante um ano e quatro meses como ministro da Saúde, Mandetta tentou cultivar uma imagem de gestor técnico e distante das pregações ideológicas que marcam a conduta de parte dos ministros de Bolsonaro.

Mandetta recebia críticas de auxiliares do presidente. No entanto, com a pandemia do novo coronavírus, passou a conceder entrevistas coletivas quase diariamente, nas quais recomendava o distanciamento social como forma de tentar reduzir a velocidade do contágio, e foi ganhando projeção.

O Brasil teve o primeiro caso de Covid-19 confirmado em 26 de fevereiro. O ex-ministro e sua equipe alertavam que haveria uma elevação do número de casos. O Ministério da Saúde orientou medidas de proteção e trabalhou na tentativa de ampliar equipamentos e aparelhos nas unidades hospitalares.

Crítico do programa Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff, Mandetta também liderou a criação do Médicos Pelo Brasil. O novo programa foi concebido para substituir de forma gradativa o Mais Médicos e ainda não está em pleno funcionamento.

Fonte: G1

Secretário do Ministério da Saúde pede demissão

São Paulo – O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, pediu demissão do cargo na manhã desta sexta-feira (15).

Considerado um dos principais auxiliares do ministro Luiz Henrique Mandetta, ele vinha participando da maioria das entrevistas coletivas concedidas diariamente pela equipe da pasta durante a pandemia do coronavírus.

Uma carta de despedida do secretário já havia sido divulgada pela manhã na coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. No texto, ele afirma que saída de Mandetta do ministério é esperada para breve.

“Ontem tive reunião com o Ministro e sua saída está programada para as próximas horas ou dias. Infelizmente não temos como precisar o momento exato. Pode ser um anúncio respeitoso diretamente para ele ou pode ser um Twitter. Só Deus para entender o que o querem fazer”, diz a carta.

O secretário afirma ainda no texto que a “gestão de Mandetta acabou” e que sua permanência no cargo estava atrelada à dele. Mas diz que o trabalho contra o coronavírus realizado pela sua pasta vai prosseguir. “É uma Secretaria técnica e sempre nos pautamos pela transparência, ética e preceitos constitucionais”, pontua.

Oliveira é tido como um dos principais estrategistas no combate ao coronavírus dentro do Ministério da Saúde. Doutor em epidemiologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), possui mais de 20 anos de experiência profissional, 15 anos deles na estrutura do ministério, onde foi um dos coordenadores do enfrentamento da pandemia de influenza e síndrome da zika congênita.

Marcello Casal Jr./Agência Brasi

Obras do contorno viário norte avançam

Máquinas trabalham no trecho do futuro contorno viário norte

As obras do contorno viário norte estão avançando gradativamente e a ligação entre os bairros Jardim Estoril e Gui Vilela está em fase bem adiantada, mesmo com o ritmo desacelerado por conta da pandemia. Os trabalhos de drenagem no contorno viário norte avançam em dois extremos importantes dessa ligação que mudará totalmente o cenário urbanístico da cidade, com a retirada da circulação de veículos pesados na área central.

O serviço de implantação dos tubos estão avançados nas ruas Belmiro Albuquerque e rua México, duas importantes vias ligando a rota do futuro contorno viário, para chegar até a rua Galileu Galilei, já no bairro Gui Vilela, cortando o Jardim Ivone, passando pela lateral do bairro Kamel Saad, até chegar na rodovia MS 164.

Dentro do cronograma estabelecido para execução de todas as etapas do contorno viário de Ponta Porã, que ligará as rodovias BR 463 e MS 164, nos dois extremos da cidade, o prefeito Hélio Peluffo assinou a ordem de serviços e os trabalhos do trecho norte, da MS 164 à rua Vital Brasil no bairro Gui Vilela, e desta rua à rua Guia Lopes, já no bairro São João estão em execução. As obras dessa primeira etapa estão em plena execução. São 8 km que vão integrar a cidade, desviar o trânsito pesado e reorganizar o crescimento urbano.

“É uma obra muito aguardada e merece todo nosso cuidado, assim como todas as obras realizadas pela nossa administração. O contorno viário vai mudar o perfil econômico na região por onde passará, o desenvolvimento vai acelerar e os bairros crescerão com a chegada dessa obra” disse o prefeito Hélio Peluffo, ao vistoriar a execução da implantação dos tubos do sistema de drenagem em trecho do futuro contorno rodoviário.

“Fui verificar a instalação da galeria celular de concreto armado que garante a travessia sobre o Córrego Pegua Jho. O trecho de 8 km tem uma ponte e duas travessias. Obra em andamento, afirmou o prefeito.

Hélio Peluffo lembrou que o contorno viário resgata um compromisso assumido com a população de Ponta Porã e com apoio do governador Reinaldo Azambuja “estamos realizando a obra, uma das mais aguardadas pela população nos últimos anos”, frisou o prefeito Hélio Peluffo. “É um investimento superior a R$ 22 milhões”, complementa.

O anel rodoviário de Ponta Porã vai tirar os veículos pesados do centro da cidade, aumentando a segurança e garantindo a fluidez do trânsito. “Vamos tirar o trânsito pesado do centro. É um sonho antigo de todos aqui da fronteira, em especial aqui de Ponta Porã. E junto com isso, outros investimentos. Vamos recapear mais avenidas, estamos entregando as patrulhas mecanizadas para os agricultores da agricultura familiar, estamos investindo nessa parceria na saúde, para levar a saúde mais próxima das pessoas. Isso mostra o governo presente e parceiro dos municípios”, disse.

Assessoria

Protagonista de meme do momento é fã de Messi e quer conhecer presidente do Barcelona

"Meu jogador favorito é Messi. Eu amo o jeito que ele joga e os gols que faz. Ele não é individualista e isso é muito importante. Eu amo futebol e amo jogar, é um dos meus hoobies favoritos. Eu sou torcedor do Barça, gosto muito do time, mas acima de tudo sou fã de Messi", disse o ganês em entrevista à Rádio Cadena SER, da Catalunha. "Messi é um espetacular jogador, é nosso líder e temos que agradecê-lo. Sem ele, o Barcelona não seria o que é. Com Messi, vencemos muitos títulos que não venceríamos sem ele", completou sobre o camisa 10. Benjamin também se mostrou um grande fã de Josep Maria Bartomeu, o atual presidente do clube catalão. "Gosto de Bartomeu, sonho em conhecê-lo. Ele é um bom presidente. Acho que ele ajudou a fazer do Barça uma grande equipe, dominante em LaLiga e outras competições, realmente acredito nisso. Ele fez o Barça maior que qualquer outro clube", analisou. Sobre a origem do meme e das danças com o caixão em seus ombros, Benjamin, que trabalha como coveiro, explicou que em Gana a morte é celebrada. "Nós devemos celebrar a morte. Por que? Porque quando uma pessoa nos deixa, nós temos que lembrá-la pelo que ela fez em vida, você sabe o que ela fez, o que fez por você, de algum jeito você tem que agradecê-la", explicou. "Acho que devemos celebrar a morte mais do que um nascimento, por isso dançamos. Eu odeio ver pessoas chorando quando faço meu trabalho, me deixa realmente triste. Nós dançamos porque queremos que as pessoas percebam que não devemos ficar de luto pela morte, devemos ficar feliz pela pessoa", finalizou.

“Meu jogador favorito é Messi. Eu amo o jeito que ele joga e os gols que faz. Ele não é individualista e isso é muito importante. Eu amo futebol e amo jogar, é um dos meus hoobies favoritos. Eu sou torcedor do Barça, gosto muito do time, mas acima de tudo sou fã de Messi”, disse o ganês em entrevista à Rádio Cadena SER, da Catalunha.

“Messi é um espetacular jogador, é nosso líder e temos que agradecê-lo. Sem ele, o Barcelona não seria o que é. Com Messi, vencemos muitos títulos que não venceríamos sem ele”, completou sobre o camisa 10.

Benjamin também se mostrou um grande fã de Josep Maria Bartomeu, o atual presidente do clube catalão.

“Gosto de Bartomeu, sonho em conhecê-lo. Ele é um bom presidente. Acho que ele ajudou a fazer do Barça uma grande equipe, dominante em LaLiga e outras competições, realmente acredito nisso. Ele fez o Barça maior que qualquer outro clube”, analisou.

Sobre a origem do meme e das danças com o caixão em seus ombros, Benjamin, que trabalha como coveiro, explicou que em Gana a morte é celebrada.

“Nós devemos celebrar a morte. Por que? Porque quando uma pessoa nos deixa, nós temos que lembrá-la pelo que ela fez em vida, você sabe o que ela fez, o que fez por você, de algum jeito você tem que agradecê-la”, explicou.

“Acho que devemos celebrar a morte mais do que um nascimento, por isso dançamos. Eu odeio ver pessoas chorando quando faço meu trabalho, me deixa realmente triste. Nós dançamos porque queremos que as pessoas percebam que não devemos ficar de luto pela morte, devemos ficar feliz pela pessoa”, finalizou.

Fonte: ESPN

Mandetta avisa equipe que deve ser demitido e número 2 da Saúde pode assumir ministério

O ministro da Saúde, Luiz Henrque Mandetta, em entrevista coletiva no Palácio do Planalto

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, avisou a equipe que deve demitido pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. A data da exoneração não é certa, mas, em plena pandemia da covid-19, o clima é de despedida entre funcionários da pasta.

Também não está confirmado o sucessor a Mandetta. Uma solução provisória, segundo integrantes do governo, seria colocar o “número 2” do ministério, João Gabbardo, no cargo de ministro. A leitura é de que a troca seria menos traumática para o momento que apostar no deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), que é radicalmente contra a estratégia de isolamento social para combater a doença, como hoje defende o ministério. 

Gabbardo foi secretário de saúde de Terra na década de 1990, quando o agora deputado era prefeito de Santa Rosa (RS). O “número 2” do ministério tem ainda bom diálogo com o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni (DEM), e é visto como um apoiador de Bolsonaro, para quem fez campanha em 2018.

Entre funcionários do ministério e na indústria da saúde circula uma lista de possíveis nomes para substituir Mandetta. Além de Gabbardo e Terra são citados:

– Antonio Barra Torres – médico, contra-almirante e presidente substituto da Anvisa;- Ludhmila Hajjar – diretora de Ciência e Inovação da Sociedade Brasileira de Cardiologia;

– Claudio Lottemberg – Presidente do Conselho do Hospital Israelita Albert Einstein;

– Nise Yamaguchi – Oncologista e imunologista defensora do uso da cloroquina para pacientes com sintomas leves da covid-19

Mandetta admitiu a auxiliares nos últimos dias ter cometido um erro estratégico ao elevar o tom do embate com Bolsonaro sobre a conduta do governo no enfrentamento aonovo coronavírus. O ministro perdeu apoio de militares do governo – que viram em sua entrevista de domingo ao Fantástico, da TV Globo, um tom de provocação – e até de alguns aliados em secretarias estaduais da Saúde.

Nessa terça, 14, em entrevista na estreia do Estadão Live Talks,o vice-presidente Hamilton Mourão disse que Mandetta “cruzou a linha da bola” e “merecia um cartão”.

Estadão*

Sobem para 121 casos de coronavírus em MS

Novos casos mostram transmissão comunitária no Estado, sem origem definida da contaminação

A SES (Secretaria Estadual de Saúde) divulgou nesta quarta-feira (15) que são 121 os casos confirmados do coronavírus, o Covid-19, em Mato Grosso do Sul, com  pessoas em isolamento domiciliar e 9 pacientes na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). O Estado registra transmissão comunitária, ou seja, quando o contágio não acontece mais apenas em contato com casos confirmados.

Dos seis casos novos, todos são de Campo Grande e um deles foi detectado no drive-thru do coronavírus, instalado no Corpo de Bombeiros da Rua 14 de Julho. Deles, quatro estão em isolamento domiciliar e dois estão internados em hospitais. No local, foram testadas 49 pessoas e 48 exames deram negativo.

Geraldo Resende, secretário de Saúde, destacou que as medidas de isolamento precisam ser cumpridas pela população para que não aumentem os casos e que os hospitais tenham capacidade para atender os casos.

Christinne Maymone, secretária-adjunta de Saúde, explicou que os casos aumentaram 4,8 no período em relação a abril, que eram de 2,7 casos ao dia.

Nesta quarta até às 10h são 1.033 casos notificados, sendo 30 em investigação, 121 confirmados, 861 descartados, 21 excluídos e 4 mortes. De ontem para hoje, houve aumento de 6 casos. São quatro mulheres e dois homens, sendo que dois estão internados.

Do total, 49 seguem em isolamento em casa, 39 finalizaram a quarentena e estão sem sintomas e 18 pessoas estão em hospitais do Estado, sendo 9 em leitos públicos e 9 em privados. 9 pacientes estão na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

O boletim também aponta que há aumento na quantidade de casos entre os idosos, destacando a importância do isolamento dessas pessoas. “Se tiver alguém para fazer compras para você que é idoso, é melhor. Evite sair de casa”, destacou a secretária-adjunta.

São 61 confirmações em Campo Grande, 11 em Três Lagoas, 10 em Nova Andradina, 9 em Sonora, 9 em Dourados, 6 em Chapadão do Sul, 6 em Batayporã, 2 em Paranaíba e um caso por cidade em Rio Verde de Mato Grosso, Coxim, Alcinópolis, Corumbá, Ponta Porã e Sidrolândia.

casoss
Casos vão a 121 em MS, 6 a mais que esta terça-feira

Midiamax

Maconha que saiu de Ponta Porã é apreendida em fundo falso de veículo

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) apreendeu na noite de terça-feira (14/4), no km-68 da BR-463, em Ponta Porã, Edenilson, 26, acusado por tráfico de drogas. Ele estava num GM Corsa com placas de Santa Bárbara do Oeste (SP) carregada com 56 quilos de maconha. 

Conforme a ocorrência, o rapaz foi abordado na região do Posto Capey e apresentou nervosismo. 

Em vistoria, o entorpecente estava escondido em fundo falso no porta-malas do veículo. Questionado, o homem informou ter sido contratado na cidade de Sertaneja (PR) por pessoa identificada como Gabriel. 

Edenilson contou ter recebido a maconha em Ponta Porã e entregaria em Dourados. 

Encaminhado ao 2º Distrito Policial da cidade de fronteira e autuado em flagrante pelo tráfico. 

dourados