Início Site Página 68

Mistério em Ponta Porã: caminhoneiro desaparece e veículo é encontrado com outro motorista

A Polícia Militar Rodoviária investiga o desaparecimento de um caminhoneiro que sumiu após sair para uma viagem de trabalho. O veículo que ele dirigia foi localizado em Ponta Porã, região sul de Mato Grosso do Sul, sob a posse de outro homem.

De acordo com informações do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv), familiares do motorista informaram que haviam perdido contato com ele e que o caminhão seguia um trajeto diferente do planejado. A partir dessas informações, as equipes iniciaram buscas nas rodovias da região.

Durante as diligências, os policiais encontraram o caminhão em Ponta Porã. O veículo estava sendo conduzido por um homem de 31 anos, que afirmou ter sido contratado para transportar a carga de São Paulo até o distrito de Itaum, em Dourados.

Segundo o suspeito, após iniciar a viagem, ele teria recebido novas instruções para seguir até Ponta Porã e aguardar em um posto de combustível na entrada da cidade, onde receberia mais orientações.

O caminhão foi apreendido e o homem encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã para prestar depoimento. Até o momento, o paradeiro do motorista desaparecido permanece desconhecido.

Termina hoje o prazo! Ponta Porã encerra às 17h as inscrições do processo seletivo com 215 vagas disponíveis

Os interessados em participar do Processo Seletivo Simplificado da Prefeitura de Ponta Porã, município a 313 quilômetros de Campo Grande, têm até às 17h desta sexta-feira (31) para realizar a inscrição sem cobrança de taxa.

O certame disponibiliza 215 vagas, além de cadastro reserva, distribuídas entre 104 cargos de níveis fundamental, médio e superior.

A seleção será realizada em fase única, composta pela Prova de Títulos e Experiência Profissional, conforme o edital publicado.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site do Instituto Avalia (https://www.avalia.org.br), organizador do processo seletivo.

Fonte: capitalnews

Polícia Penal de MS ganha nova base operacional do Cope e reforço em equipamentos de segurança

A Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) inaugurou, nesta semana, a nova Base do COPE (Comando de Operações Penitenciárias) e realizou a entrega de mais armamentos modernos ao grupamento. A iniciativa integra o processo de aprimoramento da estrutura operacional e de valorização dos policiais penais de Mato Grosso do Sul.

Polícia Penal de MS ganha nova base operacional do Cope e reforço em equipamentos de segurança

O COPE é a unidade tática da Polícia Penal, responsável por intervenções em unidades prisionais, escoltas de alto risco e ações de contenção, representando a força de reação do sistema penitenciário do estado.

Instalada na área central de Campo Grande, a nova base foi planejada para garantir respostas rápidas às demandas dos Complexos Prisionais Noroeste e Gameleira, além de atender outras regiões em situações emergenciais.

O prédio, completamente revitalizado, dispõe de salas administrativas e de comando, alojamentos masculino e feminino, reserva de armamentos, sala de briefing e áreas de convivência. As novas instalações asseguram conforto e funcionalidade, criando um ambiente adequado para o desempenho diário das equipes.

Reforço operacional

Polícia Penal de MS ganha nova base operacional do Cope e reforço em equipamentos de segurança 1

Durante a solenidade, houve a entrega oficial de 59 espingardas calibre 12, cano de 16 polegadas, que ampliam a capacidade de atuação do COPE em operações de escolta e intervenção. Os equipamentos somam-se aos recentes investimentos da Agepen em viaturas, coletes balísticos e armamentos de diferentes calibres, evidenciando o constante aprimoramento da Polícia Penal no estado.

O comandante do COPE, policial penal Richard Dias, destacou que o novo espaço representa um marco na história da unidade. “A nova base é um avanço importante. Ela oferece condições adequadas para treinamento, descanso e planejamento das ações, refletindo o reconhecimento da instituição pelo trabalho desenvolvido pela tropa. O policial penal do COPE precisa estar preparado para atuar nos cenários mais adversos, com equilíbrio, técnica e disciplina, e essa estrutura contribui diretamente para isso”, afirmou.

O diretor de Operações da Agepen, Flávio Rodrigues, ressaltou a relevância do grupamento dentro da estrutura de segurança penitenciária. “O COPE é a força de reação da Polícia Penal, o último recurso em casos de crise. Por isso, precisa estar sempre em pronto emprego, com servidores capacitados e equipamentos adequados para responder de forma eficaz a qualquer ocorrência”, pontuou.

Fortalecimento institucional

O diretor-geral da Polícia Penal, Anderson Aparecido da Silva Moreno, afirmou que a nova sede simboliza um avanço coletivo. “Mais do que uma conquista estrutural, esta base representa o esforço conjunto da instituição e o comprometimento dos policiais penais em garantir a segurança e a ordem no sistema prisional”, disse.

Polícia Penal de MS ganha nova base operacional do Cope e reforço em equipamentos de segurança 2

O diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, destacou a superação de desafios administrativos para viabilizar a instalação do novo espaço após o incêndio que atingiu a antiga sede, representando um esforço conjunto para que se tornasse realidade. O dirigente também enfatizou a importância do trabalho do grupamento na estrutura do sistema prisional. “O COPE é formado por profissionais altamente preparados e comprometidos, que atuam com coragem e eficiência nas missões mais complexas”, ressaltou.

Presente no evento de inauguração, o secretário-executivo de Justiça da Sejusp, Rafael Garcia Ribeiro, reforçou o empenho do Governo do Estado em oferecer as melhores condições de trabalho ao efetivo penitenciário. “E o COPE tem mostrado sua importância em diversas ações, demonstrando preparo técnico e resultados expressivos”, agradeceu.

A solenidade de inauguração e entrega de armamentos contou ainda com a participação de chefias da Agepen e diretores de unidades prisionais da Capital e do interior do Estado.

Comunicação Agepen (Keila Terezinha Rodrigues de Oliveira)

Prefeitura de Ponta Porã faz adesão ao programa Brasil Mais Produtivo

Ação oferece oportunidade para micro, pequenas e médias empresas aumentarem eficiência e faturamento

A Prefeitura de Ponta Porã, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Integrado, aderiu ao programa Brasil Mais Produtivo, iniciativa do Governo Federal que tem como objetivo apoiar micro, pequenas e médias empresas na transformação digital, na melhoria da gestão e na otimização de processos. O programa permite que os empreendedores aumentem sua produtividade, reduzam custos operacionais e ampliem o faturamento.

A secretária municipal de Desenvolvimento Integrado, Raquel Lageano Quintino, confirmou a adesão na manhã desta sexta-feira (31) e destacou o compromisso do prefeito Eduardo Campos em fortalecer o setor produtivo em todos os segmentos econômicos.

“O prefeito tem atuado para oferecer apoio real aos empreendedores, e o Brasil Mais Produtivo surge como uma ferramenta estratégica para aprimorar a gestão dos negócios, gerar economia, empregos e resultados sustentáveis”, afirmou Raquel.

De acordo com a secretária, o programa disponibiliza consultorias especializadas custeadas pelos parceiros do Governo Federal, permitindo que as empresas inscritas recebam orientações técnicas, suporte e soluções inovadoras voltadas à melhoria dos resultados e redução de custos.

No setor de comércio e serviços, que é o maior gerador de empregos em Ponta Porã, os atendimentos serão presenciais e personalizados, conduzidos por Agentes Locais de Inovação (ALI) do Sebrae. Esses profissionais irão identificar desafios e propor soluções práticas voltadas à inovação, transformação digital e aprimoramento da gestão empresarial.

Já para o setor industrial, o Brasil Mais Produtivo disponibiliza acesso à Plataforma de Produtividade, ambiente digital que oferece ferramentas e serviços voltados à redução de desperdícios e ao aumento da rentabilidade das empresas.

Os empreendedores que tiverem interesse em se inscreverem no programa devem acessar o site oficial https://brasilmaisprodutivo.mdic.gov.br/

Relatório da Polícia Civil do RJ confirma 99 identificados entre 117 mortos na Operação Contenção contra Comando Vermelho

Comentários

Polícia Civil do Rio de Janeiro apresentou nesta sexta-feira (31), durante coletiva ao vivo às 11h45 na Cidade da Polícia, o relatório atualizado da Operação Contenção. A ação, deflagrada na terça-feira (28) nos complexos da Penha e do Alemão, resultou em 121 mortes totais, sendo quatro policiais e 117 suspeitos ligados ao Comando Vermelho. Das vítimas neutralizadas, 99 foram identificadas, com 40 procedentes de outros estados, reforçando o escopo nacional da operação. Autoridades destacaram o cumprimento de 180 mandados de busca e apreensão, além de mais de 100 mandados de prisão, em planejamento de um ano.

O secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, enfatizou o apoio institucional às forças envolvidas, mencionando um delegado que perdeu a perna e três colegas em estado grave. A operação mobilizou cerca de 2.500 agentes das polícias Civil e Militar, com foco em desarticular a expansão territorial do Comando Vermelho. Confrontos se estenderam por 15 horas, de 6h às 21h, em uma área de nove milhões de metros quadrados. O governador Cláudio Castro classificou a iniciativa como o maior baque histórico contra a facção.

  • Prisões totais: 113, incluindo 33 de outros estados e 10 adolescentes infratores.
  • Dos presos, 54 possuem anotações criminais por crimes graves como homicídio e tráfico.
  • Todas as prisões tiveram preventiva decretada em audiências de custódia, confirmando legalidade
  • Planejamento e execução da operação
    Investigação durou cerca de um ano, com 60 dias de planejamento intensivo para escolher o dia ideal. Mandados incluíam 70 da Divisão de Repressão a Entorpecentes da Polícia Civil e 30 do Pará. Agentes avançaram em áreas de mata, usando táticas como o “muro do Bope” para isolar alvos. Helicópteros e drones auxiliaram no monitoramento, enquanto câmeras corporais registraram ações conforme normas do Supremo Tribunal Federal.
    Equipamentos de elite, como os da Coordenadoria de Recursos Especiais, foram decisivos em confrontos armados. Bloqueios em vias como Linha Amarela e Avenida Brasil foram montados, com 71 ônibus removidos durante o dia. Escolas e universidades suspenderam aulas para segurança. O Centro de Operações Rio coordenou o reforço ao estágio operacional nível 2.

    Corpos enfileirados em rua do Rio de Janeiro após operação policial mais letal da história da cidade
    Corpos enfileirados em rua do Rio de Janeiro após operação policial mais letal da história da cidade 29/10/2025 REUTERS/Ricardo Moraes
    Neutralizações e perfis criminais
    Dos 117 narcoterroristas neutralizados, 99 foram identificados até o momento. Pelo menos 42 contavam com mandados de prisão pendentes, e 78 apresentavam histórico criminal relevante. Esses 78 representam cerca de 80% dos neutralizados, com crimes como homicídio, tráfico de drogas, roubos e organização criminosa. A maioria dos alvos era formada por lideranças operacionais em pontos de venda e logística de armamento.
    A identificação envolveu papiloscopia, análise de DNA e perícia no Instituto Médico-Legal Afrânio Peixoto. Mais de 100 corpos passaram por necropsias em turnos contínuos, com o IML fechado exclusivamente para a operação. Famílias aguardam liberação para traslados, com velórios previstos em Irajá e Inhaúma. Rabecões da Defesa Civil transportaram restos de áreas remotas.
    Homicídio e tráfico: Principais anotações em 78 perfis.
    Organização criminosa: Envolvimento em escalas de segurança e pagamentos.
    Roubos qualificados: Registros em operações interestaduais de expansão.
    Origens interestaduais dos alvos
    Dos 99 identificados, 40 são de outros estados, distribuídos em quatro das cinco regiões do país. Essa dispersão confirma o Rio como refúgio para foragidos do Comando Vermelho. Um terço dos presos também veio de fora, alinhando-se a alertas da Polícia Civil desde 2020 sobre fortalecimento do crime organizado devido a restrições operacionais. Relatórios de junho de 2020, subscritos pelo atual subsecretário, previram esse cenário.
    Lideranças neutralizadas incluem chefes de tráfico em diversos estados. A operação interrompeu fluxos de recursos e comunicações via aplicativos de mensagens. Grupos ordenavam punições a moradores e rivais, além de treinamentos em armamento pesado. Transferências para presídios federais ocorreram imediatamente após capturas.
    Pará: 13 neutralizados, incluindo vulgo PP, chefe local.
    Amazonas: 7, com Chico Rato e Gringo, líderes em Manaus.
    Bahia: 6, como Mazola em Feira de Santana, DG e FB.
    Ceará: 4 foragidos.
    Goiás: 4, incluindo Fernando Henrique do Santo e Rodinha em Itaberaí.
    Outros: 1 Paraíba, 1 Mato Grosso, 3 Espírito Santo (Russo em Vitória).
    Arsenal e inovações criminosas
    Foram apreendidas 118 armas, majoritariamente 91 fuzis de calibre 5.56 mm, aptos para disparos a longa distância. O arsenal incluía modelos de forças armadas do Brasil, Venezuela, Argentina e Peru, sinalizando comércio transfronteiriço. Depósitos improvisados em pontos de venda de drogas abrigavam munições e explosivos. Delegados da Coordenadoria de Fiscalização de Armas notaram que a presença de fuzis sul-americanos não é inédita, mas chamou atenção pela quantidade.
    Investigações revelaram negociações para aquisição de drones com câmeras térmicas, visando detectar policiais à noite. Mensagens interceptadas da Delegacia de Repressão a Entorpecentes mostram tentativas de uso para vigilância em comunidades. Em retaliação, criminosos lançaram bombas via drones contra agentes da Core. Apreensões ocorreram em bases desmanteladas, interrompendo rotas de suprimento.
    O relatório detalha trajetórias de projéteis em laudos preliminares, confirmando uso de armamento pesado pelos suspeitos. Equipes periciais analisaram ferimentos compatíveis com confrontos. Imagens de criminosos paramentados com coletes balísticos e roupas camufladas contrastam com relatos de corpos encontrados sem equipamentos, levando a inquéritos por fraude processual.
    Lideranças locais e regionais visadas
    Washington César Braga da Silva, o Grandão ou “síndico da Penha”, coordenava escalas de segurança e pagamentos no Complexo da Penha. Edgar Alves Andrade, o Doca da Penha, liderava a cúpula local do Comando Vermelho. Thiago do Nascimento Mendes, o Belão do Quitungo, atuava como braço armado de Doca. Nicolas Fernandes Soares, operador financeiro, e Juan Breno Malta Ramos Rodrigues, o BMW, responsável por torturas e treinamentos, foram detidos.
    Esses alvos figuravam em listas prioritárias baseadas em inteligência de um ano. A operação transferiu capturados para cadeias de segurança máxima antes de presídios federais. Perfis incluem comunicação em grupos para ordens de expansão territorial e punições. O balanço reforça que 80% dos neutralizados tinham relevância operacional.
    No Complexo do Alemão, bases de logística foram desarticuladas, com apreensão de drogas e documentos falsos. Moradores relataram 74 corpos retirados de mata para praça na Penha, com perícia em curso para confirmar relação com a ação. O Ministério Público do Rio enviou equipe de oito profissionais para perícia independente e acolhimento a famílias.
    Feridos e apoio às forças policiais
    Quatro policiais morreram: os civis Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, 51 anos, e Rodrigo Velloso Cabral, 34, da 39ª DP; e os militares Cleiton Serafim Gonçalves e Heber Carvalho da Fonseca, do Bope. Um delegado perdeu a perna, e três colegas permanecem em estado crítico no Hospital Getúlio Vargas. Outros sete agentes e três civis foram baleados, sem gravidade adicional reportada.
    O secretário Vitor Santos expressou total apoio institucional, com o governo à disposição para esclarecimentos. Feridos foram atendidos em unidades próximas, como o Getúlio Vargas na Penha. A operação elevou o policiamento em 12 pontos, com viaturas em vias como Avenida Braz de Pina. Clima tenso persiste, com carro queimado bloqueando entradas na Vila Cruzeiro.
    Civis baleados: Três moradores atingidos por fogo cruzado.
    Agentes feridos: Seis civis e dois militares, além dos graves.
    Atendimento: Priorizado em hospitais da Zona Norte.
    Cooperação interestadual e federal
    Governadores de seis estados aliados reuniram-se na quinta-feira (30) no Rio, formando o “consórcio da paz”. A iniciativa integra forças de segurança e inteligência, com sede proposta no Rio de Janeiro. Discussões focaram em compartilhamento de experiências contra o crime organizado. Após divergências, Cláudio Castro e o ministro Ricardo Lewandowski anunciaram força-tarefa federal-estadual, com apoio da Força Nacional até dezembro de 2025.
    Medidas incluem operações conjuntas em fronteiras e análise de rotas de tráfico. O consórcio segue modelo de outros existentes, dividindo soluções para libertação de territórios. Castro destacou humildade em reconhecer que a guerra não será vencida sozinho. O Ministério Público Federal pediu acesso a dados periciais em 48 horas.
    A operação superou recordes, como o Massacre do Carandiru (111 mortos em 1992) e Jacarezinho (28 em 2021). Críticas de órgãos da ONU e sociedade civil apontam letalidade, com retomada da ADPF das Favelas pelo STF. O governo classifica as mortes como resultado de confrontos, com criminosos optando por resistência.
    Perícias e procedimentos no IML
    Necropsias detalham causas de óbito e balística, com laudos confirmando armamento de guerra. O IML priorizou 100% dos corpos, transferindo necropsias rotineiras para Niterói. Técnicas aceleraram identificação, com coordenação para traslados interestaduais. Equipes do MPRJ realizam perícia paralela, acolhendo famílias dos 40 de fora.
    Imagens de drone mostram corpos levados por moradores, com inquérito por possível fraude. Autoridades exibiram fotos de alvos paramentados, contrastando com achados na mata. O relatório alerta para fortalecimento do CV desde 2020, devido a limitações impostas. Planejamento incluiu análise de comunicações em apps para punições e segurança.
  • Fonte:mixvale

Operação integrada da Polícia Civil combate o tráfico e reforça a segurança em MS

Na manhã desta quinta-feira (30), a Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (DENAR), com apoio da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), deflagrou uma operação integrada na região central de Campo Grande, nas imediações do Centro POP, visando a repressão ao tráfico de drogas e a redução de índices de criminalidade.

  A operação foi desencadeada em razão de denúncias de moradores e comerciantes, que relataram aglomeração de pessoas em situação de rua, consumo de entorpecentes, assédios a mulheres e intimidação a transeuntes. A ação também teve como objetivo localizar foragidos da Justiça e apreender entorpecentes e objetos ilícitos.

Durante a ação, foram abordadas 70 pessoas, sendo realizadas buscas pessoais e vistorias preventivas. As equipes localizaram M.A (27 anos), do sexo feminino portando porções de maconha, e L.M.B DA S. (25 anos), do sexo masculino, com R$ 410,00 em espécie, além de porções de pasta base de cocaína encontradas próximas aos suspeitos.y

Família busca por Rodrigo Felício Papait, campeão de rodeio desaparecido após surto em fazenda no Paraguai

Familiares de Rodrigo Felício Papait (Carcaça), atleta e campeão de rodeio conhecido em Mato Grosso do Sul e em competições nacionais, seguem em busca de notícias sobre seu paradeiro.

Rodrigo está desaparecido desde o último sábado, quando teve um surto durante uma pescaria com amigos em uma fazenda, na região de Capitán Bado (PY). Após entrar na mata, ele não foi mais visto.

A família, que é de Ponta Porã (MS), pede que as buscas continuem e que qualquer informação seja repassada às autoridades locais.

🙏 Que ele seja encontrado em segurança.
#Desaparecido #PontaPorã #CapitanBado #RodrigoFelicio #Rodeio #Notícia #BrasiguaioNews

Riedel e governadores anunciam criação de ‘consórcio da paz’ após megaoperação no Rio

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), anunciou nesta quinta-feira (30), ao lado de outros chefes de Executivo estaduais, entre eles o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), a criação de um consórcio de segurança pública para que Estados se apoiem no enfrentamento ao crime organizado. A iniciativa, que recebeu o nome de “Consórcio da Paz” foi discutida em uma reunião com outros chefes do Executivo estadual.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) participou remotamente, enquanto Romeu Zema (Novo-MG), Jorginho Mello (PL-SC), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Eduardo Riedel (PP-MS) e Celina Leão (PP), vice-governadora do Distrito Federal, foram até o Rio de Janeiro demonstrar apoio a Castro após a megaoperação policial realizada nos complexos do Alemão e da Penha na última terça-feira, 28.

O último balanço do governo fluminense confirmou 121 mortos na Operação Contenção contra integrantes do Comando Vermelho. A Defensoria Pública contabiliza 132 vítimas.

“Faremos um consórcio para que nós possamos dividir experiências, soluções e ações no combate ao crime organizado e na libertação do nosso povo”, disse Cláudio Castro em entrevista coletiva após o encontro.

A iniciativa é semelhante a um pacto assinado em 2023 no âmbito do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud). Na ocasião, os sete Estados dessas regiões se comprometeram a criar um gabinete integrado de segurança pública para compartilhar informações de inteligência no combate ao crime organizado.

Também estava previsto a capacitação conjunta dos agentes de segurança, a compra compartilhada de equipamentos e o apoio ao endurecimento da legislação penal.

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel destacou que o estado tem membros presos e também ativos tanto facção Comando Vermelho quanto do Primeiro Comando da Capital (PCC), mas que a maioria das drogas apreendidas no Estado tem como destino outras unidades da federação e que a integração entre os estados é importante para um enfrentamento mais eficiente a criminalidade.

“A segurança pública hoje está baseada em inteligência, em conhecimento, planejamento, investimento. Todos os estados têm feito um aporte de recursos muito significativo em segurança pública. Então é necessidade, e isso vai ser muito mais eficiente se nós tivermos a capacidade de integrar”, disse Riedel.

O governador explicou ainda que o Consórcio da Paz, diferente de outros consórcios territoriais e de variados temas, irá discutir especificamente a integração da segurança pública, com assuntos relativos ao tema e sem discussão politizada.

Por fim, ele se solidarizou pela situação do Rio de Janeiro e disse ser lamentável “que o Brasil tenha chegado nesse estágio de situação”.

“Acredito que ninguém fica feliz com isso porque demonstra o grau que o crime organizado está colocado em nosso País, seja no Rio, São Paulo, seja no Mato Grosso do Sul. E a gente sensibilizado tem que se unir, enquanto gestores públicos estaduais, para buscar soluções em comum. E é isso que a gente está fazendo aqui hoje, nessa visita ao governador Cláudio e abrindo uma discussão de ações efetivas no sentido de buscar soluções efetivas”, concluiu Riedel.

Fonte: Correio do Estado

Programa “AgroAmigo” será lançado no distrito de Nova Itamarati

Prefeitura de Ponta Porã e Sudeco anunciam microcrédito em evento no dia 30 de outubro

 A Prefeitura de Ponta Porã, em parceria com a Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), lança nesta quinta-feira, 30 de outubro, no distrito de Nova Itamarati, o Programa AgroAmigo – Microcrédito Pertinho da Gente, uma iniciativa voltada ao fortalecimento da agricultura familiar e ao incentivo ao desenvolvimento rural sustentável.

O evento acontece a partir das 10h, no Salão Paroquial da Comunidade Jesus Misericordioso e Santa Faustina, e toda a comunidade da região está convidada a participar. Será uma oportunidade para conhecer o programa e aproveitar as facilidades oferecidas aos microprodutores e empreendedores rurais.

O AgroAmigo é uma linha do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) que trabalha com o Microcrédito Produtivo Orientado, voltada especialmente para agricultores familiares e pequenos empreendedores do campo. O programa oferece soluções financeiras acessíveis e personalizadas, promovendo inclusão financeira, geração de renda e desenvolvimento sustentável.

De acordo com a Sudeco, o crédito disponibilizado pode ser utilizado para aquisição de equipamentos, capital de giro, investimentos em plantio e colheita, reformas de instalações ou até expansão de plantel. Todos os bens financiados deverão ser comprovados por nota fiscal ou cupom fiscal.

O AgroAmigo está aberto a agricultores e pecuaristas familiares, quilombolas, indígenas, extrativistas e pescadores artesanais, e traz uma série de vantagens, entre elas:

Bônus de adimplência de até 25% sobre o valor contratado;

Isenção de TAC (Tarifa de Abertura de Crédito);

Isenção de IOF (Imposto sobre Operação Financeira);

Pagamento único ao final do contrato, com prazo de até 12 meses;

Taxa de juros reduzida de 0,5% ao ano;

Orientação prévia e acompanhamento das operações por instituições credenciadas.

Edilson José, Assessoria de Comunicação

Reunião do Parlasul destaca Ponta Porã e Pedro Juan Caballero como laboratório de integração

As cidades gêmeas da fronteira podem servir de modelo para outras fronteiras do Brasil

Ao abrir a audiência pública com o tema “Infraestrutura e Desenvolvimento Regional Brasil–Paraguai”, o senador Nelsinho Trad, presidente da Comissão Temporária de Integração Fronteiriça do Parlamento do Mercosul (Parlasul), destacou que as cidades gêmeas de Ponta Porã (Brasil) e Pedro Juan Caballero (Paraguai) representam um exemplo concreto de integração e podem ser vistas como um verdadeiro laboratório para outras fronteiras do país.

A audiência ocorreu nesta terça-feira, 28 de outubro, no Centro Internacional de Convenções Miguel Gomez, em Ponta Porã, e contou com a presença do prefeito Eduardo Campos, da secretária municipal de Governo e Comunicação, Paula Consalter Campos, do presidente da Câmara Municipal, Agnaldo Pereira Lima, do presidente da Junta Municipal de Pedro Juan Caballero, Jorge Medina, além do embaixador do Brasil no Paraguai, José Marcondes, do deputado federal e membro do Parlasul, Heitor Schuch (PSB/RS), do senador Walter Ricardo Kobylanski e do deputado nacional Cezar Cerini, ambos do Paraguai, entre diversas outras autoridades locais, estaduais e federais.

“Quando caminhamos por Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, a língua portuguesa se mistura com a espanhola e todo mundo se entende. Aqui é uma fronteira que convive de forma harmoniosa, que preserva laços familiares, tem uma economia interligada e uma diversidade cultural importante para uma integração real. Como parlamentar do Parlasul, gosto de ouvir, dialogar — e o povo aqui é muito receptivo. Essa união nos fortalece na busca de soluções conjuntas para problemas comuns dos dois lados da fronteira”, afirmou o senador Nelsinho Trad.

O parlamentar ressaltou ainda que a região pode se transformar em laboratório de integração do Mercosul, com foco em cooperação nas áreas de saúde, educação e segurança pública.

“Segurança não é apenas aumentar a força, mas oferecer oportunidades de trabalho. Temos um comércio forte, uma agroindústria pujante, e com segurança jurídica para atrair investimentos seremos mais fortes para garantir dignidade às famílias que vivem aqui. Vamos seguir juntos, de mãos dadas, porque dessa forma somos mais fortes”, destacou.

Um dos momentos mais simbólicos da audiência foi o discurso compartilhado entre o presidente da Câmara de Ponta Porã, Agnaldo Pereira Lima, e o presidente da Junta Municipal de Pedro Juan Caballero, Jorge Medina. O brasileiro iniciava a fala em português e o paraguaio a complementava em espanhol, de forma intercalada.

Agnaldo iniciou afirmando que “a fronteira não pode ser um muro de divisa, mas uma ponte que une as nações”, e Medina prosseguiu dizendo que “na fronteira, apesar de duas nações, somos um só povo”. O discurso, de cerca de cinco minutos, encerrou-se com a mensagem de que a união fortalece a fronteira e dá voz única às duas cidades na construção de comunidades mais justas e humanas.

Durante a primeira parte do evento, o embaixador do Brasil no Paraguai, José Marcondes, destacou sua experiência de quase uma década atuando com temas do Mercosul e ressaltou que audiências como a de Ponta Porã são fundamentais para ouvir diretamente a população.

Ele mencionou obras de integração em andamento, como as novas pontes entre Presidente Franco e Foz do Iguaçu, e entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta, enfatizando que a criação de políticas públicas compartilhadas é essencial para superar desafios sociais e econômicos. “Precisamos atuar juntos para oferecer às populações vulneráveis empregos de qualidade. Oferecer cidadania é a melhor arma contra o crime”, afirmou.

De forma remota, o secretário de Articulação Institucional do Ministério do Planejamento e Orçamento, João Villaverde, participou ao vivo representando a ministra Simone Tebet, e destacou as políticas do governo federal para o fortalecimento das fronteiras.

“A audiência do Parlasul em Ponta Porã é fundamental para fortalecer a integração regional. O governo federal acredita no desenvolvimento da fronteira e destinou R$ 51 milhões por meio do Focem para impulsionar o desenvolvimento de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero. Também estão sendo feitos investimentos no Aeroporto Internacional, que poderá ser binacionalizado. Promover a integração sul-americana está previsto na nossa Constituição Federal e está no coração do presidente Lula, que tem como meta ouvir a população das cidades dos 11 estados brasileiros que fazem fronteira com outros países”, afirmou Villaverde.

FINALIZANDO

Dentro da programação no início da tarde desta terça-feira, as autoridades brasileiras e paraguaias estiveram na linha internacional que está passando por um grande projeto de revitalização. No local, assinaram documento que reafirma compromisso de diálogo entre o Parlim e o Parlasul. Também foi descerrada uma placa que simboliza a união de brasileiros e paraguaios que vivem de forma harmoniosa na fronteira e onde será construído o Obelisco Fronteiriço, ressaltando os laços de amizade entre as duas nações.

Edilson José, Assessoria de Comunicação

Reunião do Parlasul destaca Ponta Porã e Pedro Juan Caballero como laboratório de integração 3
Senador Nelsinho Trad, presidente da Comissão Temporária de Integração Fronteiriça do Parlasul abriu oficialmente a audiência pública